
Trabalhadores Sem Teto - MTST, filiado à União Nacional por Moradia Popular, com apoio do Conselho Popular de Petrolina realizaram um *Público*em frente à Prefeitura Municipal de Petrolina, nesta quinta-feira, 23 de abril de 2026.
O objetivo é cobrar agilidade na assinatura da escritura do terreno destinado à construção de 190 casas populares pelo Programa Minha Casa, Minha Vida - Entidades.
De acordo com as lideranças do ato público O terreno em questão é fruto de uma permuta com um terreno que a União cedeu ao movimento, e a própria Prefeitura propôs a troca. A permuta já foi aprovada pelo Legislativo Municipal e o cartório já elaborou o documento de escritura. Ou seja, falta apenas a assinatura do Prefeito para que a obra inicie.
O ato contou com a presença do vereador professor Gilmar Santos e de Rosalvo Antonio.
A área também já foi aprovada pelo Ministério das Cidades e tem projeto pronto, mas segue parada há meses aguardando apenas a canetada do prefeito.
São 190 famílias trabalhadoras que sonham com a casa própria e não podem continuar esperando pela burocracia.
PAUTA DO ATO:
1. Cobrar do prefeito a assinatura imediata da escritura do terreno;
2. Denunciar a demora que prejudica centenas de famílias de baixa renda.
ENTIDADES PRESENTES:
MTST filiado aUnião Nacional por Moradia Popular, Conselho Popular de Petrolina, sindicatos, associações de bairro e movimentos populares.
O direito à moradia é garantido pela Constituição. Não aceitaremos que 190 famílias continuem sem teto por falta de vontade política.
redegn Foto redes sociais



3 comentários
23 de Apr / 2026 às 11h55
Olha só um vereador e um pré candidato a deputado federal apoiando invasores de terra, e hoje e dia de secao na camara esse vereador devia estar na seçao
23 de Apr / 2026 às 14h11
Seu sempre alerta , vá investigar a casa q o atual prefeito de Petrolina comprou , o valor do imóvel talvez dê p construir 200casas p esses trabalhadores. E aí o dinheiro saiu de onde? Esse são os políticos honestos. Kkkkkk.
23 de Apr / 2026 às 17h39
Só observando, bando de desocupados.