RedeGN - Fernando Filho e Gonzaga Patriota defendem instalação de usina nuclear, diz revista ISTOÉ

Fernando Filho e Gonzaga Patriota defendem instalação de usina nuclear, diz revista ISTOÉ

Segundo matéria da revista ISTOÉ, os deputados federais Fernando Filho e Gonzaga Patriota, os dois do PSB,  querem uma usina nuclear em Pernambuco. A  reportagem afirma que decisões como a de Fernando e Gonzaga  vão na contramão do resto do mundo, que repensa o seu programa nuclear, após o acidente com a usina  de Fukshima, no Japão. De acordo com a publicação, o interesse de Fernando Filho e Gonzaga Patriota estaria no dinheiro que pode ser investido na construção de novas usinas.   O montante de investimento pode chegar a 15 bilhões de reais por projeto.  Os parlamentares defendem que as usinas nucleares podem trazer desenvolvimento para regiões  carentes. 

Uma das cidades já apontadas como possível “beneficiada” com uma usina nuclear seria Itacuruba, no sertão de Pernambuco. A Bahia também tem parlamentares pró energia nuclear. Istoé aponta Nelson Pellegrino e Rui Costa, ambos do PT.  Segundo a revista, os deputados federais  trabalham por interesses do governador petista Jaques Wagner. Rodelas e Chorrochó seriam ideias para receber usina nuclear, segundo os parlamentares.  As cidades ficam às margens  do rio São Francisco. 

A matéria da revista ISTOÉ diz ainda que: 

Os movimentos do governo federal de retomada dos investimentos na energia nuclear também deram impulso a projetos em tramitação na Câmara. Um dos mais citados pela bancada que defende a energia nuclear é de autoria do deputado Fernando Jordão (PMDB-RJ). A proposta prevê a instituição de royalties da exploração para Estados e municípios que abrigarem usinas. 

Prefeitos e governadores estão de olho e os parlamentares já sentem a pressão que vem de seus redutos eleitorais. Um projeto do paranaense Alfredo Kaefer (PSDB) também desperta interesse dos defensores de usinas atômicas, especialmente de empresários. A proposta retira da União o monopólio sobre essas usinas. “Não há motivos para que somente o poder público possa administrar essas usinas”, diz. Como se vê, o lobby nuclear está a pleno vapor no Congresso.

Com informações e imagem da Istoé