
Durante entrevista ao programa Café com Blog, da Rede GN, o diretor-presidente da AMTT, Paulo Lima, destacou a participação da Prefeitura de Juazeiro nas discussões sobre mobilidade urbana e obras federais que impactam diretamente o trânsito da cidade.
Segundo ele, a mudança ocorreu a partir do início da gestão do prefeito Andrei Gonçalves, que passou a atuar como interlocutor junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), garantindo participação municipal em decisões que antes eram conduzidas apenas pelo Governo Federal.
“Quando o prefeito assume uma postura de protagonismo, ele nos convidou para fazer essa interlocução. Muitas das interferências que conseguimos fazer foram muito favoráveis para a população de Juazeiro”, afirmou.
Um exemplo citado por Paulo Lima foi a intervenção no Alto do Cruzeiro, na região do bairro João XXIII. De acordo com ele, o projeto original da obra não previa a ligação entre os bairros.
“No projeto inicial não existia essa ligação. O prefeito conseguiu articular com o DNIT e hoje temos a garantia daquela rotatória que conecta os dois bairros”, explicou.
Comparação entre os trânsitos de Juazeiro e Petrolina
Durante a entrevista, Paulo Lima também comentou uma comparação frequente feita nas redes sociais entre o trânsito de Juazeiro e o da vizinha Petrolina.
Segundo ele, muitas vezes a realidade é distorcida. “Diferente do que muita gente divulga, o trânsito de Juazeiro não é tão complicado quanto o de Petrolina”, declarou.
Ele lembrou que Petrolina passou por um processo de reorganização do trânsito com atuação integrada de diferentes órgãos, incluindo a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar e agentes municipais.Esse trabalho conjunto, segundo ele, foi fundamental para melhorar a fiscalização e a organização do tráfego.
Problema histórico no Mercado do Produtor
Outro ponto abordado foi a situação do Mercado do Produtor de Juazeiro, considerado um dos principais gargalos de mobilidade da cidade.
De acordo com Paulo Lima, o equipamento está localizado entre duas rodovias federais — a BR-235 e a BR-407 — o que gera impactos diretos na circulação de veículos.
“Há mais de dez anos temos os mesmos problemas ali. O fluxo de caminhões impacta tanto na BR-235 quanto na BR-407, prejudicando totalmente a mobilidade”, explicou.
Ele afirmou que o problema exige planejamento e organização, e não apenas ações de fiscalização.
“Muita gente pensa que é só a PRF chegar lá e multar. Não é assim. É uma questão de gestão e estratégia para organizar aquele fluxo”, concluiu.
Redação RedeGN



1 comentário
12 de Mar / 2026 às 09h57
CONCORDO PLENAMENTE COM O NOVO DIRETOR DA AMTT ESSE CARGO TEM DE SER PESSOAS QUE TENHA CONHECIMENTO DAS NECESSIDADES QUE JUAZEIRO PASSA NESSE MOMENTO DE GRANDES OBRAS EXEMPLO DESSA LIGAÇÃO COM DIVERSOS VIADUTOS SENDO CONSTRUIDO ATE A PONTE.FICO A MIM PERGUNTAR PORQUE ESSE PROJETO DE LIGAÇÃO NÃO FOI LIGAANDO PELA BR 235 AO LADO DA RODOVIARIA PASSANDO PELO ACAY SUPERMERCADO AO INVÉS DE PELA BR 407? OS TRANSTORNOS SERIA MENOS PARA OS COMERCIANTES E MORADORES DOS BAIRROS CASTELO BRANCO JOÃO 23 LAGOA DO CALU E OUTROS .