Tarifaço EUA: Prefeito Andrei Gonçalves e Simão Durando se destacam em defesa da fruticultura. "Juazeiro e Petrolina tem pressa"

 

O prefeito de Juazeiro, Bahia, Andrei Gonçalves (MDB) e Simão Durando (União Brasil), foram destaques na reunião para discutir soluções para enfrentar o Tarifaço dos Estados Unidas da América.

A REDEGN acompanhou as entrevistas exibidas em rede nacional de televisão, rádio e agência de notícias, incluindo internacionais, exemplo, TV Globo, Globo News, TV Record, Rádio Jovem Pan, Rádio Tupi. Andrei Gonçalves e Simão Durando usaram suas redes sociais avaliando "muito positivo" o encontro  de gestores de várias regiões do país, integrantes da Frente Nacional de Prefeitos, com o vice-presidente da república Geraldo Alckmin.

A pauta do encontro foram as diretrizes que serão tomadas em relação ás medidas que serão adotadas para minimizar os efeitos do tarifaço de Donald Trump sobre o Brasil, especialmente no setor agrícola, que inclui fortes impactos na fruticultura do Vale do São Francisco.

Os prefeitos de Juazeiro e Petrolina apontaram a defesa da fruticultura e das famílias da região que trabalham direta e indiretamente no setor.

A medida norte-americana prevê a elevação de tarifas sobre frutas frescas importadas do Brasil. A decisão afeta duramente a produção e exportação de manga e uva do Vale do São Francisco, região responsável por mais de 90% das exportações nacionais dessas frutas, com Juazeiro liderando em volume e valor exportado. Com esse aumento, há risco de uma queda de até 70% no volume exportado, o que pode gerar fortes impactos econômicos e sociais, especialmente nos municípios cuja economia depende do agronegócio.

Segundo o prefeito Andrei Gonçalves, o governo federal já preparou um pacote de medidas, que deve ser anunciado nos próximos dias. “Tem notícia boa chegando, o governo está atento e acatou a demanda dos prefeitos e prefeitas do Brasil. É momento de pensar no emprego e na renda da população. Juazeiro tem pressa, o Vale do São Francisco tem pressa, e nós não podemos perder nenhuma oportunidade de negócio. É isso que o produtor de manga e de uva está buscando: apoio para continuar produzindo, gerando renda e levando o nome do Brasil para o mundo”, ressaltou. 

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