Em 2024, a carga tributária bruta no Brasil bateu 34,24% do PIB, maior nível desde 1990. Para liberais, isso significa que 1/3 de toda riqueza produzida é capturada pelo Estado para que esse Estado, que é caro e ineficiente gaste dinheiro público obtido do suor do povo brasileiro com todo tipo de irresponsabilidade e dessa forma acabemos pagando impostos equivalentes aos pagos na ¨Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia” e recebamos em troca, serviços públicos de países muito pobres e de péssima qualidade na maioria das vezes. Cada aumento de arrecadação vira mais gasto por aumento de alíquota de imposto ou criação de taxas, contribuições ou alteração em tarifas resultando em arrocho para a classe trabalhadora e produtores rurais que pagam mais e deixam de colocar na mesa para si e suas famílias, alimentos, roupas, remédios, combustíveis para rodar a economia, energia elétrica, água, gás de cozinha entre outros.
Pegando um pequeno exemplo, o conhecido IPTU, cuja competência de instituir e cobrar é do município e se originou da famosa “décima urbana de 1808, hoje, o conhecido IPTU que é 100% municipal e existe há 216 anos, incide sobre ter casa, apartamento, terreno ou imóvel em área urbana e seu cálculo é sobre o valor de venal do imóvel e seu peso na economia familiar cresce a cada ano, gerando profunda insatisfação entre à população. Em Juazeiro o IPTU deve responder por 2 a 5% da receita total e cerca de 10 a 20 % das receitas próprias do município e aí começam os problemas a atualização depende sempre da Planta genérica de valores – PGV, e tal atualização implica em aumento todos os anos, para uma população que não vê uma regular e eficiente contrapartida em serviços como PAVIMENTAÇÃO DE RUAS, ESGOTAMENTO SANITÁRIO, ILUMINAÇÃO PÚBLICA, ESTRADAS BEM CONSERVADAS e tal situação é a mesma de muitos dos municípios da região do vale do São Francisco e quiça na Bahia e no Brasil...