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Possível contaminação da Bacia do São Francisco, por rejeitos de Brumadinho, repercute nas cidades banhadas pelo rio 

Continua repercutindo em todo o Brasil e especialmente nas cidades banhadas pelo Rio São Francisco, de Minas Gerais a Sergipe, a constatação anunciada pela Fundação SOS Mata Atlântica, como já divulgada pelo Blog Geraldo José, de contaminação da Bacia, via Lago de Três Marias, em Felixlândia, na Região Central de Minas.

A publicação da Fundação, que monitora o Rio Paraopeba desde o rompimento da Barragem no Córrego do Feijão, em Brumadinho, constatou turbidez no centro do reservatório acima do aceitável (248 NTU) e concentração elevada, acima do limite legal, de metais pesados como o manganês, ferro, cobre e cromo...

Ministro afirma que estão sendo adotadas medidas para evitar a contaminação das águas do rio São Francisco

A pluma de rejeitos oriunda do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) não deve chegar ao rio São Francisco. Essa é a estimativa do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, feita durante audiência pública promovida pela Comissão Externa Desastre de Brumadinho (CEXBRUMA), da Câmara dos Deputados, na última quinta-feira (21 de fevereiro).

O vice-presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), José Maciel Oliveira, acompanhou o evento a convite do deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG), relator da CEXBRUMA, e na companhia do deputado estadual Lucas Ramos (PSB-PE), que integra a Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE)...

"A gente não pode afirmar que não haverá contaminação do Rio São Francisco", avalia Ministro do Desenvolvimento Regional

Desde o início do crime ambiental ocorrido em Brumadinho, Minas Gerais, este Blog Geraldo José, tem destacado, inclusive foi um dos primeiros a ouvir o especialista e membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, Almacks Luiz Silva, sobre a possibildiade da lama tóxica atingir o rio São Francisco.

Nesta quinta-feira 21, oficialmente o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, disse que a operação da Usina Hidrelétrica de Três Marias pode ser alterada para evitar que os rejeitos da barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, alcancem o Rio São Francisco...

Remédio que previne contaminação pelo vírus HIV será oferecido pelo SUS

Um medicamento que impede a propagação do vírus HIV na corrente sanguínea, já indicado como terapia antiretroviral nos Estados Unidos e em países da Europa, estará disponível ainda este mês para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) 12 estados. O comprimido, fabricado por um grupo norte americano, já era indicado para o tratamento de soropositivos como parte do coquetel de aids.

A novidade é que o fármaco poderá ser utilizado agora por quem nunca entrou em contato com o vírus, mas pode estar exposto a ele durante a relação sexual. É o caso, por exemplo, de profissionais do sexo. Mas é bom lembrar que não protege o usuário contra outras infecções transmitidas sexualmente...

Prefeitura de Jacobina fiscalizam área de mineradora após denúncia de contaminação

Atendendo uma recomendação do promotor regional ambiental de Jacobina, Pablo Antonio Cordeiro de Almeida, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e da Vigilância Sanitária, solicitou que técnicos desses órgãos buscassem informações junto a mineradora Jacobina Mineração e Comércio, do grupo Yamana Gold, em relação a denúncia de um provável vazamento de material contaminante nas águas do rio que atende à comunidade do Itapicuru.

Acompanhados pelos representantes do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) e de funcionários da JMC, os prepostos da Prefeitura de Jacobina estiveram durante todo o dia de quinta-feira (20), visitando a área industrial da mineradora e o seu entorno, principalmente nos locais onde teriam acontecido o vazamento...

Adubação, calagem e contaminação ambiental em vinhedos serão tema de evento no mês de agosto

No próximo dia 11 de agosto, os principais resultados de pesquisas conduzidas nos últimos 13 anos sobre adubação e manejo do solo de tradicionais regiões vitivinícolas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina serão apresentadas no 1º Workshop sobre Adubação, calagem e contaminação ambiental em solos de vinhedos. Promovido pela Embrapa Uva e Vinho e pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o encontro irá acontecer em Bento Gonçalves (RS).

Pesquisadores de diversas instituições (veja programa completo abaixo) irão apresentar as respostas das videiras aos diferentes manejos de adubação e de calagem, em crescimento e em produção. Também serão compartilhados dados sobre contaminações que estão ocorrendo, como o excesso de metais pesados nos solos e repassadas orientações e estratégias para diminuir a toxidez.

Segundo George Wellington de Melo, pesquisador da área de solos da Embrapa Uva e Vinho e um dos organizadores do encontro, o manejo do solo é um aspecto que pode fazer a diferença na hora da produção e que ainda deixa dúvidas para muitos produtores e técnicos. "Muitas vezes acontece um desequilíbrio nutricional na planta pelo excesso de adubação, o que pode causar o atraso no seu crescimento, fazer com que a planta produza mais tarde, trazer perdas econômicas, contaminar o meio ambiente, dentre muitos outros fatores negativos", destaca Melo.

Outro ponto bastante importante do encontro será um alerta para os altos índices de contaminaçãopor metais pesados proveniente de tratamentos fitossanitários. "A situação de contaminação porcobre está alarmante e já estamos trabalhando para evitar o problema do zinco", antecipa o pesquisador.

O encontro irá acontecer durante todo o dia e as inscrições, com vagas limitadas, ao valor de R$ 100,00 podem ser feitas em https://www.embrapa.br/uva-e-vinho/wacca/.

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Ambientalista da Áustria observa problemas de contaminação da água em Juazeiro

O Ambientalista Johann Kandler, especialista em Justiça Climática e membro da Climate Alliance, organização com sede em Viena, esteve no início do mês na região de Juazeiro onde pode observar uma série de problemas relacionados ao abastecimento e a contaminação da água. Johann chama a atenção para o problema das mudanças climáticas que está modificando os regimes de chuvas, as temperaturas e influenciando diretamente produção de alimentos e o abastecimento de água potável em todo o mundo. Sendo que o problema do uso e a contaminação das fontes de água, contribui muito com o agravamento deste quadro.

Na visita a cidade e a algumas localidades rurais de Juazeiro, Johann constatou, fossas, esgotos e canais abertos jogando dejetos no rio, provocando muito mau cheiro e certamente, doenças às pessoas que residem nesses locais, o que acarreta também prejuízos para o sistema público de saúde, haja vista no que ocorre na estação de tratamento do Bairro Tabuleiro que joga os esgotos diretamente no São Francisco. Local também visitado pelo ambientalista...

Contaminação do zika vírus pelo sexo é investigada pela OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) investiga a possibilidade de que o zika vírus esteja sendo transmitido em relações sexuais. Em uma declaração emitida ontem em Genebra, a entidade ressaltou que novas pesquisas estão sendo feitas para determinar a dimensão do risco. "Zika foi isolado no sêmen humano e há um caso de possível transmissão sexual pessoa a pessoa descrito", indicou a OMS. "Entretanto, mais evidências são necessárias para confirmar se o contato sexual é um meio de transmissão do vírus", afirmou a entidade. Outra opção que é estudada pela OMS é a transmissão por sangue. "Zika pode ser transmitido por sangue, mas esse é um mecanismo pouco frequente." 

O principal temor da OMS ainda reside na possível ligação entre a infecção e a microcefalia, disse a diretora-geral, Margaret Chan. "Os indícios são preocupantes", apontou, alertando ainda que sintomas neurológicos também têm sido registrados. "Pesquisas estão sendo feitas neste momento para tirar mais evidências sobre essa transmissão e entender melhor como o vírus afeta os bebês." Apesar disso, a OMS insiste que não há indícios de transmissão pelo leite materno e apela para que as mães continuem amamentando. No que se refere às grávidas, a entidade em Genebra pede que as mulheres sejam "cuidadosas" e visitem os médicos antes de viajar para regiões afetadas. Mas não faz nenhum tipo de recomendação sobre adiar gravidez. A recomendação oficial é combater o mosquito e usar repelente e roupas longas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo...