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Novembro da Diversidade aborda importância histórica dos povos e comunidades tradicionais no IF Sertão-PE

O campus Petrolina Zona Rural do IF Sertão-PE realiza, na próxima segunda-feira (25), o Novembro da Diversidade. O evento tem como objetivo sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a importância histórica dos Povos e Comunidades Tradicionais e suas contribuições na formação da população brasileira. A programação tem início às 8h, com a exposição de fotos "Eu sou a diversidade". Às 9h, será realizado o desfile temático "Povos e Comunidades Tradicionais: Nossa História".

Encerrando o evento, o tema "Identidade e diversidade dos povos e comunidades tradicionais no Semiárido" será debatido em uma roda de conversa, com as presenças dos professores  Edivania Granja (IF Sertão-PE), Eliana Monteiro (Univasf) e Nilton Almeida (Univasf). Todas as atividades serão realizadas Salão Azul...

Modo de Vida e Manejo Sustentável em Comunidades Tradicionais de Fundo de Pasto é tema de palestra promovida pela UNIVASF

O Diretório Acadêmico de Ciências Biológicas (DACBIO) da UNIVASF promoverá no próximo dia 21/11, quinta-feira, a palestra: “Modo de Vida e Manejo Sustentável em Comunidades Tradicionais de Fundo de Pasto do Norte da Bahia”. O evento ovorrerá das 09:00 às 12:00 no auditório do Museu de Fauna da Caatinga, no Campus de Ciências Agrárias (CCA) da UNIVASF, em Petrolina – PE, e será aberto a toda a comunidade acadêmica.

A palestra é uma iniciativa da Gestão Chico Mendes do DACBIO, que está iniciando um projeto mensal de palestras que visa trazer à UNIVASF pesquisadores regionais e nacionais de diversas áreas e representantes de comunidades tradicionais, compartilhando saberes e experiências entre os discentes do curso de Ciências Biológicas e a comunidade externa. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail: [email protected]..

Prefeitura presente na reunião da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais

Representado o prefeito Paulo Bomfim, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária Elayne Borges, participou nesta quarta-feira (23), no Rapport Hotel da abertura oficial da XXVIII Reunião Ordinária da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT).

O evento é uma estratégia de interiorização dos debates e políticas públicas que envolvem os segmentos tradicionais da Bahia, de diálogo com as populações locais e construção de ações conjuntas entre Governo do Estado e a sociedade civil. “A CESPCT é uma instância colegiada, de caráter deliberativo, com a finalidade de coordenar a elaboração e implementação da Política e do Plano Estadual de Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia. O nosso objetivo é buscar melhorias e assegurar os direitos de todas as comunidades tradicionais do nosso estado”, destacou a secretária estadual de Promoção da Igualdade Racial, Fabya Reis...

Juazeiro sedia debates com povos e comunidades tradicionais

O município de Juazeiro, no território Sertão do São Francisco, sedia nesta quarta (23) e quinta (24) a reunião ordinária da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT), instância vinculada à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (Sepromi). O evento é uma estratégia de interiorização dos debates e políticas públicas que envolvem os segmentos tradicionais da Bahia, de diálogo com as populações locais e construção de ações conjuntas entre Governo do Estado e a sociedade civil.  

O encontro será aberto às 9h desta quarta (23), no Centro de Cultura João Gilberto, pela presidente do colegiado, a secretária da Sepromi, Fabya Reis. Estão previstos relatos de experiências, além de visitas a comunidades dos segmentos de terreiro, fundo de pasto e quilombola da região. Na pauta haverá, ainda, roda de diálogo sobre temas relativos à segurança alimentar e nutricional...

"Uma luta só": comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto e quilombolas unidas na defesa dos territórios

"As comunidades tradicionais de fundo de pasto e as quilombolas lutam para conquistar os seus direitos, enfrentam mineradoras e outras empresas, e têm uma luta só, só muda a identidade de cada uma", comenta Ana Paula Santos, após dois dias de troca de saberes e experiências. A jovem, da comunidade de fundo de pasto Riacho Grande, em Casa Nova (BA), foi uma das participantes do Encontro das Comunidades e Povos Tradicionais, realizado nos dias 30 e 31 de agosto, em Senhor do Bonfim (BA).

Organizado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Encontro reuniu integrantes de comunidades de fundo e fecho de pasto e quilombolas de diversos municípios das regiões das Dioceses de Senhor do Bonfim, Juazeiro, Ruy Barbosa, Barra e Irecê...

"Vitória das comunidades tradicionais", diz Valmir sobre entrega de certificados em Senhor do Bonfim

Um conjunto de certificados de reconhecimento de comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto foi entregue nesta quinta-feira (6) pelo governo de Rui Costa (PT), por meio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). A entrega aconteceu durante o 6º Encontro Estadual de Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto, organizado pelas próprias lideranças, no município de Senhor do Bonfim, no centro norte da Bahia. Quem celebrou a medida foi o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), que representa o município e os movimentos de luta pela terra no Congresso Nacional. Ele destacou que "a ação é mais uma vitória das comunidades de diferentes regiões do estado, que lutam para serem reconhecidas". Esse ato de entrega dos certificados aconteceu no Centro Diocesano e contou com o prefeito Carlos Brasileiro (PT) e com a titular da Sepromi, Fabya Reis.

"É preciso ampliar os direitos e acesso a políticas públicas, já que o governo federal não mais faz isso. Foram nos governos do PT que essas comunidades tradicionais foram reconhecidas e Bolsonaro acabou com tudo. Na Bahia, estamos dando passos importantes para ampliar direitos, principalmente no que se refere a territórios. A secretária Fabya Reis tem atuado para levar mais projetos, programas e dá acesso à certificação de reconhecimento das áreas. É uma vitória das comunidades por direito à terra e envolve 'a dimensão tradicional e ancestral de suas ocupações'", informa Valmir. A ação atende a orientações do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa da Bahia e da Política Estadual para o Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais...

Jovens de comunidades tradicionais realizam Encontro em Campo Alegre de Lourdes

Com o objetivo de incentivar a participação dos jovens no engajamento das questões sociais em suas comunidades, foi realizada, durante a manhã da última sexta-feira (3), uma formação com a juventude rural no município de Campo Alegre de Lourdes (BA). A atividade reuniu cerca de 30 participantes, jovens de comunidades tradicionais de fundo de pasto do município.

Durante o Encontro, os/as jovens discutiram as atuais demandas das comunidades, bem como propostas e articulações de luta para enfrentamento de conflitos territoriais. A facilitação do espaço foi realizada pelo integrante do Sertão Agroecológico/Univasf e colaborador da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Diego Limaverde, e a agente da CPT Marina Rocha. Através de dinâmicas e metodologias participativas, os facilitadores buscaram traçar pontos como as fortalezas, oportunidades, fraquezas e ameaças presentes nesses territórios a partir do olhar da juventude...

Prazo para autorreconhecimento de Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto é debatido em Juazeiro

A Lei nº 12.910/2013, sancionada pelo Governo do Estado da Bahia, determina que Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto têm até o dia 31 de dezembro de 2018 para se autorreconhecerem e entrarem com o pedido de certificação na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi).

A menos de seis meses da data limite - um dos pontos mais questionados desta legislação - representantes de comunidades tradicionais de 12 municípios dos Territórios Sertão do São Francisco e Piemonte Norte do Itapicuru e de entidades que apoiam a luta dos Fundos e Fechos de Pastos se reuniram, para discutir a questão...

Seminários debatem o mito da posse e propriedade com comunidades tradicionais de fundo de pasto

Quais são as diferenças entre posse e propriedade? Quais são os direitos que posseiros e posseiras têm? Esses questionamentos são frequentes entre pessoas que vivem em regime de posse, como é o caso das comunidades de fundo de pasto, que ocupam tradicionalmente territórios no sertão da Bahia. Para tirar dúvidas sobre o assunto e fortalecer a luta pela permanência na terra desses povos, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Juazeiro, o Serviço de Assessoria a Organizações Populares Rurais (Sasop) e a Articulação Regional de Fundo de Pasto realizaram seminários municipais sobre direitos a terra e ao território.

Os Seminários, que aconteceram nas sedes dos municípios de Pilão Arcado, em março, Campo Alegre de Lourdes e Remanso, neste mês de abril, contaram com cerca de 40 trabalhadores/as rurais em cada encontro. O assessor jurídico da CPT, João Régis, conduziu as discussões. "A posse se caracteriza por uma relação direta entre uma pessoa ou um grupo de pessoas com a terra, independentemente do documento ou de qualquer outra coisa uma pessoa ou o grupo está ligado à terra. A propriedade é uma relação que é mediada, que tem entre a pessoa e a terra um papel, que é reconhecido no Cartório de Registro de Imóveis", explica Régis...

Encontro nacional entre pesquisadores, povos e comunidades tradicionais acontece em Juazeiro para discutir a Cartografia Social do Brasil

Acontece em Juazeiro, entre os dias 25 e 27 de setembro de 2017, o Encontro Nacional da Cartografia Social do Brasil, com uma programação bem diversificada de atividades, dentre elas: palestras, lançamentos de livros, manifestações culturais, debates e visita a um terreiro. Participam do encontro representantes dos pescadores, indígenas, povos de terreiro, comunidades de fundo de pasto, quebradeiras de coco, quilombolas, entre outros e o renomado antropólogo social Prof. Dr. Alfredo Wagner, coordenador do Projeto Cartografia Social e autor de importantes obras que são referências no assunto no Brasil e em outros países. 

A abertura no dia 25 de setembro de 2017, ocorre a partir das 14h30 com o ritual do Toré realizada com etnias indígenas do São Francisco, seguida da palestra "Uma Cartografia da Cartografia" com o prof. Alfredo Wagner que traz reflexões sobre as ações do Projeto Nova Cartografia Social. Dando continuidade à programação, tem ainda "A Cartografia do São Francisco", uma fala dos povos tradicionais relacionados ao projeto Brasil Central. Estas atividades acontecem no auditório do DTCS, no Departamento de Ciências Humanas da UNEB...

Paulo Afonso sedia debates com povos e comunidades tradicionais

O município de Paulo Afonso, no Território de Identidade Itaparica, sediará nas próximas quinta (8) e sexta (9) a 19ª Reunião da Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT), instância vinculada à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (Sepromi). O evento, que acontece no Hotel Belvedere, centro da cidade, é uma estratégia de interiorização dos debates e políticas públicas que envolvem os segmentos tradicionais da Bahia, diálogo com as populações locais e construção de ações conjuntas entre Governo do Estado e a sociedade civil.  

O evento será aberto nesta quinta (8), às 9 horas, pela secretária da Sepromi, Fabya Reis, que preside CESPCT. Estão previstos relatos de experiências, além de visitas a comunidades indígenas, de terreiros, de fundo e fecho de pasto, de municípios como Paulo Afonso, Abaré e Glória. Na pauta haverá, ainda, exposição das ações governamentais, rodas de diálogo e explanações sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) e o contexto dos segmentos tradicionais no semiárido baiano...

MOÇÃO DE APOIO ÀS COMUNIDADES TRADICIONAIS DE AREIA GRANDE E DE REPÚDIO A DECISÃO DO JUIZ EDUARDO PADILHA, DE CASA NOVA (BA)

Nós, movimentos sociais, entidades da sociedade civil, trabalhadoras e trabalhadores das mais diversas áreas, manifestamos publicamente nosso apoio irrestrito às mais de 350 famílias do território de Areia Grande, município de Casa Nova, que estão na iminência de um despejo forçado e arbitrário determinado pelo então Juiz de Direito daquela Comarca, Eduardo Ferreira Padilha.

Tais famílias são moradoras das Comunidades Tradicionais de Fundo de Pasto de Salina da Brinca, Melancia, Riacho Grande, Jurema, Tanquinho, Ladeira Grande, Lagoado, Lagedo, Lagoinha, Pedra do Batista, Cacimbas e Pilão e a área em conflito (conhecida como Areia Grande) integra o território tradicionalmente ocupado pelas mesmas, sendo utilizado para criação de caprinos e desenvolvimento de atividades extrativistas há varias gerações. Estudos antropológicos, acadêmicos e oficiais comprovam que as famílias que ali vivem e seus ascendentes estão na área há mais de 100 anos...

Comunidades tradicionais do norte baiano são certificadas pelo Estado

A população de Uauá, comemorou nesta terça-feira (20) uma série de políticas públicas articuladas entre os governos Estadual e Federal. Em ato solene, a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) certificou 24 comunidades de fundo de pasto localizadas na região, contemplando, também, os municípios de Curaçá e Canudos. Também foram assinados contratos para acesso ao crédito de Apoio Inicial , que possibilita a aquisição de insumos, sementes e ferramentas para atividades de agricultura familiar em quatro comunidades, ação que tem à frente o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). 

De acordo com a chefe de Gabinete da Sepromi, Fabya Reis, a medida cumpre atribuições da pasta, determinadas através da lei 12.910/2013. “O Estado faz o reconhecimento oficial das comunidades, abrindo caminhos para que este segmento acesse um conjunto de políticas públicas. As medidas são fruto de reivindicações e lutas históricas desta população”, afirmou. A partir das certificações, a Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), procederá os trâmites regularização fundiária dos territórios. A superintendente da SDR, Renata Rossi, afirmou que “na região existem experiências que comprovam que a agricultura familiar dá certo” sobretudo pela articulação popular. “Nossa presença aqui, com diversas ações, atesta a importância de a população lutar pelas suas demandas. O Estado, assim, desenvolve suas políticas e garante direitos”, reforçou. ..