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MAIS DE MIL CRIADORES DE CAPRINOS E OVINOS DO NORTE BAIANO VOLTAM A TER ACESSO A ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GERENCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA BIOMA CAATINGA

Será iniciada nesta segunda-feira, 06 de Junho, a segunda etapa do Programa Bioma Caatinga.  O programa de inclusão produtiva da ovinocaprinocultura do semiárido da Bahia surgiu de uma articulação entre o SEBRAE, Banco do Brasil e Fundação Banco do Brasil, com o objetivo de, por meio de análise detalhada da cadeia produtiva de caprino e ovinos, investir coletivamente no desenvolvimento regional sustentável nos municípios de Juazeiro, Curaçá, Uauá, Remanso e Casa Nova. A primeira fase do programa foi desenvolvida entre Janeiro de 2012 e Janeiro de 2014, quando 1200 produtores rurais de 217 comunidades dos cinco municípios foram assistidos.

Nesta segunda fase, 1.054 produtores de 325 comunidades e 186 Micro e Pequenas Empresas serão atendidas e acompanhadas por técnicos do programa durante dez meses. Os criadores serão orientados a melhorar o manejo do seu rebanho, melhorar as instalações e comercializar seus produtos de forma legal e inspecionada. Os produtores rurais atendidos no programa Bioma Caatinga, também terão acesso a uma linha de crédito, que será disponibilizada pelo Banco do Brasil, para investir na sua empresa rural. Os técnicos do programa também vão atuar junto aos abatedouros legalizados, frigoríficos e açougues. O objetivo é capacitar os profissionais que atuam na comercialização dos produtos de caprinos e ovinos para melhorar a estrutura das suas instalações e ofereçam produtos de melhor qualidade ao consumidor. Ao todo, 44 profissionais entre técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos, veterinários e zootecnistas desenvolverão as ações do Bioma Caatinga...

MAIS DE MIL CRIADORES DE CAPRINOS E OVINOS DO NORTE BAIANO VOLTAM A TER ACESSO A ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GERENCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA BIOMA CAATINGA

Será iniciado na próxima segunda-feira, 06 de Junho, a segunda etapa do Programa Bioma Caatinga.  O programa de inclusão produtiva da ovinocaprinocultura do semiárido da Bahia surgiu de uma articulação entre o SEBRAE, Banco do Brasil e Fundação Banco do Brasil, com o objetivo de, por meio de análise detalhada da cadeia produtiva de caprino e ovinos, investir coletivamente no desenvolvimento regional sustentável nos municípios de Juazeiro, Curaçá, Uauá, Remanso e Casa Nova. A primeira fase do programa foi desenvolvida entre Janeiro de 2012 e Janeiro de 2014, quando 1200 produtores rurais de 217 comunidades dos cinco municípios foram assistidos.

Nessa segunda fase, 1.054 produtores de 325 comunidades e 186 Micro e Pequenas Empresas serão atendidas e acompanhadas por técnicos do programa durante dez meses. Os criadores serão orientados a melhorar o manejo do seu rebanho, melhorar as instalações e comercializar seus produtos de forma legal e inspecionada. Os produtores rurais atendidos no programa Bioma Caatinga, também terão acesso a uma linha de crédito, que será disponibilizada pelo Banco do Brasil, para investir na sua empresa rural. Os técnicos do programa também vão atuar junto aos abatedouros legalizados, frigoríficos e açougues. O objetivo é capacitar os profissionais que atuam na comercialização dos produtos de caprinos e ovinos para melhorar a estrutura das suas instalações e ofereçam produtos de melhor qualidade ao consumidor. Ao todo, 44 profissionais entre técnicos agrícolas, engenheiros agrônomos, veterinários e zootecnistas desenvolverão as ações do Bioma Caatinga...

Em Juremal, Márcio Jandir defende maior apoio aos criadores de ovinos e caprinos de Juazeiro

No último final de semana, a comunidade de Juremal, zona rural de Juazeiro, realizou a II Feira de Caprinos e Ovinos. Visitando o local, o candidato a prefeito pelas oposições, em 2012, Márcio Jandir, vice-presidente do partido Democratas (DEM), defendeu um apoio maior aos criadores.

“Nossa cidade tem uma gama de polos produtivos que auxiliam a nossa economia. Não podemos, por exemplo, focar, apenas, na agricultura irrigada. Temos que apoiar a agricultura familiar, de sequeiro e os criadores e seus derivados. A gestão municipal deve apoiar com projetos de capacitação e auxílio técnico para qualificar cada vez mais nossa produção. Temos um dos maiores rebanhos do país e precisamos alcançar cada vez mais novos mercados, através da nossa qualidade”, ressaltou Márcio Jandir, que é pré-candidato a prefeito pelo DEM...

Criadores vacinam mais de 95% do rebanho jovem contra aftosa

 
A segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa de 2015 alcançou o índice de 95,13%, quando foram imunizados os bovinos e bubalinos com até 24 meses, mesmo com os problemas enfrentados pela falta de chuva no território baiano. Foram vacinados 3.294.676 dos 3.463.267 animais vacináveis. As regiões que obtiveram melhores índices foram Salvador (99,02%), que contempla os municípios de Candeias, Camaçari, Simões Filho, Lauro de Freitas, Dias D'Ávila, Mata de São João e São Sebastião do Passé; Itapetinga (98,43%); Irecê (98,20%); Teixeira de Freitas (97,22%); e Itaberaba (96,83%).

Os dados foram obtidos a partir do confronto de informações entre as declarações dos criadores e os relatórios das revendas de vacinas de responsabilidade da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura (Seagri). Os números, segundo o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, “refletem o comprometimento dos produtores com o desenvolvimento sustentável da pecuária baiana, que tem a sanidade animal como base para o desenvolvimento atividade”. 

Livre da aftosa 
 
De acordo com o diretor de Defesa Sanitária Animal, Rui Leal, com o índice acima do exigido - de 90% - atrelado ao sistema de atendimento às doenças, vigilância epidemiológica, fiscalização e informatização de dados consolidados, a Bahia mantém o status de livre da Febre Aftosa com Vacinação. “Em maio, o nosso estado completa 15 anos deste reconhecimento internacional fornecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE)”, diz Leal. O impacto negativo de uma enfermidade como a febre aftosa em um país como o Brasil é em torno de US$ 7 bilhões por ano.

Superando a seca
 
Mesmo com o período de estiagem, a campanha de vacinação contra a febre aftosa não precisou ser prorrogada na Bahia, na tentativa de auxiliar os criadores na imunização, como fizeram alguns estados do Nordeste também afetados pela seca. O coordenador do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, Antônio Lemos Maia, explica que, desde 2011, quando a escassez de chuva teve início em mais de 200 municípios baianos, a Adab promoveu uma intensa reestruturação estratégica de vacinação e monitoramento dos rebanhos localizados em regiões decretadas em Estado de Emergência, com o objetivo de diminuir os efeitos da seca e manter o índice vacinal acima de 90%. 

“Além dos prejuízos econômicos dos criadores, uma série de problemas, como a restrição alimentar dos animais, os baixos índices de chuvas, desnutrição do rebanho e os altos custos de insumos, poderiam comprometer a imunização contra a aftosa”, explica Maia. A equipe técnica da Adab já está planejando ações para a primeira etapa de vacinação contra febre aftosa, a ser realizada em maio, quando todos os animais devem ser vacinados, independente da faixa etária. 
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