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Maciel Melo participa de homenagens cantando Luiz Gonzaga na sexta-feira (13)

Nomes como Cristina Amaral, Beto Hortis e Maciel Melo cantam Luiz Gonzaga.

A solidariedade será o grande destaque da próxima edição do projeto Parabéns pra Gonzagão, que acontece nesta sexta-feira, 13 de março, a partir das 20h, no Centro Cultural Cais do Sertão...

UFPE definie a data para a solenidade de entrega do Título de Doutor Honoris Causa ao cantor e compositor Maciel Melo

A UFPE definiu a data de 18 de dezembro (quinta-feira) para a solenidade de entrega do Título de Doutor Honoris Causa ao cantor e compositor Maciel Melo, reconhecendo sua importância para a cultura nordestina, com recepção às 16h e cerimônia às 17h no auditório da universidade, celebrando sua trajetória musical e literária como "Caboclo Sonhador". 

Autor de mais de 20 álbuns e inúmeras composições de forte impacto no cenário musical regional e nacional, Maciel Melo tornou-se referência especialmente após a consagração de “Caboclo sonhador”, obra eternizada pelo cantor Flávio José. Em 1991, ficou em segundo lugar na categoria Traditional Folk do Grammy (não do Grammy Latino, mas do prêmio em seu formato original, disputado por artistas de todos os continentes)...

"Meu coração transborda de orgulho. A notícia de que meu irmão, Maciel Melo, foi agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela UFPE", diz Maeve Melo

O cantor, compositor e escritor Maciel Melo receberá título de Doutor Honoris Causa da Pró-Reitoria de Cultura, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Pelas redes sociais o cantor e compositor agradeceu: “Feliz, emocionado. A UFPE me dá um título, e eu devolvo com música, estrada e verdade. Obrigado, meu povo. Isso vale um abraço!”, disse o cantor...

Palavra em Cantoria abre o Festival Juá Literária com Xangai, Maciel Melo e Jessier Quirino

O Festival Juá Literária 2025 começa em grande estilo no dia 22 de outubro, com o projeto Palavra em Cantoria, um encontro entre três mestres da cultura nordestina: Xangai, Maciel Melo e Jessier Quirino.

No palco, poesia, música e memória se entrelaçam em um espetáculo que celebra a identidade e a força da tradição nordestina. A voz marcante de Xangai, a viola poética de Maciel Melo e a verve bem-humorada e sensível de Jessier Quirino se unem para emocionar e transportar o público às raízes sertanejas. Mais do que um show, "Palavra em Cantoria" é uma celebração da palavra falada e cantada, um tributo ao povo e à cultura que moldam o Nordeste...

Maciel Melo, Tiaguinho Carvalho e Matheus do Acordeon animam o Concurso de Quadrilhas nesta quinta (19) em Juazeiro

O encerramento do Concurso de Quadrilhas de Juazeiro, nesta quinta-feira (19), vai contar com uma programação especial de shows na Orla da cidade. Após as apresentações dos grupos juninos, que iniciam às 17h, o público poderá curtir shows gratuitos de Maciel Melo, Tiaguinho Carvalho e Matheus do Acordeon. Os artistas sobem ao palco a partir das 22h, embalando a festa promovida pela Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes/Seculte.

Entre os nomes que vão se apresentar, está o som poético de Maciel Melo, um dos grandes nomes da música nordestina. Pernambucano de Afogados da Ingazeira, Maciel é autor do clássico "Caboclo Sonhador", eternizado nas vozes de cantores como Flávio José e Fagner. Sua carreira é marcada por parcerias com artistas como Dominguinhos, Xangai e Vital Farias, e por letras que exaltam o sertão, o amor, os sonhos e a cultura popular...

Artigo: Maciel Melo. O Caboclo Sonhador

Na estrada sertaneja existem caboclos e caboclos. Uns são vencidos pelos garranchos que arranham pensamentos, outros, como bem diz o poeta de Iguaraci-PE, são caboclos que entre o cascalho separa os espinhos e não esquece que mesmo os caminhos sendo difíceis pra danar, o sertanejo tem que ser sonhador.

Maciel Melo, como diz o jornalista e escritor José Teles: "...não é apenas um cantor e compositor que recriou o forró nos anos 1990, é hoje uma referência da música nordestina, cuja estrutura revolucionou a partir do xote - Caboclo Sonhador". ..

Renato Teixeira e Maciel Melo se encontram sexta (8), na Usina Cultural, em Juazeiro -  BA

Os mestres da música regional, Renato Teixeira e Maciel Melo, dividirão o palco do festival Usina Cultural do Vale do São Francisco, na Orla Nova, em Juazeiro-BA, a partir das 22h, da próxima sexta-feira (8).

Primeira apresentação da dupla na região, o show, com acesso gratuito, promete mostrar o melhor do repertório de cada um. O paulista, Renato já garantiu que não vai faltar sucessos como Romaria, Amanheceu eu peguei a viola, Brasil poeira e Tocando em frente, em parceria com Almir Sater...

"O forró é para qualquer tempo e palco, mas tem perdido espaço, não é valorizado como deveria ser em festa como o São João", diz Maciel Melo

Poeta e cantador quando cisma de melodiar um fato e dar letra a um causo "qualquer", não há impedimento que o remova da ideia. "Todo show que eu faço, tem uma galega perto do palco".

Justificativa razoável o suficiente para criar um xote e chamá-lo de "Xote da Galega" e, assim, celebrar galegas forrozeiras e apreciadoras de um dos nomes mais atuantes em prol da cultura nordestina, o cantor, compositor, poeta e escritor Maciel Melo, 61. ..

Atrações do Festival Edésio Santos da Canção tem Osvaldo Montenegro, Maciel Melo e pratas da casa

O Festival Edésio Santos da Canção, que acontecerá entre os dias 15 e 17 de dezembro, em Juazeiro, já tem suas atrações confirmadas. O evento, um marco histórico e cultural do município é uma realização da Prefeitura de Juazeiro através da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (SECULTE).

No primeiro dia de festival, será a juazeirense Andrezza Santos que fará um grande show. A cantora venceu a edição de 2018 com a melhor canção, 'Não Passarão' , além dos prêmios de 'Melhor Intérprete' e 'Júri Popular'...

Maciel Melo. És Cantador. Caboclo Sonhador. Isto Vale um Abraço companheiro

"Sou um caboclo sonhador/ Meu senhor, viu?/ Não queira mudar meu verso/ Se é assim não tem conversa/ Meu regresso para o brejo/ Diminui a minha reza...Mergulhado nos becos do meu passado/ Perdido na imensidão desse lugar/ ao lembrar-me das bravuras de Neném/ perguntar-me a todo instante por Baía/ Mega e Quinha, como vão? tá tudo bem?/ Meu canto é tanto quanto canta o sabiá"...

É São João e a fogueira da cultura mais brasileira continua sempre acessa em nossos corações.....

Calendário da Clas Comunicação completa 18 anos com homenagem a Maciel Melo

A série de calendários da Clas Comunicação e Marketing, que esse ano completa 18 anos com edições consecutivas e distribuição gratuita, ilustra os 12 meses de 2022 com a poesia e a musicalidade de um cantor e compositor que é hoje uma referência da música nordestina, Maciel Melo.

Produzido em parceria com a Cadan Distribuição e a Gráfica Bandeirante, o anuário com o tema 'Maciel Melo - Que nem vem-vem' escolheu para cada mês uma canção do 'Caboclo Sonhador' e pediu a 12 fotógrafos que traduzissem em imagem os versos desse melodista engenhoso e letrista preciso...

Fundaj celebra o Dia do Nordestino em live com Maciel Melo

A diversidade do povo nordestino será celebrada neste dia 8 de outubro. A data foi instituída pela Câmara Municipal de São Paulo (Lei nº 14.485), em 2007. Aproveitando o ensejo, a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) promove, às 19h, uma live com o cantor, compositor e escritor Maciel Melo.

Natural de Iguaracy, no Sertão de Pernambuco, ele é um dos grandes nomes da música produzida na região, conhecido por sucessos como o clássico “Caboclo Sonhador”. Transmissão no canal da Fundaj, no YouTube...

Cantor Maciel Melo diz que o poeta Zé Dantas é um dos seus preferidos no cancioneiro brasileiro

Maciel Melo ainda era o "Neguinho de Heleno" quando vendia picolé e engraxava sapato para ajudar o pai Heleno Louro, agricultor e mestre sanfoneiro que animava festas de Iguaraci, no Sertão pernambucano, a 363 km do Recife. Trocou o Rio Pajeú pelo Rio São Francisco, em Petrolina, trabalhando em escritórios. 

Aos 20, decidiu abraçar a carreira de músico, considerada "vagabundice" no interior, e rumou para a capital. Esse é o marco inicial da carreira deste caboclo sonhador, que está completando 38 anos de profissão. ..

Maciel Melo: Meu amigo vizinho do lado

Esse ano um amigo meu plantou o mês de janeiro, mas parece que errou no adubo. Os dias murcharam, as noites não orvalharam, deu praga até na sombra. Ô anozim miserável! Diz ele que foi mau olhado. 

Somos vizinhos de cerca. Temos quase as mesmas premonições, em se tratando de plantar o tempo. Enquanto ele plantava, eu afiava a lâmina do meu arado, para rasgar o chão de abril, enquanto fechava o mês de março. Mas aí veio a pandemia, e o mundo se fechou, o povo sumiu, e a morte espirrou pelo nariz da China e vazou pelas brechas do resto do planeta; mesmo assim tracei o périplo de minhas andanças e sai fazendo trança no cabelo das bonecas de milho que iam brotando no silêncio de minhas madrugadas...

Maciel Melo: Ampulheta da alma

O tempo...  
É um cavalo selado, de rédeas soltas, passando a galope; quem montar, montou, quem não montou não monta mais. 
O tempo não espera pelos medonhos desejos retardados, pelos sonhos arrependidos, nem tolera chorumela de quem, por dúvida ou por vacilo, puxou o cabresto na hora da ida. Quem não vai, fica. 
O tempo não para; nós é que desaceleramos a velocidade da vida à medida em que os ponteiros da idade começam a atrasar instantes imprescindíveis, que não se repetirão jamais. 

Chega um momento em que uma hora vale uma era, um minuto vale uma eternidade e um segundo vale uma vida inteira. 
Já não tenho tempo pra errar; o tempo que irei gastar consertando erros, vou usá-lo para amar, sorrir, dançar, beber, conversar e rir da morte toda vez que eu der um drible nela. 
O tempo foi generoso comigo: me deu sabença, me fez cantador, me ensinou que o medo é apenas o cuidado para não estacionar uma paixão numa ladeira e esquecer de puxar o freio de mão. 
O tempo é a ampulheta da alma; os últimos grãos de areia devem ser bem lavados em água de cacimba, para que se tornem cristais e façam cintilar os últimos instantes de nossas vidas...

Maciel Melo: Antenado com as novidades no campo da música, na esfera regional, nacional e internacional

Apontado como um dos mais expressivos herdeiros do legado poético-musical de Luiz Gonzaga, o Gonzagão, Maciel Melo, cuja carreira artística começou em 1982, sempre acreditou na vocação universalista e atemporal do forró (que não é apenas um ritmo, mas uma espécie de balaio musical que abriga o baião, o xote, o coco e outros ritmos). Por isso tem vibrado como as cordas do seu violão com a crescente receptividade internacional desse tipo de música, comprovada não apenas no recente e bem-sucedido show de Nova York, mas através de vários fatos ocorridos nos últimos anos.

Antenada com as novidades no campo da música, na esfera regional, nacional e internacional, a obra de Maciel tem, no entanto, como marca principal o “cheiro de bode”, como observou o jornalista e crítico musical José Teles, parodiando uma frase de Gonzagão a respeito das composições de Zé Dantas. Num estilo um pouco mais lírico, o poeta Jessier Quirino compartilha da opinião do jornalista sobre o trabalho de seu parceiro de várias criações: “Sua música, com especial encanto, é um verdadeiro repositório das tradições matutas, sertanejas e nordestinas”...

Maciel Melo: Jeito de pele, pelo e pensamento

O poeta é um cidadão comum, feito de pensamentos, carne, ossos, pelos e pele. Expele, exala, inala, inspira, transpira, transcende ou se apaga como qualquer vivente. Tem o direito de assumir, sumir, aparecer, querer ser e estar onde, quando e como bem entender.

Pode está também no seu direito de ser um simples cidadão, sem está em cima do muro para proteger o seu status de fama, ou se anular para não contrariar os ideais de seus admiradores. Também pode está no seu direito de ser ou não ser; eis a questão. Afinal, estamos numa democracia, não é mesmo? Mas é sempre bom salientar que esse muro é alto e, se escorregar, não vai ter o chão...

Caiu a tarde sobre um viaduto. Desencarna hoje a poesia de Aldir Blanc

A embriaguês do poema, trajado de luto, na corda bamba bambeia seguindo o funeral de um lavrador de canções. A tristeza cai em um mata-borrão, que suga cada gota de lágrima, que escorre por sobre as rugas do tampo do violão de João.

Desencarna hoje a poesia de Aldir Blanc, e as nuvens que chupavam as manchas torturadas de um Brasil inerte, escurecem para chover na cova, e florir a lápide do maior compositor da música brasileira...

Maciel Melo: Um Viva para o cantor Assisão

Esses humoristas do Sul e do Sudeste (alguns deles), usam a piada para expressar seus preconceitos, difamando pessoas íntegras, artistas e outras personalidades, cidadãos de bem, procurando fazer graça onde graça não tem.

A esse tal de “num sei quem Couto” – quero nem aprender o nome, pra não aumentar mais ainda a minha indiferença em relação a ele –, tenho a dizer que Assisão, sim, é um artista decente...

Poeta e cantador: reencontro traz de volta Maciel Melo e Virgílio Siqueira

O clima era de reencontro. Ditado por poesias declamadas, causos contados e melodias relembradas. E nem poderia ser diferente afinal, porque, frente a frente, havia um poeta e um cantador, que, depois de quase quatro décadas, o que mais haveriam de fazer senão reeditar, cada um, a sua arte? Para juntá-las novamente depois, é claro. Esse é o propósito dos artistas pernambucanos Maciel Melo e Virgílio Siqueira, que pretendem reeditar uma história iniciada no início da década de 1980, desdobrada nos anos seguintes com o disco "Desafio das Léguas" (1987). 

"Foi com Virgílio que aprendi a fazer melodia. Eu pegava os poemas que ele fazia e musicava e foi daí que nasceu o primeiro trabalho, feito integralmente entre ele e eu", contou envaidecido, o cantor e compositor de Iguaraci, cidade do Sertão de Pajeú, mesma região que abrigou as poesias do seu parceiro, filho de Ouricuri...