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Três ararinhas-azuis soltas em Curaçá foram mortas por predadores. O gavião-pernilongo é um dos predadores

As ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) voltaram a cortar os céus da caatinga baiana este ano, depois de duas décadas extintas na natureza. Foram anos de planejamento até que o projeto de reintrodução da espécie finalmente conseguisse trazer para o Brasil, em 2020, mais de 50 animais que viviam em cativeiro na Europa. 

Em junho, foram soltas oito aves. Em dezembro, foram introduzidos na natureza mais 12. Nem tudo, no entanto, é motivo para comemorar. Das 20 ararinhas já libertadas, três foram mortas por aves de rapina da região...

Meio Ambiente: Curaçá deve receber mais ararinhas-azuis em 2023

O Brasil deve receber mais uma leva de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) em 2023. Entre 30 e 50 aves devem chegar ao país, vindas da Alemanha, como parte do projeto de reintrodução da espécie na caatinga brasileira, duas décadas depois de ser considerada extinta na natureza.

Segundo Camile Lugarini, coordenadora executiva do Plano de Ação Nacional (PAN) da Ararinha-Azul, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a ideia é que os animais cheguem ao Brasil já no próximo mês...

Com a participação de adolescentes, 12 ararinhas-azuis são inseridas na natureza em Curaçá-BA

As equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da organização não-governamental alemã Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP) estão em festa.

12 ararinhas-azuis foram introduzidas em seu habitat natural, Curaçá, região norte da Bahia. Foi a segunda e a maior soltura do Plano Nacional da Ararinha-azul, desde março de 2020, quando 52 aves voltaram ao local de origem vindas da Alemanha depois da ararinha spix ter sido considerada extinta na natureza. Com as ações do último sábado (10), 20 ararinhas já voltaram aos céus sertanejos. ..

Curaçá: mais uma Ararinha-Azul é morta devido ação de predadores. Agora são 5 Ararinhas Azuis monitoradas

A REDEGN obteve oficialmente a informação que mais "uma das ararinhas-azuis acabou sendo predada na Fazenda Concórdia". Agora são cinco aves monitoradas.

"Vim aqui para comunicar oficialmente que uma das ararinhas-azuis acabou sendo predada na Fazenda Concórdia. Esperamos sair o laudo da necropsia para divulgar esta informação para vocês. O animal estava bem, hígido, voando bem, mas não conseguiu se livrar das garras de um gavião-pernilongo. Iremos dar mais alguns detalhes no Programa Esperança Azul. Agora são 5 ararinhas-azuis monitoradas. Mais 12 serão soltas em dezembro para aumentar o grupo. Continuaremos com o monitoramento. Gostaríamos de continuar com o apoio de vocês nessa luta. Agradeço aos nossos agentes temporários ambientais que conseguiram monitorar essa ararinha-azul e estão se dedicando muito para que esse projeto dê certo. Agradecemos a todos os comunitários pelo comprometimento em nos passar as informações de localização e se dedicar à causa". ..

Funbio seleciona consultor pessoa física para monitoramento de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) e maracanãs (Primolius maracana)

O Projeto GEF Terrestre – Estratégias de conservação, restauração e manejo para a biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal é um projeto do governo brasileiro, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), tendo como Agência implementadora o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID e como agência executora o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO.  Será executado por meio de unidades operativas situadas no MMA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Unidades de Conservação (UCs) e órgãos estaduais.

A ararinha-azul (Cyanopsita spixii) é uma espécie de ave exclusiva da Caatinga brasileira, considerada um símbolo da necessidade de conservação da biodiversidade. A estratégia do governo federal brasileiro, coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), foi capaz de integrar ações de diversas instituições brasileiras e internacionais, públicas e privadas, gerando resultados significativos para a recuperação da espécie. Como forma de aumentar a população cativa, recuperar e conservar o habitat de ocorrência histórica da espécie, o Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação da Ararinha-azul foi publicado em 2012 pelo ICMBio, sendo o manejo populacional ex situ o seu carro chefe nos primeiros cinco anos...

Previsão é soltar mais 12 ararinhas azuis em dezembro deste ano, totalizando 19 aves em liberdade na caatinga

No mês de Junho de 2022, Oito ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) foram soltas em uma área de preservação ambiental no interior da Bahia. A espécie é considerada extinta na natureza desde o ano 2000, quando desapareceu o último animal selvagem, que era acompanhado por pesquisadores.,

As aves que foram soltas - cinco fêmeas e três machos - fazem parte de um grupo de 52 trazidas de um criadouro da Alemanha para o Brasil, em 2020, com o objetivo de reintroduzir a espécie na natureza...

 Um mês após reintrodução no sertão baiano, especialistas falam sobre volta das ararinhas-azuis

Um mês depois das ararinhas-azuis voltarem ao céu de Curaçá, a reintrodução desses animais à natureza é considerada bem-sucedida pelos especialistas que acompanham de perto essa adaptação. A ave rara e endêmica da região ficou há mais de duas décadas extintas da natureza.

No Alto dos Morros, no meio da Caatinga, pesquisadores e brigadistas do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (Icmbio) estão de olho em oito ararinhas-azuis spixii que foram soltas em 11 de junho deste ano, no sertão baiano. Trabalho que resultou de uma parceria com uma ONG alemã...

Projeto do Nema, da Univasf, irá recuperar habitat das ararinhas-azuis na Caatinga

Ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) estão voando livremente pela primeira vez na Caatinga, após mais de 20 anos sendo consideradas extintas na natureza. No último sábado (11), oito aves foram soltas no interior do Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Ararinha-azul, em Curaçá (BA), após dois anos sendo preparadas em recintos para reintrodução ao seu habitat natural. Esse marco foi possível graças ao esforço de diversas instituições, entre elas o Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). É o projeto RE-Habitar Ararinha-azul, executado pelo Nema em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento (Fade) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), responsável por recuperar as áreas destinadas para a soltura das aves.

Para que as ararinhas-azuis possam se adaptar livremente à vida na natureza é necessário que a área repovoada pela espécie possua condições de recebê-las. Com esse objetivo, o projeto RE-Habitar irá recuperar 200 hectares de vegetação da Caatinga, sendo 100 hectares vinculados às margens de rios intermitentes ou temporários e 100 hectares em regiões mais secas. Toda essa área se concentra nas unidades de conservação Refúgio de Vida Silvestre (RVS) e Área de Proteção Ambiental (APA) Ararinha-azul, em Curaçá (BA), habitat prioritário das ararinhas...

Após soltura, Ararinhas Azuis carregam um colar de telemetria no pescoço e estão monitoradas pelos pesquisadores

Dois anos e três meses após chegarem ao Brasil, as ararinhas-azuis trazidas da Alemanha para Curaçá voltaram a povoar o céu do sertão baiano. A soltura das aves, realizada no último sábado (11), foi a primeira do programa de reintrodução que está em vigor desde 2020, e marca uma nova fase do trabalho.

Agora as Ararinhas Azuis aves carregam um pequeno colar de telemetria no pescoço e serão monitoradas pelos pesquisadores. Ainda é cedo para dizer que tudo deu certo, mas a esperança está no céu, e tem a cor azul. ..

Em meio à emoção, Ararinhas Azuis voltam à natureza, em Curaçá. Veja o vídeo

Aconteceu neste sábado (11) o tão aguardado momento em que um grupo de Ararinhas Azuis, que vinham se adaptando em cativeiro para o retorno à natureza, no sertão de Curaçá, no interior da Bahia.

As Ararinhas, oriundas de criadouros na Europa, chegaram ao município em marco de 2020 e vinham passando por todo um processo de adaptação em grandes viveiros instalados em Curaçá, onde a última espécie que habitava a caatinga foi vista.  ..

“É um momento de muita emoção”, diz prefeito de Curaçá, Pedro Oliveira, sobre soltura das Ararinhas Azuis

O município de Curaçá vive um momento histórico neste dia 11 de junho, dia que o primeiro grupo das Ararinhas Azuis, oriundas da Europa e passando por um momento de adaptação em cativeiro, vão voltar à natureza.

“O retorno das Ararinhas à natureza traduz um momento importante para Curaçá e todos nós estamos vivendo um clima de muita expectativa e emoção. Vamos devolver à natureza vários exemplares de uma ave que já se considerava extinta da natureza. Isso tem um valor imensurável para o mundo e nós, de Curaçá, fazemos parte desse resgate histórico. É um momento de muita emoção para os curaçaenses, fazer parte dessa história”, disse...

Ex-Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, ressalta que o ato de soltura das Ararinhas Azuis representa um planejamento repleto de muitos sonhos e esperanças

Neste sábado, 11 de junho de 2022 é o dia que o primeiro grupo das Ararinhas Azuis vai voltar a voar no céu dos sertões de Curaçá, Bahia. A soltura das Ararinhas é um momento de grande expectativa para a região Norte da Bahia, Vale do São Francisco e Nordeste, Brasil, em especial, devido o enorme sentimento de riqueza ambiental que representa o retorno da Ararinha Azul ao céu do sertões.

O juazeirens, fundador do Partido Verde no município,  ex-ministro do Meio Ambiente Edson Duarte, faz parte desta história em defesa da ecologia e da reintrodução da Ararinha Azul aos céus dos sertões...

Ararinhas-azuis serão soltas na Caatinga neste sábado (11)

Após mais de duas décadas, o céu da Caatinga receberá de volta os tons azulados da espécie cyanopsitta spixii, a famosa ararinha-azul, considerada extinta da natureza.

Esse cenário está prestes a ser alterado a partir da soltura de oito aves neste dia 11 de junho, em Curaçá (Bahia), no interior do Refúgio de Vida Silvestre, unidade de conservação federal do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) criada especialmente para as reintroduções das ararinhas-azuis no Brasil...

Curaçá: Sábado, 11 de junho será considerado um marco para o repovoamento das ararinhas azuis no Brasil

O sábado, dia 11 de junho será considerado um marco para o repovoamento das ararinhas azuis no Brasil. Um grupo dessa ave rara, ameaçada de extinção, vai ganhar liberdade para voar nos céus do Sertão de Curaçá, Bahia. 

A REDEGN vai participar de toda programação do evento para deixar o leitor sempre bem informado neste fato histórico que chama a atenção de todo o Brasil e exterior: o retorno das ararinhas azuis aos ceús dos sertões da Bahia...

Com filme animado da Tita, Victor Flores celebra reintrodução das ararinhas azuis na natureza em Curaçá-Bahia

A ararinha mais simpática do Brasil está prestes a alçar o maior voo desde a sua criação em 2017. Depois de mandar bem na literatura com um livro infanto-juvenil e uma coleção infantil, ganhar um videoclipe musical e um demo com três canções para as crianças, a Tita agora vai estrelar um filme animado. O lançamento do curta-metragem 'As Aventuras de Tita' está marcado para às 8h30 da próxima sexta-feira (10), na Escola Municipal Professor Ivo Braga, localizada à Rua dos Marujos em Curaçá-BA, terra natal das ararinhas azuis que estão sendo reintroduzidas em seu habitat natural depois de já terem sido declaradas extintas na natureza.

Com 11 minutos, a animação se passa em meio a chegada de um grupo de ararinhas azuis, repatriadas da Europa para o Brasil, quando o processo é interrompido depois do roubo misterioso de uma caixa de transporte. Nessa hora, Tita e seus amigos Timbum (o peixe pintor) e Dudé (o bode aventureiro) dão início a investigação do ocorrido e iniciam a jornada para salvar os animais e proteger a caatinga. Com versões em português, inglês e espanhol, o filme é dirigido por Eduardo Padrão com base na obra de Victor Flores. A produção é do estúdio pernambucano VIUCINE. Assim que for lançado, o curta vai estar disponível no Canal Victor Flores no YouTube e pode ser acessado neste link (https://youtu.be/W-Kd-O7l4Ww). O trailer já pode ser visto na plataforma através deste link (https://youtu.be/zNLP1b--hBk)...

Cientistas iniciam contagem regressiva para soltura das ararinhas-azuis

Pela primeira vez na história,  um animal extinto da natureza será reintroduzido ao seu ambiente de origem. Os olhos do mundo estarão voltados para as ararinhas-azuis no dia 11 de junho deste ano:  a espécie Cyanopsitta spixii, que foi vista pela última vez nos anos 2000 na cidade de Curaçá, no Norte da Bahia, foi vítima da caça ilegal, e desde então desapareceu da natureza.

Decididos em fazer o pássaro retornar ao meio ambiente, cientistas do mundo inteiro uniram esforços por meio de uma Cooperação Técnica entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e a ONG alemã Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP). Juntos, uma gama de pesquisadores e grupos de ambientalistas trabalham desde 2009 para a reintrodução que acontecerá nos próximos dias...

Projeto refloresta prepara áreas de Caatinga para receber ararinhas-azuis

Dia 11 de junho de 2022. Este é o dia que o primeiro grupo das Ararinhas Azuis vão voltar a voar no céu dos sertões de Curaçá, Bahia. A REDEGN obteve com exclusividade informação, oficialmente,  da data da soltura, um sábado, 11 de junho.

A soltura das Ararinhas é um momento de grande expectativa para a região Norte da Bahia, Vale do São Francisco e Nordeste, Brasil, em especial, devido o enorme sentimento de riqueza ambiental que representa o retorno da Ararinha Azul aos céus do sertões...

Ex-Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, comemora data da soltura das ararinhas azuis no céu dos sertões

Dia 11 de junho de 2022. Este é o dia que o primeiro grupo das Ararinhas Azuis vão voltar a voar no céu dos sertões de Curaçá, Bahia. A REDEGN obteve com exclusividade informação, oficialmente,  da data da soltura, um sábado, 11 de junho.

A soltura das Ararinhas é um momento de grande expectativa para a região Norte da Bahia, Vale do São Francisco e Nordeste, Brasil, em especial, devido o enorme sentimento de riqueza ambiental que representa o retorno da Ararinha Azul ao céu do sertões...

Bahia: Ararinhas Azuis vão voltar a voar nos sertões de Curaçá. Soltura do primeiro grupo acontece dia 11 de junho

Dia 11 de junho de 2022. Este é o dia que o primeiro grupo das Ararinhas Azuis vão voltar a voar no céu dos sertões de Curaçá, Bahia. A REDEGN obteve com exclusividade informação, oficialmente,  da data da soltura, um sábado, 11 de junho.

A soltura das Ararinhas é um momento de grande expectativa para a região Norte da Bahia, Vale do São Francisco e Nordeste, Brasil, em especial, devido o enorme sentimento de riqueza ambiental que representa o retorno da Ararinha Azul aos céus do sertões...

Projeto executado pelo Nema, da Univasf, irá recuperar vegetação da Caatinga antecedendo o retorno das ararinhas-azuis à natureza

Após mais de 20 anos sem ser vista na natureza, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) em breve terá condições de voltar a voar livremente na Caatinga. O projeto RE-Habitar Ararinha Azul, executado pelo Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), vai recuperar áreas degradadas da Caatinga.

Concomitantemente, o Instituto Chico Mendes (ICMBio) e a Associação para a Conservação dos Psitacídeos Ameaçados (ACTP) cuidam das aves que foram repatriadas e ainda estão no Centro de Reprodução em uma propriedade privada nas Unidades de Conservação da ararinha-azul, em Curaçá (BA). As atividades do Nema já iniciaram e a previsão é recuperar cerca de 100 hectares de mata ciliar e 100 hectares de savana estépica em menos de três anos...