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Rendimento dos brasileiros é o menor desde 2012, aponta IBGE

No segundo ano de pandemia, em 2021, o rendimento médio dos brasileiros caiu para o menor patamar registrado desde 2012. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio mensal real domiciliar per capita em 2021 foi de R$ 1.353.

Em 2012, primeiro ano da série histórica da pesquisa, esse rendimento era o equivalente a R$ 1.417. Em 2020, no primeiro ano de pandemia, era de R$ 1.454...

Taxa de desemprego fica estável no primeiro trimestre, aponta IBGE

A taxa de desemprego no Brasil ficou 11,1% no 1° trimestre de 2022, o que significa estabilidade na comparação com o 4º trimestre de 2021, quando registrou o mesmo percentual.

Representa ainda queda de 3,8 pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2021, quando atingiu 14,9%. Os dados estão incluídos no resultado trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)...

Renda do brasileiro é a menor em 8 anos, aponta IBGE

O rendimento médio mensal real do brasileiro teve queda recorde de 3,4% em 2020, durante o auge da pandemia do novo coronavírus, atingindo seu menor valor desde 2012.

Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Com a pandemia, o rendimento mensal médio real de todas as fontes caiu de R$ 2.292, em 2019, para R$ 2.213 em 2020...

Índice de desemprego recua para 14,1% no segundo trimestre de 2021, aponta IBGE

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,1% no segundo trimestre de 2021, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (31). 

De acordo com os dados, houve uma redução de 0,6% ponto percentual em relação ao primeiro trimestre do ano (14,7%). Na comparação com o mesmo período de 2020, de abril a junho, houve uma alta de 0,8 ponto percentual (13,3%) e, apesar da diminuição da taxa em relação aos primeiros meses de 2021, o Brasil ainda soma um total de 14,4 milhões de pessoas desempregadas...

Trabalho: 13,9 milhões de brasileiros estão desempregados, aponta IBGE

O Brasil começou este ano com um contingente de 13,9 milhões de desempregados. É que, diante da crise do novo coronavírus, a taxa de desemprego do país saltou de 11% ao final de 2019 para 13,9% ao final de 2020. A taxa média foi de 13,5%, a maior em nove anos.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE), o ápice do desemprego foi registrado no terceiro trimestre do ano passado, quando a taxa de desocupação chegou a 14,6% e o número de desempregados bateu 14,1 milhões. No último trimestre, houve uma desaceleração desses números, por conta da reabertura das atividades econômicas. A reação, no entanto, não compensou todas as perdas sofridas nos trimestres anteriores, segundo o IBGE...

Número de pernambucanos com sintomas de Covid mais do que dobra em novembro, aponta IBGE

Em novembro, pela primeira vez desde maio, Pernambuco registrou aumento no número de pessoas que apresentaram sintomas conjugados associados à Covid-19. No recorte comparativo entre outubro e novembro, o total mais do que dobrou.

Um total de 50 mil pessoas (0,5% da população pernambucana) apresentou os sintomas em novembro no Estado, ante 23 mil em outubro (0,2% da população, o menor total desde maio)...

Brasil tem desemprego recorde de 14,6% no terceiro trimestre, aponta IBGE

A taxa de desemprego atingiu 14,6% no terceiro trimestre do ano ante 13,3% no segundo trimestre, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 27.

Essa é a maior taxa registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, e indica que o País tem 14,1 milhões de pessoas sem trabalho - de um trimestre para o outro, mais 1,3 milhão de brasileiros ficaram desempregados...

Mais 300 mil pernambucanos deixaram o isolamento rígido em setembro, aponta IBGE

Em setembro, mais 300 mil pernambucanos deixaram o isolamento social rígido como de medida de restrição à Covid-19, segundo dados da pesquisa Pnad Covid, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o órgão, no acumulado entre julho e setembro, 600 mil pessoas pararam com a medida no Estado.

Eram 2,1 milhões de pernambucanos, equivalente a 22,9% da população, em isolamento rígido em agosto. O número caiu para 1,8 milhões em setembro (19,7%). Caiu também o número de pessoas que ficaram em casa e só saíram para casos de necessidades básicas: de 3,9 milhões em agosto para 3,7 milhões em setembro...

Seis em cada dez empresas abertas na Bahia fecharam em menos de cinco anos, aponta IBGE

Um estudo divulgado nesta quinta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que apenas quatro de cada dez empresas abertas na Bahia conseguiram "sobreviver" por mais de cinco anos. No período de dez anos, a média caiu para apenas duas que conseguiram se manter.

De acordo com o levantamento que analisou a Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo em 2018, das 31.747 empresas que começaram a funcionar em 2008, na Bahia, 21,7% encerraram as atividades antes de completar um ano; 57,1% fecharam as portas antes de cinco anos (2013); e só 21,7% ainda estavam em atividade em 2018...

Juazeiro e Casa Nova se destacam na produção nacional de frutas, aponta IBGE

A fruticultura é uma das atividades que têm demonstrado bom desempenho na Bahia. Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que a atividade econômica foi responsável por gerar R$ 3,1 bilhões à economia, o equivalente a 8,6% do valor da produção nacional (R$ 35,7 bilhões).

O estado ficou em segundo lugar no ranking de produção, perdendo apenas para São Paulo (11,5 bilhões). Ainda de acordo com dados do IBGE, o município baiano com a maior produção de frutas é Juazeiro, cujo valor faturado é de R$ 589.517.000 seguido de Casa Nova (R$ 289.610.000) e Bom Jesus da Lapa (R$ 227.545.000)...

Produção de soja, milho e algodão na Bahia em 2020 tem estimativa de aumento, aponta IBGE

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE, apresentou o 1º prognóstico da safra de soja, milho e algodão na Bahia em 2020. De acordo com o balanço, o primeiro prognóstico para o próximo ano indica um aumento nas estimativas de produção de soja (+2,9%), milho (+1,5%) e algodão (+1,2%) e queda no feijão (-17,0%).

Segundo o IBGE, entre setembro e outubro deste ano, a estimativa para a safra baiana de grãos em 2019 foi mantida em 8.233.928 toneladas, 11,7% menor que o recorde registrado em 2018. Também não houve alterações na estimativa de que, dentre todas as 26 safras investigadas no estado, 9 tenham aumento em 2019, em comparação ao colhido em 2018...

Bahia é o estado nordestino com maior número de jovens que deixam a escola antes de concluir o ensino médio, aponta IBGE

Um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) nesta terça-feira (18) apontou que a Bahia, entre todos os estados do Nordeste, é o que tem o maior número de alunos que abandonam a escola antes de concluir o ensino médio.

O estudo, que teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), revelou que, a cada 100 estudantes baianos de até 19 anos, apenas 43 concluíram o ensino médio na idade correta. Esse índice deixa o estado distante de outras regiões do país, principalmente a sudeste. Em São Paulo, por exemplo, a taxa de conclusão chega a 78,3%. A pesquisa ainda mostrou que dois em cada 10 jovens, com idade até 16 anos, ainda não completaram o ensino fundamental. Desses, 62% nem frequentam mais a escola...

Mais de um milhão de brasileiros deixaram de contribuir com a Previdência em 2017, aponta IBGE

Um número divulgado nesta semana pelo IBGE demonstra o colapso do setor previdenciário no Brasil. Segundo o instituto, mais de um milhão de brasileiros deixaram de pagar a Previdência Social em 2017. O número é a diferença entre pessoas ocupadas que contribuíram no ano passado (58,1 milhões) e em 2016 (59,2 milhões). As informações constam na Pnad Contínua, pesquisa que faz um panorama nacional do mercado de trabalho.

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, os resultados são explicados, em parte, pelo aumento do trabalho informal no Brasil desde 2014, quando a recessão econômica teve início. O especialista afirma ainda que a diminuição na arrecadação da Previdência tem sido uma tendência nos últimos seis anos, período em que o setor perdeu 2,7 milhões de contribuintes...