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Criadouro Ararinha-Azul se manifesta após operação e afirma que exames deram negativo para circovírus

O Criadouro Ararinha-Azul divulgou uma nota oficial após a ação realizada nesta quarta-feira (27) pelo ICMBio em Curaçá. Segundo o Criadouro, os exames laboratoriais mais recentes indicaram resultado negativo para circovírus nas aves testadas, informação que já havia sido comunicada oficialmente aos órgãos competentes em 31 de março de 2026.

De acordo com a nota, nenhuma ave morreu desde o início das medidas de enfrentamento ao vírus na região. O criadouro afirma ainda que mantinha acompanhamento sanitário permanente, protocolos de biossegurança, manejo e bem-estar animal, além de equipe técnica especializada...

Operação do ICMBio retira 72 ararinhas-azuis de criadouro em Curaçá

Uma operação realizada pelo ICMBio, em conjunto com a Polícia Federal, retirou nesta quarta-feira (27) 72 aves do criadouro da Ararinha-Azul, em Curaçá.

Segundo o ICMBio ao Curaçá Oficial, as aves removidas testaram negativo para o circovírus e a medida foi adotada de forma preventiva e sanitária...

Policia Federal combate organização criminosa de tráfico de animais silvestres. Grupo teria planejado a captura de ararinhas-azuis

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (12), a Operação Extinção Zero, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa transnacional especializada no tráfico de animais silvestres ameaçados de extinção.

Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, de Pernambuco, do Piauí, do Maranhão e do Pará, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Bahia...

Criadouro Ararinha-azul emite nota sobre operação da Polícia Federal

NOTA À IMPRENSA SOBRE A OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL EM 03/12/2025

A defesa do Criadouro Ararinha-azul informa que a Polícia Federal apreendeu celulares e computadores de funcionários da empresa, e que as aves permanecem no criadouro, aos cuidados dos colaboradores e sob a tutela do Estado...

Curaçá: Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão para investigar vírus letal em ararinhas-azuis 

A Polícia Federal cumpre, nesta quarta-feira (3), cinco mandados de busca e apreensão em Curaçá, no norte da Bahia, e em Brasília, no Distrito Federal, referentes a investigação sobre o vírus letal que atinge as ararinhas-azuis. De acordo com as investigações, empresas que fazem a reintrodução dos animais à natureza em na Bahia teriam descumprido protocolos sanitários.

O assunto veio à tona em 27 de novembro, quando o Instituto Chico Mendes (ICMBio) divulgou que todas ararinhas-azuis que estavam em vida livre na Bahia - o total de 11 animais - testaram positivo para o circovírus...

Criadouro baiano nega acusações de negligência e diz que mantém 98 ararinhas-azuis saudáveis; entenda

O Criadouro Ararinha-azul, em Curaçá (BA), negou as acusações do ICMBio de não cumprir protocolos básicos de biossegurança.

O Instituto tinha indicado anteriormente que foram identificados problemas nas instalações e comedouros sujos e sem desinfecção adequada, além de acúmulo de fezes ressecadas e funcionários realizando manejo com chinelos, bermuda e camiseta, sem EPIs obrigatórios...

Agência Brasil destaca ICMBio multa criadouro das Ararinha Azuis em R$ 1,8 milhão por falhas de biossegurança

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou que as 11 ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) recapturadas no início de novembro testaram positivo para circovírus, agente causador da doença do bico e das penas.

A enfermidade, de origem australiana, afeta psitacídeos como araras, papagaios e periquitos, não tem cura e é fatal na maior parte dos casos. O vírus não oferece risco a humanos nem a aves de produção...

Curaçá: Governo Federal quer saber origem do vírus que ameaça a volta das ararinhas à natureza

O circovírus que ameaça desde abril a reintrodução da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) na Caatinga baiana já teria infectado 31 aves – 11 já em vida livre e outras 20 num criadouro conservacionista no município de Curaçá, de onde os emplumados aguardam liberação na natureza.

Em nota enviada a ((o))eco, o ICMBio – coordenador da reintrodução da espécie – disse não estar confirmado se o vírus teve origem fora do Brasil ou entre animais que já estavam no país. “Esta hipótese está sob investigação de nossa equipe técnica”, ressaltou...

Ararinhas Azuis Circovírus: “O que a gente espera é que o ambiente não tenha sido comprometido, ameaçando a saúde de outras espécies da nossa fauna”, comenta coordenadora de Emergências Climáticas

Repercute em todo o Brasil a informação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) que divulgou os resultados dos exames realizados nas 11 ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) que foram recapturadas no início de novembro por suspeita de infecção por circovírus. Todas testaram positivo. 

Oriundo da Austrália, o circovírus dos psitacídeos é o principal causador da doença do bico e das penas em psitacídeos (grupo de aves que inclui araras, papagaios e periquitos). A enfermidade não tem cura e mata a ave na maior parte dos casos. Os sintomas incluem a alteração na coloração das penas, falhas no empenamento e deformidades no bico. No entanto, este vírus não infecta humanos nem aves de produção. ..

Vírus: Criadouro Conservacionista Ararinha Azul contesta o resultado dos exames divulgados pelo ICMBio. “A informação é imprecisa e precipitada”, critica diretor do criadouro

Confome divulgado na REDEGN a notícia não poderia ser mais desoladora. Mas infelizmente, testes realizados após a captura de ararinhas-azuis que estavam em vida livre em Curaçá, na Bahia, confirmaram que todas as onze aves estão contaminadas com o circovírus, causador da Doença do Bico e das Penas dos Psitacídeos (PBFD, na sigla em inglês) – altamente contagioso e sem cura.

As ararinhas fazem parte do programa de reintrodução da espécie, administrado pela empresa brasileira Criadouro Conservacionista Ararinha Azul (anteriormente identificada como BlueSky), em parceria com a organização alemã Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados (ACTP, na sigla em inglês)...

Crise: Todas as ararinhas-azuis soltas em Curaçá estão infectadas com vírus letal, diz Ministério do Meio Ambiente

A notícia não poderia ser mais desoladora. Mas infelizmente Todas as últimas 11 ararinhas-azuis que estavam na natureza estão contaminadas com um vírus letal, confirmou nesta quarta-feira (26) o MMA (Ministério do Meio Ambiente) após testes realizados nos espécimes, recapturados em novembro. Com isso, o programa de reintrodução da ave, endêmica da caatinga brasileira e uma das mais raras do mundo, enfrenta seu retrocesso mais grave até aqui.

O ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), órgão da pasta ambiental, disse ainda à Folha de S.Paulo que aplicou uma multa de R$ 1,2 milhão à empresa BlueSky, responsável pelo criadouro da ararinha-azul na zona rural de Curaçá (BA), por “descumprimento de medidas de biossegurança”...

Curaçá: Nas redes sociais, criadouro de ararinhas-azuis escancara crise com ICMBio

Conforme a REDEGN destacou qu as Ararinhas-azuis poderão ser retiradas da natureza em Curaçá para conter vírus, a polêmica continua e ganha destaque na imprensa nacional.

Através das redes sociais, criadouro de ararinhas-azuis escancara crise com ICMBio e diz que aves foram infectadas no Brasil...

Nota Oficial sobre a conservação da ararinha-azul e combate ao circovírus

O governo brasileiro investe na conservação da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) desde a década de 1990, executando ações de pesquisa e conservação na área natural de distribuição da espécie e coordenando os esforços de conservação ex situ para restabelecimento da população na natureza. 

Considerando que não há população viável de ararinhas-azuis na natureza, os exemplares que se encontram sob cuidados humanos são a única esperança para sua restauração, sendo indispensável que o Estado brasileiro atue com responsabilidade e cautela, buscando o equilíbrio entre a necessidade de manutenção da população ex situ a longo prazo e o desejo de avançar nas solturas de ararinhas-azuis na natureza.  ..

Ararinhas-azuis poderão ser retiradas da natureza em Curaçá para conter vírus

O Curaçá Oficial acompanha nesta semana a polêmica envolvendo a espécie ararinha-azul, em processo de reintrodução à natureza de Curaçá desde 2022.

Nesta quarta-feira (10), o diretor da ACTP (Association for the Conservation of Threatened Parrots), Cromwell Purchase, publicou em suas redes sociais um vídeo relatando a chegada de uma equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ao centro de reprodução da ararinha-azul, localizado no município...

Curaçá: Ararinha-azul corre risco de nova extinção após surto de vírus 

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) divulgou uma nota  informando que há um surto de circovírus em ararinhas-azuis reintroduzidas na natureza.

Atualmente existem onze aves em vida livre, que foram soltas em 2022 no Refúgio de Vida Silvestre situado no município de Curaçá, na Bahia, onde acontece o programa de reintrodução da espécie, conduzido pela Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP), criadouro particular com sede na Alemanha...

Agência Eco Nordeste destaca que Reintrodução de ararinhas-azuis reacende esperanças

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), endêmica do bioma Caatinga e um dos símbolos da luta pela preservação da biodiversidade brasileira, deu um passo importante rumo à reintrodução em seu habitat natural neste começo de 2025.

Chegaram a Curaçá (BA) 41 exemplares da espécie nascidos em cativeiro e destinados à reintrodução numa ação histórica para a conservação desta ave que havia sido dada como extinta na natureza no ano 2000 como resultado de décadas de captura ilegal e degradação do habitat...

Ararinhas-azuis trazidas da Alemanha encerram quarentena e são transferidas para Curaçá, BA

Após décadas de extinção na natureza, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) está mais próxima de retornar ao seu lugar. Um novo grupo de 41 indivíduos, trazidos da Alemanha no final de janeiro de 2025, concluiu a quarentena sanitária e foi transferido para o Centro Científico para Fins Conservacionistas do Projeto Reintrodução, em Curaçá (BA).

O processo representa mais um avanço na luta pela conservação da espécie, considerada símbolo do combate à extinção. A ararinha-azul desapareceu da natureza no ano 2000 devido à caça ilegal e à destruição de seu habitat...

Projeto da Ararinha Azul em Curaçá recebe 41 aves nesta quarta-feira (29)

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), originária e exclusiva do Brasil, endêmica do Bioma Caatinga, é considerada uma das espécies de aves mais ameaçadas do Brasil. Elas dependiam principalmente das matas ciliares na região de Curaçá, na Bahia, onde encontravam alimento, abrigo e locais para nidificação.

O tráfico de aves é o principal fator de extinção da espécie na natureza, já que é cobiçada por colecionadores e criadores internacionais. Adicionalmente, a destruição dos habitats, causada pelo desmatamento e expansão agrícola, também contribuiu para levar à sua extinção na natureza...

Zoológico de São Paulo abre novo espaço dedicado às ararinhas-azuis

As ararinhas-azuis, aves ameaçadas de extinção de acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), têm desde o início desta semana um novo espaço na área de visitação no Zoo de São Paulo.

O novo habitat possui cerca de 200 metros quadrados e foi inspirado na Caatinga Baiana, região onde o último ninho natural foi avistado em uma Caraibeira, espécie de ipê, no riacho da Melancia, em Curaçá...

Governo Federal não renova parceria e o silêncio da Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados de Extinção (Ararinhas Azuis). Confira

Conforme publicado na REDEGN, o Governo Brasileiro, através do Ministério do Meio Ambiente não renovou um acordo assinado há 5 anos com a ACTP, sigla em Inglês da Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados de Extinção. A medida não interromperia a reintrodução da ararinha-azul na Caatinga, mas pode ter outros impactos socioambientais. 

No mês de maio o site (o eco) jornalsimo ambiental informou que “foi uma decisão colegiada com MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima) e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis)”, de acordo o presidente do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), Mauro Pires...