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ASSASSINATO DE BEATRIZ: DOIS ANOS E UM MÊS SEM A JUSTIÇA DAR UMA RESPOSTA À SOCIEDADE

Dia 10 de janeiro de 2018: dois anos e um mês do assassinato da menina Beatriz e sem uma solução, sem uma resposta. A Secretaria de Defesa Social anunciou mês passado que a delegada Polyanna Néry assumiria o caso do assassinato da menina Beatriz Angélica, que aconteceu no dia 10 dezembro de 2015, na Escola Maria Auxiliadora de Petrolina. As investigações estavam sendo conduzidas ano passado pela delegada Gleide Angêlo, que deixou o caso.

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antônio de Pádua, creditou a delegada Pollyanna Néry uma longa experiência em casos de homicídio e  "daria continuidade as investigações para se encontrarem o responsável e levá-lo a justiça", afirmou...

Assassinato de Beatriz: 1 ano e onze meses sem a Justiça prender o criminoso; Juazeiro e Petrolina lamentam a impunidade

Ao longo da história vários crimes hediondos chocaram o mundo. O grande problema é que alguns desses crimes, além de assustadores, ficaram sem solução. A dor maior é saber que eles, os criminosos podem continuar andando por aí e atacando outras pessoas. A redação do Blog é solidário nesta data, 10 de novembro, quando completa 1 ano e onze meses do assassinato da criança Beatriz.

Até o momento os pais de Beatriz e a sociedade brasileira, nordestina e região do vale do São Francisco não tem uma resposta. A morte da menina Beatriz caminha para dois anos de impunidade? Na canção de Chico Buarque assistimos a cada mès, hora, minutos e segundos, a dor dos pais de Beatriz: "Oh pedaço de mim. Metade afastada de mim leva o teu olhar, que a saudade é o pior tormento. É pior do que o esquecimento. É pior do que se entrevar. Oh pedaço de mim, metade exilada de mim. Leva os teus sinais/que a saudade dói como um barco que aos poucos descreve um arco e evita atracar no cais...

Pais de Beatriz Mota, assassinada em dezembro de 2015 dizem que aguardam na Fé a justiça

Os pais de Beatriz, assassinada em dezembro de 2015, em Petrolina, disseram durante evento realizado na Lagoa do Calu, na noite de ontem (30), que "aguardam a justiça ser feita e a polícia consiga responder e mostrar a sociedade o nome do assassino".

Sandro Romilton e Lucia Mota relataram o sofrimento que passam desde que aconteceu o crime e "não é a primeira vez que vivem situações como a de ontem, quando as redes sociais divulgam nomes de  acusados do assassino da filha". Em contato com a redação do Blog, Sandro Romildo disse que "a família e amigos vão aguardar a apuração oficial dessa prisão"...