Foram encontrados 603 registros para a palavra: culto

Codevasf convoca agricultores dos projetos de irrigação para renegociar débitos vencidos de K1

 
Produtores dos projetos de irrigação mantidos pela Codevasf, nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Minas Gerais, têm até o dia 02 de fevereiro de 2016 para renegociar os débitos referentes à tarifa para amortização da infraestrutura de irrigação de uso comum, conhecida como tarifa K1.
 
Para aderir à renegociação de débitos do K1, os agricultores precisam comparecer no Setor de Cobrança da Superintendência Regional da Codevasf ou no Escritório de Apoio Técnico da Codevasf em seu estado, munidos de cópia do CPF, carteira de identidade e comprovante de residência, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. No local, o agricultor deverá preencher um requerimento com o pedido de parcelamento do débito e apresentar também uma declaração de inexistência de ação judicial referente ao K1. Em seguida, o processo de renegociação do produtor será submetido à direção da Codevasf.
 
“A arrecadação da tarifa K1 pela Codevasf é essencial para possibilitar o retorno de investimentos aos projetos de irrigação na forma de reposição de equipamentos com vida útil esgotada ou em obras de reabilitação, correção e modernização da infraestrutura de irrigação de uso comum dos projetos”, ressalta o diretor da Área de Empreendimentos de Irrigação da Codevasf, Luís Napoleão Casado.
 
Os débitos poderão ser parcelados em até 60 parcelas mensais. Os limites mínimos para as parcelas são de R$ 100 (pessoa física) e R$ 500 (pessoa jurídica). O prazo de renegociação termina em 02 de fevereiro. Os agricultores que não aderirem à renegociação dentro do prazo estipulado só poderão regularizar os débitos vencidos de K1 com a quitação integral. De acordo com Napoleão Casado, essa é uma ótima oportunidade para os irrigantes regularizarem seus débitos de tarifa K1. Os produtores que não procurarem a Codevasf poderão ter as dívidas executadas na Justiça, correndo o risco de ter o fornecimento de água suspenso e o lote retomado. “A renegociação vai evitar a execução judicial e a aplicação das penalidades previstas na legislação”, afirma Casado
 
Em 2002, o Ministério da Integração Nacional (MI), por meio da Portaria nº 477/2002, extinguiu a cobrança da tarifa K1 para agricultores irrigantes com lotes em projetos de irrigação em Alagoas e Sergipe, sob responsabilidade da Codevasf. Para esses, os débitos em negociação são relacionados a dívidas geradas antes da extinção da tarifa.
..

Agricultores de Lagoa Grande receberão 17 toneladas de sementes: Milho, feijão e sorgo para reforçar a plantação

Aconteceu dia passado,19, o lançamento dos programas 'Terra Pronta' e 'Distribuição de Sementes' no centro de produção e comercialização do IPA na parceria do governo do Estado com seis prefeituras do Sertão Pernambucano (Afrânio, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista), o Prefeito de Lagoa Grande, Dhoni Amorim, foi o único prefeito representante dos municípios presente ao evento, demonstrando alinhamento com o Governo Paulo Câmara.

A previsão é de que sejam beneficiadas cerca de 2000 famílias produtoras em Lagoa Grande com sementes e aração de terras. Dhoni Amorim, em conversa com Nilton Mota, secretário de Agricultura e Reforma Agrária, pediu também mais recursos para perfuração de poços, construção de barragens e para silagem. "Nossos produtores irão receber: 17 toneladas de sementes (10 toneladas de milho, 05 de feijão e 02 de sorgo). As 'horas máquina' do programa Terra Pronta, ainda iremos definir com o escritório do IPA e a previsão é de que a Prefeitura, busque já esta semana as sementes aqui no IPA e na próxima 2ª feira (25), já comecemos a distribuição. Reforcei com a secretário outras reivindicações pois, não dá para ficar esperando só por chuvas, precisando buscar outras alternativas para ajudar o homem do campo" declarou...

“Esse ano eu não passei aperreio porque tinha muita ração guardada”, diz agricultor do sertão baiano

O ano de 2016 começou com muitas chuvas no sertão da Bahia e, mesmo de forma irregular, chovendo mais em uns locais e em outros menos, a vinda da chuva é motivo de muita alegria, principalmente para as comunidades rurais, pois estas têm o costume de armazenar a água da chuva, além da chegada dela garantir a renovação da Caatinga e favorecer o plantio e o pasto para os animais.

Para captar e armazenar a água que cai, as famílias e comunidades contam com as tecnologias de captação e armazenamento da chuva. São as cisternas de consumo e de produção, os barreiros trincheiras, os tanques de pedras, barragens subterrâneas, açudes, etc. Em todo Semiárido, estas tecnologias são construídas por mais de três mil organizações reunidas na Articulação do Semiárido – Asa, o que já possibilitou a construção de 669.243 tecnologias até janeiro deste ano. 

 Em Juazeiro (BA), famílias da comunidade de Cipó, no distrito de Juremal, estão incluídas nesse dado. A região é contemplada com projetos executados pelo Irpaa e que hoje garante o armazenamento da água em cisternas calçadão, as quais encheram logo com as chuvas da primeira semana de janeiro.

Mas, além de guardar a água, é preciso atentar para a importância de armazenar também o pasto. “Esse ano eu não passei aperreio porque tinha muita ração guardada”, diz o agricultor Rafael Nunes, se referindo ao ano de 2015 e citando a silagem e fenação como práticas adotadas nos últimos anos após a assessoria de organizações como o Irpaa. Ele conta que quando começa a sair o “broio” das plantas na Caatinga, os animais são logo soltos na área, mas como o verde não dura o ano todo, é preciso armazenar a forragem. “A gente agora é esperar que saia bem comida na área de Fundo de Pasto que a gente vai trabalhar no sistema de guardar a ração pra quando chegar o mesmo período a gente ter a ração para os animais, porque comprar não dá certo não, é muito caro”, confirma.

 São ações simples como estas, asseguradas às milhares famílias por meio das políticas públicas voltadas para o Semiárido, que diferenciam estes últimos anos de estiagem das secas de algumas décadas atrás. “Antigamente a gente esperdiçava muito, ninguém guardava nada não”, lembra Seu Rafael, destacando a importância tanto da estocagem de alimentos quanto da água.

Medição da chuva para planejar a produção..