Foram encontrados 184 registros para a palavra: UEMA

AMMPLA monta esquema especial para acompanhar o percurso da Tocha Olímpica

A Prefeitura de Petrolina, através da AMMPLA-Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina, já vive a expectativa da passagem da Tocha Olímpica por suas ruas e por este motivo o trânsito sofrerá algumas modificações. Na próxima quinta-feira, 26, o símbolo maior das Olimpíadas chega à cidade e será conduzido por 110 cidadãos, num percurso de 21km. Durante o trajeto não será permitido estacionamento de carros, motocicletas ou qualquer tipo de veículos no percurso, sendo passível de reboque.

A Tocha percorrerá 17 bairros e  terá início às 15h, na BR 407, no bairro Cosme e Damião e será finalizado na orla de Petrolina, por volta das 18h, quando haverá shows e celebrações. A AMMPLA terá um esquema especial de trabalho com mais de 50 agentes de trânsito, 8 homens operacionais da manutenção, fiscais de transportes, motocicletas, viaturas, vans e guinchos, além da sinalização com cavaletes e cones.

De acordo com a engenheira de trânsito da AMMPLA, Paula Lopes, a  tocha percorrerá os bairros IPSEP, Jardim São Paulo, Cosme e Damião, João de Deus, Nova Vida I e II, Jardim Amazonas, Pedro Raimundo, Ouro Preto, Jardim Maravilha, Vila Mocó, Centro, Caminho do Sol, Areia Branca, Maria Auxiliadora, Imperial Colônia e São José. O transporte coletivo terá sua rota alterada à medida que as vias que eles trafegam sejam interditadas. Os fiscais das empresas serão responsáveis pela mudança do trajeto dos ônibus.

"É um momento único e por isto precisamos da compreensão e contribuição de todos, motoristas e pedestres para fazer um momento de tranquilidade para garantir um percurso seguro", diz Paula, ressaltando que o revezamento da Tocha Olímpica representa um olhar positivo para Petrolina no cenário turístico e esportivo nacional. Para garantir que o evento aconteça de maneira segura, a Prefeitura instalou uma comissão municipal, responsável pela organização do trânsito, pela assistência médica ao longo do trajeto do percurso. ..

Esquema de segurança para votação do impeachment no Senado começa a ser montado

O governo do Distrito Federal já iniciou a implantação do esquema de segurança na Esplanada dos Ministérios para a primeira votação sobre o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que acontece a partir da próxima quarta-feira (11), no Senado. As grades que vão dividir o público contrário e favorável ao impeachment já estão no gramado em frente ao Congresso Nacional. Um muro de metal dividindo a Esplanada ao meio deve começar a ser erguido neste fim de semana, nos mesmos moldes do isolamento que foi feito para a votação no plenário da Câmara, no último dia 17. Segundo a Agência Brasil, o esquema de segurança também deve incluir um vão dos dois lados do muro, onde poderão ser feitos atendimentos de emergência pelo Corpo de Bombeiros, caso seja necessário. Além disso, o gramado logo em frente ao Congresso Nacional ficará isolado, com os manifestantes mantidos distantes do prédio. ..

Flagrantes do Blog: Ex-Deputado Roberto Jefferson, condenado no esquema do mensalão, participa da sessão deste domingo


O Blog continua dentro do Plenário da Câmara dos deputados acompanhando todos os detalhes da votação da admissibilidade do impeachtment da presidente Dilma Rousseff.

Nas imagens colhidas pelas lentes do Blog, a presença do ex-deputado Roberto Jefferson, condenado no escandalo do mensalão e imagem de plenário com parlamentar acessando o blog em tempo real...

Marcelo Odebrecht controlava esquema de pagamento de propina em construtora

Mesmo com o presidente da empreiteira, Marcelo Bahia Odebrecht, preso a Operação Lava Jato descobriu indícios de que os pagamentos de propina do Grupo Odebrecht ocorreram até novembro de 2015, aponta o Ministério Público Federal. A Operação Xepa, 26ª fase deflagrada nesta terça-feira (22) cumpre 110 mandatos em oito Estados, sendo 15 de prisões. "Apurou-se que as tratativas acerca dos pagamentos de vantagens indevidas se estenderam até, pelo menos, novembro de 2015, conforme comprovado por troca de e-mails entre os investigados", informa a força-tarefa da Lava Jato. Os pagamento se davam, segundo as evidências surgidas após a Operação Acarajé - 23ª fase deflagrada em 22 de fevereiro, por meio de uma estrutura do Grupo Odebrecht "profissionalmente organizada" chamado "setor de operações estruturadas". "Este setor tinha dentre suas missões viabilizar, mediante 'pagamentos paralelos', atividades ilícitas realizadas em favor da empresa. Para operacionalizar o esquema ilícito, foi instalado dentro do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht um sistema informatizado próprio, utilizado para armazenar os dados referentes ao processamento de pagamentos ilícitos e para permitir a comunicação reservada entre os executivos e funcionários envolvidos nas tarefas ilícitas". Marcelo Odebrecht foi condenado no mês passado pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos em primeiro grau da Lava Jato, a 19 anos de prisão, na primeira ação pena envolvendo o grupo. A nova fase complica a vida do empreiteiro - detido desde 19 de junho, em Curitiba, alvo da 14ª fase batizada de Operação Erga Omnes. "Dentre as razões que embasaram as prisões preventivas estão as novas evidências de pagamentos de propinas vultosas, disseminadas e sistematizadas como modelo de negócio, até data recente, mesmo após a 14ª fase da Lava Jato, a qual focou sobre a atividade ilícita da Odebrecht", informa o MPF. "Os indicativos de obstrução à investigação, com a destruição de arquivos e informações; bem como as provas de mudança para o exterior, por conta da empresa e após a deflagração da Lava Jato, dos funcionários responsáveis pela estruturação dos pagamentos ilícitos". A Operação Xepa é desdobramento da 23ª fase - Operação Acarajé - em que foi preso o marqueteiro do PT João Santana e sua mulher, Mônica Moura. Eles receberam pelo menos US$ 3 milhões da Odebrecht em conta secreta na Suíça. A partir dessas investigações, foram descobertas as planilhas secretas da empreiteira com pagamentos de propina e codinomes. "A partir das planilhas obtidas e das anotações contidas no celular de Marcelo Odebrecht, obtiveram-se mais evidências contundentes de que este, então Presidente da Organização Odebrecht, não apenas tinha conhecimento e anuía com os pagamentos ilícitos, mas também comandava diretamente o pagamento de algumas vantagens indevidas, como, por exemplo, as vantagens indevidas repassadas aos publicitários e também investigados Monica Moura e João Santana", informa o MPF. ..