
A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria da Mulher e Juventude (SMJ) e da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), intensifica as ações da campanha Feminicídio Zero e convida a população para a maior mobilização da iniciativa, que acontecerá neste domingo (8), na abertura da partida entre Juazeirense e Bahia, pelo Campeonato Baiano, no Estádio Adauto Moraes.
A ação integra a campanha do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres, e utiliza o futebol como estratégia de conscientização, levando informação e orientação a um público amplo. A escolha do jogo entre Juazeirense e Bahia amplia o alcance da mensagem, em um momento de grande visibilidade e presença do público.
De acordo com a diretora de Mulheres da Secretaria da Mulher e Juventude, Iuana Louise, a iniciativa busca chamar atenção para um problema social que tende a se agravar em períodos de campeonatos esportivos. "Durante todos os jogos estão acontecendo ações dentro dos estádios, porque pesquisas comprovam que o índice de violência doméstica aumenta nesse período", explicou.
O assessor especial da Seculte, Bruno Lopes, destacou o papel do futebol na mobilização social. "O futebol tem um público predominantemente masculino, e usamos esse cenário para levar uma mensagem essencial para a sociedade: violência zero contra a mulher, feminicídio zero", afirmou.
O apoio dos atletas fortalece a campanha. Goleiro da Juazeirense, Thiago Santos sabe da influência e do alcance das mensagens de conscientização por meio do futebol e convocou a torcida a se engajar na causa.
"Convidamos todos para estarem presentes no próximo domingo, na partida contra o Bahia, pelo Campeonato Baiano, e se juntarem a nós contra o feminicídio. Existem vários tipos de violência, física ou psicológica, que acabam coagindo a vítima. A Juazeirense abraça essa campanha. Somos tolerância zero contra o feminicídio", declarou.
A campanha Feminicídio Zero reforça a importância da denúncia, da informação e do engajamento coletivo no enfrentamento à violência contra a mulher. Em caso de violência, a orientação é ligar 180, Central de Atendimento à Mulher.
Diana Silva/Ascom PMJ



1 comentário
07 de Feb / 2026 às 03h32
Srs leitores e população. Sou contra a qualquer tipo de violência, inclusive quando usa um assunto de tamanha relevância e, tentam sutilmente dá conotação política partidária, quando mentem e, colocam "Femenicidio zero". Já ouvimos pacto pela vida, fome zero e, até momento nada mudou só aumentou. Em um país onde as autoridades constituídas não detém do respeito da sociedade, óbvio que não irá dá certo, é simplesmente narrativa, na tentativa de enganar as mulheres, aceno eleição tá aí.