Crônica - CARNAVAL DE JUAZEIRO: Do rio Nilo para o rio São Francisco
Não sou historiador; sou tradutor e revisor de livros que viaja pelo país e, por isso, acabo guardando pedaços de saber que me servem como mapas improvisados.
Já revisei textos de professores portugueses e brinco que, por vezes, me transformo num “alfacinha (1)” de ocasião — não por vaidade, mas porque a filologia me obriga a escavar sentidos e a reparar detalhes que, de outro modo, se perdem...
