Interdição na rampa da AABB será definitiva até conclusão da obra, confirma presidente da AMTT

A interdição da rampa nas proximidades da AABB, em Juazeiro, será mantida de forma definitiva até a conclusão do trecho em obras. A confirmação foi feita pelo diretor-presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT), Paulo Lima, durante entrevista ao programa de Geraldo José.

Segundo ele, o bloqueio inicialmente seria provisório, após as fortes chuvas provocarem danos na saída do pontilhão da AABB, onde houve acúmulo de água e o asfalto cedeu. “Fomos acionados logo cedo. Houve excesso de água, o asfalto cedeu e tivemos que fazer a interdição", explicou.

Interdição foi antecipada por necessidade técnica

De acordo com Paulo Lima, engenheiros da empresa responsável pela obra e técnicos do Departamento de Estradas de Rodagem da Bahia avaliaram que seria necessário intervir também na estrutura do pontilhão, onde haverá duplicação da via.

Diante disso, a decisão foi transformar a interdição temporária em permanente até a finalização do trecho.

“Já que estava interditado de forma provisória e eles precisam concluir o pontilhão, será interditado de forma permanente até a conclusão.”

O gestor explicou ainda que a construtora vai antecipar etapas que estavam previstas para fases posteriores da obra, o que pode, inclusive, contribuir para o cumprimento do cronograma.

Prazo para entrega segue mantido

Questionado sobre a previsão do DER de concluir o trecho 1 da obra até julho de 2026, Paulo Lima demonstrou confiança.

“Acredito que o prazo será cumprido. Já vimos um esforço grande de trabalhadores em janeiro para manter o cronograma", destacou.

Ele ressaltou ainda que fatores climáticos podem gerar ajustes pontuais, mas avalia que a antecipação de etapas pode compensar atrasos provocados por chuvas intensas.

Impactos no trânsito

A interdição altera o fluxo na região e exige atenção redobrada dos condutores. A AMTT orienta motoristas a respeitarem a sinalização e buscarem rotas alternativas até que o trecho seja liberado.

A medida, segundo o presidente da autarquia, é necessária para garantir segurança e permitir o avanço definitivo das intervenções estruturais na área.

Redação RedeGN