Crônica - ÉTICA DIGITAL E IDENTIDADE: DILEMA DO COTIDIANO
Acordou com o telefone afundado no travesseiro, como se um vizinho tivesse passado a noite ali e esquecido de ir embora.
Antes do café, antes do chuveiro, já havia deslizado o polegar por rostos, manchetes e anúncios que pareciam conhecê-lo melhor do que ele próprio...
