Artigo: No novo jogo, não vence quem sabe mais do imposto, mas quem entende melhor o próprio negócio
Imagine se a Reforma Tributária brasileira começasse a valer amanhã. Sem período de adaptação, sem postergação e sem “depois a gente vê”. Esse exercício mental, embora hipotético, expõe um comportamento bastante real do empresariado brasileiro: a tendência histórica de reagir apenas quando o impacto já chegou ao caixa.
Estudos comportamentais indicam que cerca de 97% das pessoas deixam decisões estruturais para a última hora, enquanto apenas 3% se antecipam, simulam cenários e tomam decisões antes da maioria. No ambiente empresarial, essa diferença costuma separar quem sobrevive de quem lidera...
