Crônica - A cidade que canta: Juazeiro precisa se ouvir (Parte 2)
Há dias em que Juazeiro acorda com cheiro de rio. Não é só o Velho Chico passando ali, paciente, como quem sabe que o tempo tem suas manhas. É também a memória que vem boiando na superfície: um acorde de João Gilberto, uma carranca que vigia o mundo, um artesão que esculpe silêncio e madeira ao mesmo tempo.
Juazeiro é assim — uma cidade que carrega cultura até no jeito de caminhar. Basta prestar atenção...
