Foram encontrados 8 registros para a palavra: combate à violência contra mulheres

Força-Tarefa Mulher é criada para reforçar combate à violência contra mulheres em Pernambuco

O Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Defesa Social (SDS), realizou, na manhã desta quinta-feira (12), a primeira reunião da Força-Tarefa Mulher, iniciativa que reúne as forças operativas do Estado para fortalecer o combate à violência contra mulheres em Pernambuco.

O encontro contou com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica e teve como objetivo aprimorar os fluxos de atendimento e tornar mais ágeis e eficientes as ações de proteção às vítimas...

Hospital Universitário da Univasf reforça combate à violência contra mulheres

A cada quatro horas uma brasileira é vítima de violência no país. O Agosto Lilás trata desse tema, sendo o mês dedicado ao enfrentamento dos mais diversos tipos de violência contra a mulher. Para garantir o direito à assistência especializada e ao acolhimento humanizado, hospitais universitários federais vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) oferecem atendimento e apoio a mulheres vítimas de violência, de forma gratuita, via Sistema Único de Saúde (SUS).  

De janeiro a agosto deste ano, uma média de 300 notificações de violência contra mulheres foram registradas no Hospital Universitário da Univasf (HU-Univasf/Ebserh). O levantamento realizado pelo Núcleo de Epidemiologia do hospital alerta para uma triste realidade. Entre os casos mais prevalentes estão as agressões com arma branca, agressões com arma de fogo e tentativa de suicídio...

Petrolina: Guarda Civil divulga balanço positivo das ações de combate à violência contra mulheres em 2022

Participando efetivamente das ações de segurança pública e de políticas voltadas ao combate à violência de gênero, a Patrulha da Mulher da Guarda Civil Municipal (GCM) de Petrolina divulgou dados positivos do atendimento realizado na fiscalização de medidas protetivas e o acompanhamento às vítimas de violência doméstica e familiar no cumprimento de medidas protetivas relacionadas às diretrizes da Lei Maria da Penha.

Ao todo, em 2022, mais de 2.500 mulheres receberam a visita domiciliar da equipe da Patrulha. Como também, foram detidos e conduzidos 64 indivíduos para a Delegacia de Polícia por cometerem algum tipo de ato de violência contra a mulher, e o acompanhamento de 236 mulheres no cumprimento de medidas preventivas; também foram lavradas cerca de 92 certidões de fiscalização de medidas protetivas, além de 11 retiradas de pertences de vítima do local da ocorrência, em apoio a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM)...

Comissão aprova relatório setorial de Gonzaga Patriota com recursos para combate à violência contra mulheres

A Comissão Mista de Orçamento aprovou o relatório setorial do deputado Gonzaga Patriota (PSB) que acrescentou R$ 132,2 milhões para o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Desses recursos, R$ 95,6 milhões vêm de 196 emendas individuais, que têm execução obrigatória. Outros R$ 9,6 milhões são de emendas de bancada impositivas e R$ 26,8 milhões de emendas de comissões. A pasta tinha sofrido um corte de R$ 13,5 milhões no relatório preliminar...

Guarda Civil Municipal de Petrolina faz balanço das ações de combate à violência contra mulheres

Participando efetivamente das ações de segurança pública e de políticas voltadas ao combate à violência de gênero, a Patrulha da Mulher da Guarda Civil Municipal (GCM) de Petrolina divulgou dados estatísticos do atendimento realizado na fiscalização de medidas protetivas e o acompanhamento às vítimas de violência doméstica e familiar.

A ação segue para realizar o cumprimento de medidas protetivas relacionadas às diretrizes da Lei Maria da Penha. ..

Grupo define ações para fortalecer Judiciário no combate à violência contra mulheres

Após mais um trágico feminicídio, que teve como vítima a juíza Viviane do Amaral – um “ataque covarde”, como destacou em nota o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Fux -, o grupo de trabalho do CNJ que atua na elaboração de estudos e propostas para combater a violência doméstica e familiar contra a mulher realizou reunião extraordinária no sábado (26/12). E sistematizou propostas que serão apresentadas para aprimorar o enfrentamento a esse problema que assola mulheres de todas as faixas etárias, níveis e classes sociais.

Uma das iniciativas que já está sendo realizada pelo grupo de trabalho – que foi instituído em 20 de novembro, por meio da Portaria CNJ nº 259/2020, com a participação de magistrados e magistradas de todo o país – é identificar os projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e que tratam das matérias mais urgentes para combater a violência contra as mulheres. O objetivo é elaborar uma Nota Técnica a ser encaminhada ao Legislativo destacando as propostas e sugerindo tramitação prioritária...

Prorrogadas inscrições para projetos de combate à violência contra mulheres em Petrolina

Quem não conseguiu se inscrever nos projetos ‘Mulheres da Paz’ e ‘Protejo’ pode comemorar. É que a Prefeitura de Petrolina prorrogou as inscrições para ambos os processos seletivos até o próximo dia 5 de novembro. Os projetos visam selecionar e capacitar mulheres e jovens entre 15 e 24 anos para atuação na comunidade com o objetivo de fortalecer a rede de enfrentamento contra a violência. Os projetos fazem parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI).

As inscrições são coordenadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH) e os interessados devem levar à sede da Secretaria Executiva de Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade RG, CPF, comprovante de residência em um dos bairros listados: Alto do Cocar, Cacheado, Cohab Massangano, Jardim Amazonas, Jardim São Paulo, Pedro Raimundo e Vale do Grande Rio e comprovar renda de até dois salários mínimos. Tanto para as mulheres, quanto para jovens, é necessária uma disponibilidade de 16 horas semanais...

Trio Respeita as Mina marca combate à violência contra mulheres no Carnaval 

Respeito é bom e todo mundo gosta. Pelo segundo ano consecutivo, o Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-BA), promove a campanha 'Respeita as Mina' durante o Carnaval, com o objetivo de diminuir os índices de violência contra a mulher. 

Como parte das ações, o trio Respeita as Mina desfilou no Campo Grande, em Salvador, no início da noite desta segunda-feira (12), atraindo milhares de foliões pipoca. Liderada pelas cantoras baianas Larissa Luz, Pitty e Karina Buhr, a passagem do trio incluiu a distribuição de materiais de conscientização, como adesivos, tatuagens temporárias e plaquinhas com as expressões 'pode' e 'não pode'. 

Larissa Luz destacou que "a violência contra a mulher acontece o tempo inteiro. É constante a luta pela libertação dos nossos corpos e para que a gente viva sem medo. O trio é uma ação de muita relevância. É muito importante que a gente esteja dentro do Carnaval, dentro do contexto de festa, falando de algo tão sério que é o respeito a nós, mulheres". 

O que pode e o que não pode? A diferença entre a paquera saudável e o assédio está em atos considerados normais por alguns, como tentar beijar alguém à força ou passar a mão sem a permissão. A recepcionista Valdilene Santos já sofreu assédio no Carnaval. Ela comentou que "os homens geralmente vêm e agarram. Acham que podem pegar". 

Não é não

Mobilizar e alertar a população de que atos como esses são assédio é justamente o mote da campanha, como explicou a secretária de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira. "Não é não. Depois do não, tudo é assédio. Queremos acabar com essa cultura machista que afeta a vida das mulheres. Lançamos a campanha 'Respeita as Mina' no Carnaval do ano passado e agora ela tomou conta do país. É com muita satisfação que vemos artistas, veículos de comunicação e a população abraçando a campanha". 

Foliões nos blocos, camarotes e portais de abordagem, localizados nos pontos de entrada dos circuitos, também estão recebendo itens de conscientização. As Muquiranas foi um dos focos da ação. Participante do tradicional bloco de homens que se vestem de mulheres, o segurança José Jorge Amorim afirmou que "tem que respeitar todo mundo. Nada disso de beijar à força. Tem que brincar na paz". 

Unidades móveis 

O trio e o material de conscientização não são as únicas ações dentro da festa. Duas unidades móveis, resultado de parceria da SPM com o Hospital da Mulher (Barra-Ondina) e a Ronda Maria da Penha (Praça Municipal), orientam mulheres em situação de violência física e sexual, que posteriormente são encaminhadas para as unidades de atendimento. 

"A própria criação da Ronda Maria da Penha é resultado do trabalho da SPM. Neste ano, colocamos uma unidade móvel no Pelourinho para atender a comunidade que vai a esse Carnaval, conhecido por ser mais familiar. A Ronda não podia ficar de fora da campanha", disse a major Denice Santiago, comandante da Ronda Maria da Penha. 

Complementando a estratégia e visando assegurar o acolhimento adequado e o atendimento mais rápido e humanitário às mulheres em situação de violência, equipes da SPM estão reforçando o atendimento na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), no bairro de Brotas, com equipe de psicóloga e assistente social por turno. Estão sendo realizadas ainda visitas aos postos integrados das polícias Civil e Militar localizados nos circuitos do Carnaval. 

Alcance estendido

Uma parceria entre a SPM e a Associação Baiana da Indústria de Hotéis garante que a campanha alcance também hóspedes de hotéis, pousadas, hostels e albergues, instalados no circuito Barra-Ondina e Pelourinho. Ainda foram designados postos de ativação para os pontos de chegada - aeroporto, porto, rodoviária e ferry boat - da capital e no interior, em cidades como Porto Seguro.

As estudantes Tárcia Purificação e Natália Otero aprovaram a campanha. Para Tárcia, é permitido "olhar e conversar. Não pode pegar nem beijar sem minha autorização". Já Natália comentou que "as mulheres sofrem assédio 24 horas por dia. Nós estamos mostrando que somos fortes e vamos lutar contra isso". 

Atrações

No Carnaval 2018, o Governo da Bahia homenageia os 220 anos da Revolta dos Búzios. Na capital, a diversão está assegurada com a contratação de 203 atrações, sendo 112 somente para o folião pipoca. Comemorando dez anos, o Carnaval Ouro Negro mantém a tradição dos blocos afro e afoxés, com o apoio a 91 entidades. Além da capital, a festa é patrocinada pelo Governo do Estado em 22 cidades do interior baiano...