
O radialista, empresário e blogueiro Carlos Brito, pré-candidato a deputado por Pernambuco, participou de entrevista nesta tarde no Programa Geraldo José/redeGN, oportunidade em que falou sobre suas pretensões no campo político, revelando um desencontro com o grupo ligado ao ex-senador Fernando Bezerra, que inclui os filhos do líder, Miguel Coelho e Fernando Filho.
Carlos Brito atribuiu o início do desgaste à chegada de Miguel Coelho ao processo político, revelando que o bom grau de relação que tinha com a família, a partri da chegada dele, começou a se desgastar: “Miguel Coelho quando chegou, foi outra realidade e eu comecei a ficar fora do processo, eu achei que tinha diminuído meu espaço e que não era mais agradável ficar”, destacou.
De acordo com Brito, “não tem mágoa, não tem raiva, eu agradeço, mas passou. A página virou... a convivência ficou distante, eles estão lá, eu fico cá, a gente se encontra, se cumprimenta, a relação é respeitosa, civilizada, mas não estamos dividindo os mesmo ambientes”, revelou.
Durante a entrevista, em diversos momento Carlos Brito citou situações que remetem a atuação de oligarquias, afirmando que sua pré-candidatura é uma forma de combater “projetos de interesse familiar”:
“O poder tem que ser transitório, mandato não é herança, tem que ter merecimento, não pode ser eterno, para seu filho, de seu filho passa para outro filho, para a mulher dele, pra não sei quem...Isso está virando um projeto familiar e alguém precisa se opor contra isso e é por essa razão que estou me candidatando”.
Brito disse que ainda não decidiu se concorre para a Câmara Federal ou para a ALEPE, que ainda está avaliando convites de partidos e que que estará na base da Governadora Raquel Lyra (PSDB), "mas não necessariamente no partido dela".
“Apesar de ser candidato novo, eu não sou novo na política, ninguém vai te enganar, porque a gente fez política a vida toda, olhou de perto, mesmo sem ser candidato e para ser candidato você precisa de um partido político que lhe dê sustentação, inclusive financeira. Estou caminhando ao lado da governadora Raquel Lyra, mas necessariamente não preciso ser candidato no partido dela, pode ser um partido da base, que me dê musculatura, condição para me eleger (...) preciso de um partido que me dê tempo eleitoral de rádio e televisão, estrutura partidária, segurança que lá mais na frente, ganhe ou não ganhe, não me tomem esse partido”, declarou.
Confira o vídeo com os principais pontos da entrevista:
Redação Rede GN



3 comentários
06 de Feb / 2026 às 10h35
É só quando conhecerá a politica profundamente, muito diferente de ser militante, candidato passa por muitos caminhos espinhosos. Fui candidato por várias eleições, conheço muito bem o que é ser candidato sem recursos próprios para desbancar os grupos interessados apenas em lotear o mandato, a venda tem um custo altíssimo para a sociedade, principalmente eleitores honestos que votam com esperança e acreditando no homem que apresenta bons projetos para a coletividade. Só os partidos progressistas apresentam os melhores quadros. Vá enfrente colega, sinta o que eu sentir, a experiência é salutar.
07 de Feb / 2026 às 19h51
Antes era o maior babaovista do mundo, como diria Odorico. Agora é um traidor sem rumo.
10 de Feb / 2026 às 19h12
Ano passado esse pré-candidatinho aí era só elogio e propaganda sobre o são joão de Petrolina. Agora fica falando de corte de gastos e responsabilidade financeira... kkkkk um piadista. Como disse o outro ali, era um baita de um baba ovo dos Bezerra Coelho e como não deve ter conseguido apoio pra candidatura resolveu cuspir no prato em que comeu. Como jornalista é parcial, enviesado e defensor de interesses dos aliados. Basta ver que nunca publicava nada que manchasse a reputação dos patrões. Agora resolveu virar o paladino da ética. TU NÃO ENGANA NINGUÉM!!! AQUI TU NÃO CENSURA MEU COMENTÁRIO!