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Boletim do Custo da Cesta Básica de Abril de 2021, realizado pelo Colegiado de Economia da FACAPE

Os resultados mostram que o custo da Cesta Básica em Juazeiro/BA foi de R$ 420,73 e, em Petrolina/PE, foi de R$ 446,78. Assim, o custo na cidade pernambucana é maior do que na baiana.

Sobre o comportamento em relação à março, este foi de aumento de preços nas duas cidades, sendo 3,42% em Juazeiro/BA e de 3,81% em Petrolina/PE. Observando os últimos 8 meses do ano, em Juazeiro/BA os alimentos acumulam alta de 15,58%...

Pandemia fez custo do governo federal crescer 16% em 2020

Impulsionados pela pandemia de covid-19, os custos totais do governo federal totalizaram R$ 2,64 trilhões e aumentaram 16% em 2020 em relação a 2019, divulgou hoje (6) o Tesouro Nacional. O indicador mede os gastos dos Três Poderes da União e do Ministério Público Federal com mão de obra, funcionamento, insumos, gastos financeiros, desvalorização de patrimônio e repartição de receitas com estados, municípios e organizações da sociedade.

Os principais componentes que elevaram os custos foram o auxílio emergencial e o programa de proteção ao emprego, que fizeram o item insumos financeiros (gastos financeiros) crescer 19% em 2020, e as compras de equipamentos para enfrentar a pandemia, que elevaram os custos de funcionamento do Ministério da Saúde em 17%, de R$ 21,69 bilhões para R$ 25,33 bilhões...

"Em Juazeiro e Petrolina itens que compõem o custo da cesta básica apresentam aumento de preços nos últimos 6 meses", segundo pesquisa da Facape

A Faculdade de Petrolina – Facape, fechou a pesquisa do  custo da Cesta Básica a comparando os preços nos meses de Fevereiro e Janeiro de 2021.

 A pesquisa foi retomada no mês de agosto do ano passado e, neste boletim, a comparação ocorre entre o mês de Fevereiro com Janeiro de 2021. Os resultados mostram que o custo da Cesta Básica em Juazeiro  foi de R$ 417,72 e em Petrolina  foi de R$ 444,09...

Custos de planos de saúde crescem 4 vezes mais que a inflação em 2020

Dados revelam que o reajuste dos planos de Saúde neste ano foi quatro vezes maior do que a inflação. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, enquanto entre janeiro e outubro o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 2,2%, o aumento autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para o setor foi de 8,14%.

A ANS é a responsável pelo controle dos reajustes. Esse percentual de 8% foi aplicado aos planos individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei nº 9.656/98, traz a matéria...

Homem acusado de atropelar e matar ciclista de 13 anos em Petrolina é solto após audiência de custódia

O motorista suspeito de atropelar e matar um adolescente de 13 anos, no último domingo (18) em Petrolina, está solto. O homem, de 25 anos, passou por uma audiência de custódia na segunda-feira (19), pagou fiança de cinco salários-mínimos e foi liberado.

O motorista foi detido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Ponte Presidente Dutra, quando tentava fugir em alta velocidade. Segundo a PRF, o homem, de 25 anos, tinha ingerido bebida alcoólica. Ele realizou teste do bafômetro e o resultado foi de 0,52mg/l, o que configura crime...

Eleições 2020: custo do pleito deve girar em torno de R$ 647 milhões

Por se tratar de um país continental, a organização das eleições no Brasil requer uma logística complexa. E, para garantir que todos os eleitores possam participar desse processo, a Justiça Eleitoral precisa de recursos para enfrentar e superar grandes desafios. Afinal, são mais de 147 milhões de eleitores, cerca de 550 mil candidatos e aproximadamente dois milhões de mesários distribuídos por milhares de seções instaladas em 5.568 municípios.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) autorizou o montante de R$ 1,28 bilhão para custear o processo eleitoral de 2020. Desse total, cerca de R$ 647 milhões serão investidos na realização das Eleições Municipais de 2020. Cerca de 320 milhões será utilizado para o pagamento de pessoal e aproximadamente R$ 10 milhões para a realização de eleições suplementares. O restante (R$ 311,3 milhões) será destinado, em 2021, à manutenção e à aquisição de novas urnas eletrônicas...

Reportagem Especial: A sociedade precisa olhar as Câmaras de Vereadores em ano de eleição, afirma especialista

O professor de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) Marco Antônio Teixeira, afirma que “o custo para manter a democracia nunca é alto, mas a sociedade precisa olhar mais para instituições, como as câmaras de vereadores, que manuseiam seus orçamentos com um grau de liberdade enorme”.

Outro ponto que é preciso ressaltar é o retorno desse valor para a sociedade, quantas dessas câmaras estão, efetivamente, produzindo leis e fiscalizando o Executivo? Em muitas cidades, quem define a atividade legislativa é a própria prefeitura. E, em ano de eleição, praticamente inexiste trabalho legislativo”, diz o especialista...

Em live empresários da fruticultura contam como diminuir custos e aumentar a lucratividade

A Associação Brasileira dos Produtores de Frutas e Derivados (ABRARUTAS), em parceria com a Ávila Consulting, realizou no final de samana uma live para discutir “Como diminuir os custos e aumentar lucratividade na Agroindústria”.

A live que foi transmitida pelo canal da Associação no Youtube teve a participação de renomados empresários da fruticultura. Presidente da Abrafrutas, Guilherme Coelho fez abertura do evento e falou sobre a conscientização em baixar custos frente as demandas existentes para conseguir manter bons negócios...

Pesquisadores desenvolvem respiradores pulmonares de baixo custo na Bahia

Cinco pesquisadores voluntários se uniram para dar origem ao projeto conhecido como Respiral 2.0, um protótipo de respirador mecânico que busca ser uma alternativa em caso da falta de respiradores comuns no país, devido ao número de casos de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Um dos pesquisadores é o engenheiro de computação formado pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), que também ocupa o cargo de primeiro sargento do Exército Brasileiro, Rodrigo Costa. Ele explica que a ideia para criar o projeto surgiu após o pronunciamento do Ministério da Saúde solicitando que a comunidade científica elaborasse algum equipamento para suprir a falta dos respiradores...

Após ser aprovada em seis universidades estrangeiras, baiana faz vaquinha virtual para pagar custos

A baiana Ana Carla Carlos está prestes a arrumar as malas e partir para mais um desafio da sua vida. Aos 30 anos, a soteropolitana foi aprovada em mestrados nas áreas de Estudos do Desenvolvimento e Políticas Públicas em seis universidades estrangeiras que estão entre as melhores do mundo, incluindo a Universidade de Chicago.

A primeira opção da especialista em gestão de projetos e internacionalista é cursar Estudos de Desenvolvimento no concorrido Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais e Desenvolvimento (IHEID), na Suíça. A instituição é renomada e de excelência na Europa...

Em plena pandemia, Petrobrás muda assistência médica gerando custos extras de R$ 2 bilhões, diz Federação Única dos Petroleiros

A mudança na gestão da assistência multidisciplinar de saúde (AMS) dos trabalhadores da Petrobrás, proposta pela diretoria da Petrobrás de forma unilateral na última segunda-feira (27/4) e aprovada pelo Conselho de Administração da companhia, vai gerar uma despesa de pelo menos R$ 2 bilhões à empresa, aponta a Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A entidade recebeu tais informações de fontes ligadas ao processo. Além dos custos extras, a alteração da gestão da AMS deve aumentar a cota dos trabalhadores nos custos da assistência médica, atualmente de 30%, e cria instabilidade aos cerca de 246 mil beneficiários justamente no momento da pandemia de covid-19...

Entra em vigor resolução da ANA que adia cobrança pela captação de água bruta para aliviar custos do setor produtivo

O Diário Oficial da União desta sexta-feira, 17 de abril, publicou a Resolução nº 18/2020, da Agência Nacional de Águas (ANA), que adia o início da cobrança pelo uso água bruta da União – rios interestaduais e transfronteiriços, além de reservatórios federais – para o fim de agosto.

A decisão, tomada pela Diretoria Colegiada da ANA em 6 de abril, beneficia 6.085 usuários de água com outorga para captação e consumo de água bruta, além do lançamento de efluentes...

Mata de São João: Prefeito renuncia 30% dos seus vencimentos para contribuir com redução de custos administrativos

Declaração foi feita em mensagem de aniversário dos 174 anos do município. Gestor explica que será necessário reduzir despesas devido à grande queda na arrecadação municipal com a crise causada pela pandemia do Coronavírus.

Ele destaca que os investimentos em novas unidades de saúde, na ampliação da rede escolar e em obras de infraestrutura não serão afetados...

Agência Nacional de Águas vai adiar cobrança pela captação de água bruta para aliviar custos do setor produtivo

A cobrança pela captação de água bruta em rios e reservatórios de domínio da União está suspensa pelos próximos quatro meses. A decisão, tomada pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Águas (ANA) em 6 de abril, segunda-feira, beneficia detentores de outorga para captação da água bruta, como indústrias, produtores rurais, irrigantes e empresas de saneamento, por exemplo.

A ação se enquadra no conjunto de esforços para o enfrentamento aos efeitos da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). A discussão sobre a suspensão da cobrança pelo uso da água bruta foi provocada por uma solicitação encaminhada pelo ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional, atendendo a pedido do setor produtivo, que enfrenta dificuldades operacionais e financeiras oriundas da pandemia...

Para receber milho com baixo custo, agricultores devem realizar cadastro no STTR em Petrolina

Com o objetivo de diminuir os impactos da seca, cerca de mil toneladas de milho serão distribuídas em valor abaixo do mercado para agricultores familiares manterem suas criações de animais no período de estiagem em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

O processo de estocagem e transporte para logística de entrega do milho será realizado pela Prefeitura de Petrolina em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os agricultores devem receber os grãos até o final de janeiro de 2020...

Apesar do aumento do preço da carne, redução do custo da cesta básica é assegurada pelo tomate e banana 

Em pesquisa realizada pelo Colegiado do curso de Economia da FACAPE, referente ao mês de outubro de 2019, considerando as informações das cidades de Juazeiro e Petrolina, de forma agregada, ambas apresentaram deflação de -1,29% no mês. A pesquisa constata que apenas a carne bovina teve uma tendência de alta devido à redução da oferta interna, com aumento de 5,46% em Juazeiro-BA e 0,25% em Petrolina-PE.

O forte calor do mês de outubro acelerou bastante a maturação de itens como o tomate e a banana aumentando a oferta e, consequentemente, reduzindo o valor no mercado. O tomate continua com a tendência de forte queda, com redução de 23,51% em Juazeiro e 8,53% em Petrolina. A Banana também apresentou diminuição de preço, com redução de 0,86% em Juazeiro e 3,61% em Petrolina...

Tomate e banana contribuem para a redução do custo da cesta básica pelo terceiro mês consecutivo

Em pesquisa realizada pelo Colegiado do curso de Economia da FACAPE referente ao mês de setembro de 2019, considerando as informações das cidades de Juazeiro e Petrolina, de forma agregada, ambas apresentaram deflação de -4,90% no mês. A pesquisa realizada pelo curso da Facape ainda estimou que tomate e banana foram os principais itens responsáveis pela queda no preço da cesta básica, com redução de 39% em Juazeiro-BA e 9,5%, em Petrolina-PE, para o tomate, e 5,06% para a banana.

O mês de setembro é o sexto mês consecutivo de redução no preço do feijão carioca, que havia sofrido um pico de preço em março, mas a partir de abril passou a apresentar uma tendência constante de redução dos preços médios. Neste período, o preço médio caiu de R$ 8,20 para R$ 5,12. A Farinha e a carne também contribuíram para a redução do custo com alimentação...

Pilar de programa de Moro, Força Nacional custou R$ 167 milhões em 2018

Pilar central do programa de redução da violência do ministro Sergio Moro, a Força Nacional de Segurança Pública, conjunto de agentes enviados pelo governo federal para resolver crises de segurança, custou R$ 167 milhões no ano passado. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que esses agentes atuaram em 46 operações no ano passado (39% a mais que em 2017), sobretudo em ações na fronteira do país, em policiamento ostensivo e no controle ambiental.

Pesquisadores da área afirmam que o envio dos agentes pode ser positivo em casos pontuais, mas não resolvem o problema da criminalidade nas áreas em que atuam. Criada em 2004, a Força Nacional de Segurança Pública é um convênio entre estados e governo federal. Os estados cedem peritos, bombeiros e policiais civis e militares, e continuam pagando seus salários (os agentes cedidos recebem também diárias do governo federal).

Em troca, os estados podem requisitar esses agentes em casos de crise, como ataques do crime organizado ou greves policiais. Também ganham em troca viaturas e armamentos que forem comprados durante a atuação da Força naquele estado. No ano passado, 2.050 agentes foram mobilizados para a Força Nacional. O governo federal gastou R$ 155,8 milhões apenas com diárias pagas aos agentes convocados, o que dá, em média, um bônus mensal de R$ 6.335 no salário de cada um. 

Só a ação da Força no Rio de Janeiro, que trabalhou com o reforço do policiamento no estado, custou boa parte desse orçamento, em 2018 --36,8% do gasto total. No mês passado, o ministro Sergio Moro anunciou um plano de segurança que prevê enviar o efetivo federal a cidades violentas.

Batizado de Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta Em Frente, Brasil, o plano de Moro escolheu cinco cidades-piloto em cada região do país, de porte médio e com alto índice de violência: Goiânia, Ananindeua (PA), Cariacica (ES), Paulista (PE) e São José dos Pinhais (PR). Outras cidades devem ser incluídas a partir do ano que vem.

O governo mandou cem agentes da Força Nacional de Segurança para cada um desses locais por quatro meses, a maior parte para atuar com a Polícia Militar local, no trabalho ostensivo, e outra parte com investigações. Cada município receberá verbas e equipamentos. O custo dessa fase inicial será de R$ 20 milhões.

Guaracy Mingardi, ex-subsecretário Nacional de Segurança Pública, afirma que "num curtíssimo prazo, ajuda, e pode ser que resolva se ficar apenas nessas cinco cidades. Mas é pouca gente e muito dinheiro", diz ele, citando o fato de que, se o governo envia 200 agentes, só trabalham 50 homens em cada turno (uma vez que a jornada é de 12h de trabalho por 36h de descanso).

"É um paliativo. Melhor enviar a Força Nacional que o Exército. Mas no dia a dia tem que ser polícia na área, que conhece bem a região", diz ele. O fato de os agentes não terem vínculo com o terreno em que vão atuar e não conhecerem as dinâmicas da criminalidade de cada região é uma das maiores críticas à atuação da Força no longo prazo.

Isabel Figueiredo, que também trabalhou na Secretaria Nacional de Segurança Pública, afirma que a Força "é uma resposta muito mais simbólica do que uma iniciativa com resultados concretos."  "Uma resposta que deveria ser exceção, você resolve o problema e volta, está virando regra. A Força não é de permanência. Quando você coloca ela como um dos alicerces centrais do programa de redução da criminalidade violenta, tem primeiro um problema de premissa, que é apostar na repressão."

Os analistas citam ainda um "desconforto" dos policiais locais com a presença da Força, "porque eles têm outra cultura, outra formação, outro salário, e se sentem desvalorizados. Em vez de dar treinamento, melhores condições de trabalho, salários melhores, você traz um cara de fora, que não conhece o cenário, e que ainda pode ficar com o mérito se a ação der certo", afirma Figueiredo.

Para o ex-ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, a Força Nacional tem uma contribuição relevante, mas seu efeito é limitado. "O contingente é temporário, não tem doutrina, disciplina, um conjunto de valores. Há uma baixa institucionalidade. Deveria evoluir para uma guarda nacional permanente, com efetivo permanente, algo que ficasse entre as forças de segurança estaduais e as Forças Armadas", sugere...

Hospital Universitário adere a programa de gerenciamento de custos do Ministério da Saúde

O Hospital da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) aderiu ao Programa Nacional de Gestão de Custos (PNGC) para aperfeiçoar a captação e análise de informações de custos, a fim de melhorar a base de dados e a administração de recursos.

O PNGC é formado por um conjunto de ações que visam promover a gestão de custos no âmbito do SUS, a partir da geração e difusão de informações relacionadas a custos. O programa fornece ferramentas para auxiliar os gestores durante o planejamento e tomada de decisão que propiciem a redução de custos sem impactar negativamente na qualidade do serviço prestado...

Custo de produção e baixa procura prejudicaram venda de milho no período junino, diz Sintraf

Matéria-prima de várias das principais comidas típicas do São João, a produção de milho em Petrolina (PE) para abastecer o consumo do período junino foi de 500 mil espigas este ano, e bem abaixo da expectativa. A procura pelo produto, cujo saco estava sendo vendido nas feiras livres ao preço médio de R$ 30, também foi inferior em relação a 2018, quando o cento era de R$ 50, segundo o Sindicato dos Agricultores Familiares (Sintraf).

A queda na produção acontece por causa de alguns motivos. Há vários anos, por exemplo, os pequenos agricultores se queixam do baixo valor do milho, que em 10 anos nunca passou dos R$ 0,35 a espiga; o inverno registrado no interior do município não foi suficiente para animar os produtores e o retorno financeiro não cobre os custos...