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Não estamos falando de um simples problema administrativo. Estamos falando de trabalhadores impedidos de chegar ao emprego. De estudantes prejudicados. De pacientes que dependem da travessia diária.
A empresa JOFRA tentou transferir irregularmente a operação da linha. A Agência Nacional de Transportes Terrestres vetou. Mas, depois disso, o serviço simplesmente deixou de funcionar de forma regular.
E agora vem a pergunta que a população faz todos os dias: Quem vai resolver? Porque Juazeiro e Petrolina não são cidades isoladas. São uma região integrada. O que acontece de um lado da ponte impacta imediatamente o outro.
Por isso, faço aqui uma chamada direta:
À Prefeitura de Juazeiro.
À Prefeitura de Petrolina.
Às Câmaras Municipais das duas cidades.
À bancada federal da Bahia e de Pernambuco.
E ao Ministério Público Federal.
É preciso agir. Não basta dizer que é competência federal.
Quando o povo sofre, a responsabilidade é de todos.
É necessário: Cobrar formalmente a ANTT.
Exigir posicionamento público.
Solicitar autorização emergencial para outra empresa operar.
E, se for o caso, provocar judicialmente a retomada do serviço.
O que não pode continuar é o jogo de empurra.
A população não pode ser refém de impasse empresarial nem de morosidade regulatória.
Estamos falando da principal artéria de circulação do Vale do São Francisco.
Interromper esse transporte é comprometer a economia regional.
Se a empresa não cumpre, deve ser substituída.
Se há irregularidade, deve ser punida.
Mas o transporte precisa funcionar.
Porque mobilidade é direito.
E direito não se negocia — se garante.
Luiz Alves



2 comentários
19 de Feb / 2026 às 06h51
O que falta na realidade é uma gestão pública.
19 de Feb / 2026 às 13h14
Parabéns amigo, temos que nos manifestar nas redes sociais, eu nunca vi tanta omissão e burrice, ou tentar enganar as pessoas que se utiliza do coletivo. Do transporte público. É realmente vergonhoso, mas eles não tem.