.jpg)
Ao longo da última semana a Rede GN divulgou que os médicos do Hospital Regional de Juazeiro decidiram iniciar uma paralisação parcial das atividades por conta dos salários em atraso.
A mobilização envolve 167 profissionais que prestam serviço à unidade por meio de Pessoa Jurídica (PJ).
De acordo com a categoria, o objetivo da paralisação é chamar a atenção da direção do hospital para o problema recorrente dos atrasos nos repasses. Mesmo com a mobilização, os médicos garantem que os serviços essenciais não serão prejudicados.
Uma fonte afirmou que o atraso já chega ao terceiro mês. “Os médicos estão há três meses sem receber, na verdade dois, porque novembro só pagariam em dezembro, e os médicos estão mobilizando parar o serviço.”, relatou.
Em nota, o Hospital Regional de Juazeiro (HRJ) informa que o pagamento dos médicos em regime de Pessoa Jurídica começará a ser realizado no dia 1º/12 (segunda-feira) e está previsto pra ser finalizado no dia 02 do mesmo mês. A direção da unidade reitera que segue empenhada na regularização do pagamento e para evitar que a situação se repita.
NOTA DA SESAB
A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) realiza pagamentos regulares e consecutivos a todos os fornecedores, incluindo as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), que fazem a gestão do Hospital Regional de Juazeiro. Nos últimos 45 dias, foram pagos mais de R$ 22 milhões à entidade.
Diante da denúncia de falta de pagamento aos médicos da unidade, a Sesab notificou a OSID, que se comprometeu a sanar as pendências junto aos profissionais até 2 de dezembro de 2025. A Secretaria adotou medidas administrativas e legais para acompanhar o cumprimento desse compromisso, uma vez que o Governo do Estado mantém em dia suas obrigações financeiras com a entidade gestora.
Da redação Rede GN



3 comentários
30 de Nov / 2025 às 15h06
A Irmã Dulce dos pobres deve tá se revirando no túmulo. Essa empresa q usa o nome dela, além de caloteira, maltrata os funcionários com perseguições e assédios.
01 de Dec / 2025 às 00h42
Srs leitores deste conceituado meio de comunicação. A culpa é da gestão estadual, praticamente os serviços são privatizados, na estrutura física patrimônio público, que outrora foi referencia pra toda nossa região e, após nova estrutura desde empresa IMIP, que é transtorno no atendimento a quem necessita dos préstimos atendimento médico, sem falar que até produtos de limpeza, já faltou e, familiares dos pacientes quem levou pra que limpeza mínima fosse realizada. Como pode, fazer uma estrutura dessa magnitude, com dinheiro nosso e, entregar a iniciativa privada, por qual motivo o estado não
01 de Dec / 2025 às 00h46
O estado não administra serviços, contratando profissionais da área da saúde e afins, através concurso, entendo que seria bem melhor. Com tantos descasos, daqui a pouco saúde que já está PEBA, fará junção chamará H. Trauma 2. Não está pior, por conta dos médicos/residentes da UNIVASF.