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O legado do empresário e ex-deputado Etelvir Dantas, que faleceu na sexta-feira (22) em Salvador, aos 90 anos, foi a pauta do Café Com Blog desta quarta-feira (27) na redeGN, oportunidade em que os convidados Miled Cussa Filho, ex-superintendente da Codevasf e Maurício Dias, poeta e compositor relembraram momentos vividos em Juazeiro em períodos de atuação do homenageado, tanto na área empresarial, quanto política.
Maurício Dias, que ainda bem jovem chegou a trabalhar com Etelvir Dantas, lembrou o início dessa trajetória, ainda como funcionário do Banco do Brasil e o primeitro empreendimento comercial, umpequeno armazém na rua XV de Novembro:
"Eu nasci alí, praticamente na rua Conselheiro Saraiva, na rua Conselheiro Saraiva e quando me dei por gente Etelvir já era quase meu vizinho, era funcionário do Banco do Brasil, tinha uma lambreta e de repente apereceu um pequeno armazém: "Etelvir dizia: quando eu cheguei aqui, juazeiro era a cidade mais importante do semiárido (...) ele veio do Ceará, se formou em contabilidade e foi trabalhar no Banco do Brasil, tinha uma lambreta e de repente apreceu um armazém, na Rua XV, na praça do boi, bem pequenininho, e ele chamado pinguim e botou Fregorino para tomar conta...” destacou.
O poeta lembrou que a primeira grande loja de Etelvir foi aberta na Raul Alves, próximo da feira-livre da cidade e a partir daí começou a ser construído o seu legado como grande empreendedor da região: “Foi daí que ele começou a ficar grande e eu, que tinha 14 anos, fui trabalhar com ele no Mercadão Pinguim, na José petitinga, gerenciada por Elvir Dantas, que era seu irmão”, resgatou.
Miled Cussa, que apesar da diderença de idade, conviveu com Etelvir, também fez referência a esse período, lembrando relatos de sua mãe, Regina Cussa, que teve um longa relação de amizade com o empresário e sua família: "Minha mãe contava que ele começou nesse armazém lá na Rua XV e depois foi construindo as lojas, eu andava na casa dele, com minha mãe, tinha aquela imponência, mas ele era sempre humilde, aquela pessoa atenciosa, desde criança ele tinha sempre um carinho muito grande comigo, mas naquela época o que marcava mesmo, era que a gente via aqui em Juazeiro, supermercados iguais aos de Salvador", lembrou.
Confira esse trecho do Café com Blog na redeGN:
Da redação redeGN



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