Outros Destaques

Política

Espaço do Leitor

Morador denuncia três buracos na Rua Quintino Bocaiuva

Morador da Rua Quintino Bocaiuva, Centro, em Juazeiro-BA, próximo ao "Calçadão" e a "A Mercearia do Micael", envia foto para alertar a secretaria responsável por "três buracos que vem provocando transtorno no local".

A REDEGN enviou solicitação de nota a Secretaria de Serviço Públicos...

Espaço Leitor

Artigo - Endividamento dos brasileiros cresce e expõe o peso do crédito caro na vida das famílias

O brasileiro está voltando a dever mais, e pior, a pagar cada vez mais caro por isso. Dados do Banco Central mostram que, em julho de 2025, o endividamento das famílias alcançou 48,6% da renda anual, um patamar considerado alto por economistas.

Quando se exclui o crédito imobiliário, esse percentual ainda chega a 30,4%, revelando a dependência crescente de linhas de crédito de curto prazo...

Artigo - A renegociação da dívida do crédito rural

Iniciemos com uma pergunta: a renegociação da dívida do crédito rural será para todos os produtores?

Caros leitores, o produtor rural brasileiro enfrenta hoje um dos momentos mais críticos de sua história recente...

Crônica - A Teoria Akáshica: O DNA do Mundo Desconhecido

A Teoria Akáshica, concebida pela escritora e ocultista russa, Helena Petrovna Blavatsky, persegue verdades enraizadas em tradições espirituais e metafísicas milenares escondidas em um campo universal e não físico, sendo acessíveis a uns poucos iluminados, a exemplo de Leonardo da Vinci, Mozart e William Shakespeare, para ficar somente em três personagens importantíssimas ao conhecimento universal. 

Como se vê, essa concepção sugere que, ao acessar esse repositório cósmico, podemos resgatar sabedorias ancestrais e aplicá-las aos dilemas contemporâneos...

Artigo: O silêncio dos Cem Mil

A fotografia de Evandro Teixeira, em minha parede, não é apenas um registro da Passeata dos Cem Mil. É uma presença.

Ela me observa, mais do que eu a observo. De algum modo, ela insiste em me perguntar coisas: o que você vê agora, aos 73 anos, que não podia ver aos 15, quando era apenas um moleque atravessado pela esperança e pelo medo?..

Jornal da Usp

Artigo - Juazeiro volta a respirar cultura e se reconhecer grandiosa!

Há cidades que nascem com alma. Juazeiro é uma delas, aqui o vento sopra poesia sobre as águas do Velho Chico e a música parece brotar naturalmente das ruas, dos becos, dos mercados, das praças. 

É uma cidade que sempre respirou cultura, mas que, por algum tempo, viu essa respiração ficar curta, quase silenciosa. Agora, Juazeiro volta a respirar fundo e o que se vê é um novo fôlego, cheio de cor, arte e esperança...

Foto Ascom PMJ

Artigo - O agronegócio sob fogo cruzado

O atual governo é muito bom em eleger inimigos e fazer demagogia, jogando o povo contra determinados alvos, como, por exemplo, pobres contra ricos e empregados contra patrões. Nesse rol de adversários, elegeu também o agronegócio como um de seus inimigos.

A razão dessa hostilidade reside no fato de que os produtores do agro não compactuam com as suas narrativas político-ideológicas, suas fake news e seus programas sociais eleitoreiros que apenas mascaram o desemprego.

O setor também se opõe à má administração do dinheiro público, ao gigante déficit estatal e à pregação da ideologia comunista que divide os brasileiros.

O governo elegeu o agro como vilão, independentemente de sua capacidade de colocar comida na mesa do brasileiro e de sua importância na segurança alimentar global, que é crucial. Essa oposição ignora todos os dados positivos e a relevância estratégica do setor, um dos pilares da economia brasileira.

Mas a resistência persiste, porque o nosso agronegócio é corajoso, muito bom e eficiente, contando com excelentes produtores que investem maciçamente em suas terras e em tecnologia. Apesar das dificuldades impostas pelo governo, o segmento luta e prossegue.

É uma força produtiva que “apanha, cai e sempre se levanta”. Obviamente, não existe um setor que seja eternamente incólume a tantos desmandos e pressões políticas e econômicas. Uma hora, o agronegócio sentirá os efeitos de forma mais acentuada. Aliás, já está sentindo, e o pior pode estar por vir com a reforma tributária que se aproxima, trazendo mais incerteza e insegurança.

Já passou da hora de o país ter um governo que esteja alinhado com o agronegócio.

Por ter alta tecnologia e manter a produtividade elevada, o agronegócio ainda consegue absorver a maioria dos impactos adversos. Até quando isso será possível, não sabemos. Existe o risco real de que, em algum momento, o setor do agronegócio entre em colapso.

Vimos nos últimos anos que os resultados para o agro não foram bons, registrando-se um aumento alarmante da inadimplência. Observamos, também, um aumento em percentuais nunca vistos nas recuperações judiciais do agronegócio, com várias empresas tradicionais do setor entrando em dificuldade.


Isso é uma demonstração e um indicativo claro de que o setor não está passando incólume a todos esses desmandos do governo.

A insistência em confrontos com um setor fundamental para a economia e para a imagem do país no cenário internacional demonstra uma grave falha de articulação e de senso de prioridade estratégica.

Em virtude da grande simpatia do atual governo e de integrantes do Judiciário brasileiro por ideologias de matriz comunista, é crucial trazer aqui um pouco da história mundial recente.

A expropriação de terras em Cuba, liderada por Fidel Castro após a Revolução de 1959, foi realizada principalmente por meio de leis e atos diretos do governo. A Revolução Cubana estabeleceu um Estado socialista onde o Poder Executivo (liderado por Fidel Castro e o Conselho de Estado/Ministros) e o Poder Legislativo (Assembleia Nacional) detinham o poder principal.

A primeira Lei da Reforma Agrária em Cuba foi assinada em maio de 1959, apenas cinco meses após a queda de Fulgêncio Batista. Essa lei radical limitou o tamanho das propriedades rurais e nacionalizou grandes latifúndios (inclusive de estrangeiros), visando redistribuir terras e criar fazendas estatais. A expropriação foi possível porque o novo governo revolucionário detinha o controle político e a força total para impor a medida.

No Brasil, o cenário ainda é outro; apesar das várias tentativas de ONGs, do próprio governo e de uma parcela do Judiciário de prejudicar os produtores, há alguma resistência nesse sentido.

A desapropriação só é constitucionalmente permitida em casos estritos: 1) Reforma Agrária (Desapropriação-Sanção), para imóveis rurais que comprovadamente não cumpram a função social (Art. 184 da CF); 2) Utilidade Pública ou Interesse Social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro (Art. 5º, XXIV da CF); 3) Expropriação sem Indenização (Confisco), unicamente para terras com cultivo ilegal de plantas psicotrópicas ou exploração de trabalho escravo (Art. 243 da CF).

O agronegócio é o setor responsável por garantir que o “milagre da multiplicação dos pães” continue acontecendo entre nós, por meio de muito trabalho, alta produtividade e tecnologia, alimentando o Brasil e o mundo. Nesse contexto, a defesa da propriedade privada e da livre iniciativa é essencial; portanto, Deus nos livre dos comunistas e do comunismo!
 
Eduardo Berbigier é advogado tributarista, especialista em Agronegócio, membro dos Comitês Juridico e Tributário da Sociedade Rural Brasileira e CEO do Berbigier Sociedade de Advogados...

Artigo - Decisão do STF que pode custar bilhões às gigantes do streaming transforma a Netflix no novo ‘plot twist’ tributário do Brasil

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) colocou o Brasil de volta no radar das grandes multinacionais do entretenimento, e não exatamente por causa de sua produção cultural. O julgamento do Tema 914, concluído em agosto e publicado em outubro de 2025, validou a ampliação da CIDE-Tecnologia, uma contribuição de 10% sobre remessas ao exterior relacionadas a royalties, licenças e serviços técnicos.

O impacto foi imediato. A Netflix, ao divulgar seu balanço global, revelou um ajuste contábil de US$ 619 milhões (cerca de R$ 3,3 bilhões) diretamente ligado à decisão do STF. O anúncio sacudiu o mercado, derrubou as ações da companhia em Nova York e reacendeu o debate sobre o já conhecido “Custo Brasil”...

Crônica - A Eternidade no Mínimo: Filosofia da Grandeza que Nasce do Pequeno

Há uma beleza silenciosa nas coisas que começam pequenas. Um gesto, uma nota, uma ideia — quase imperceptíveis, mas carregadas de potência. A história da arte, da filosofia e da vida está repleta de exemplos em que o insignificante se transforma em algo monumental.

Não é preciso necessariamente ser filósofo para perceber que o pequeno é, por vezes, o ponto inicial do pensamento profundo, o que se vai confirmando com o passar dos tempos. E o que se apresenta trivial pode guardar uma concentração de sentido capaz até de desdobrar mundos inteiros, quando recebido com atenção e intenção. Desse modo, valorizar o mínimo não é renunciar à complexidade, mas reconhecer que o essencial pode ocultar-se no ordinário...

Artigo: Agroecologia: o novo mundo em gestação

Chega ser emocionante ver pessoas do povo nos avisando qual será o futuro da humanidade. Melhor, a ancestralidade, que é o futuro, já está presente.

Estive em uma mesa que debatia os Sistemas Alimentares diante das Mudanças Climáticas durante o 13º Congresso Nacional de Agroecologia, em Juazeiro da Bahia. Embora alguns expositores tenham feito de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, vozes ancestrais como Raquel Tupinambá nos falaram da sabedoria dos povos...

Crônica - A Banca de Juazeiro: Memória de um Muro (quase) Invisível

Com a demolição da antiga Banca, Juazeiro perde mais do que uma estrutura física — perde um marco simbólico que, por décadas, moldou o cotidiano, a geografia afetiva e as dinâmicas sociais da cidade. Localizada às margens do Rio São Francisco, esse ponto de passagem para Petrolina/PE era, ao mesmo tempo, um elo e uma fronteira.

A Banca servia como acesso direto entre duas cidades irmãs, separadas apenas pelas águas do Velho Chico — o rio da integração nacional. Mas, ironicamente, também funcionava como um divisor interno: um verdadeiro apartheid urbano, onde o concreto delimitava mundos distintos...

Artigo: Eleições 2026. Não se assuste. Não estou lançando candidatura, nem venho pedir o seu voto

Não se assuste. Não estou lançando candidatura, nem venho pedir o seu voto.

Estou passando por aqui, apenas para registrar que, à véspera de cada eleição, vejo gente querendo se candidatar em Juazeiro (BA). Parece filme repetido do Cine São Francisco, nas sextas-feiras, nas sessões duplas de antigamente...

Não subestime nenhum vício

Coisas simples do dia a dia, como joguinhos, vídeos, textos, brincadeiras ou outras atividades que provocam prazer imediato, podem iniciar um ciclo viciante sem que a pessoa perceba. No começo, parecem inofensivas, mas quando estimulam picos rápidos de dopamina repetidamente, o cérebro começa a associar essas experiências a recompensas intensas e exige cada vez mais para gerar satisfação, podendo evoluir para comportamentos compulsivos que prejudicam a vida pessoal e emocional.

O vício é um processo neuroquímico profundo que começa com a busca de estímulos que elevam rapidamente os níveis de dopamina, neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Inicialmente, essas experiências geram satisfação imediata, mas a elevação é breve e seguida de uma queda rápida, provocando arrependimento e vergonha. Com o tempo, o cérebro passa a exigir doses cada vez maiores de estímulo para atingir o mesmo nível de prazer, estabelecendo um ciclo de compulsão que tende a se intensificar. O indivíduo se vê preso entre culpa e prazer, acreditando ter algum controle sobre seus comportamentos, enquanto na realidade suas decisões estão sendo guiadas pelo desejo neuroquímico de dopamina. Essa ilusão de controle reforça o vício, fazendo com que a pessoa subestime o problema e continue se expondo a estímulos cada vez mais intensos...

Por Dra Martha Izabel  e Pr. Teobaldo Pedro

Comunidade rebate nota da Secretaria de Saúde e cobra verdade sobre carga horária, ausência de atendimento e morte evitável de morador da zona rural de Juazeiro

Nesta sexta-feira (17) a Rede GN publicou denúncia de moradores da região da  Jazida 7, zona rural de Juazeiro – BA, denunciando a precarização do atendimento odontológico na Unidade Básica de Saúde local.

A Secretaria de Saúde por meio de nota promoveu esclarementos sobre o atendimento o que causou ainda mais indignação da população (veja aqui)...

Da redação Rede GN

Artigo - Ruínas...Família: Um organismo não sobrevive sem ser absorvido por outros. É a lei da Natureza

Confira o conto Ruínas. Texto da professora Clarissa Loureiro mestre e doutora em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

É professora na Universidade de Pernambuco (UPE) onde atua nas áreas de Literatura Comparada e Estudos Culturais, com orientações e artigos publicados. Além disso, tem os livros de contos Mau Hábito ( 2010), Invertidos ( 2013) e Náufragos ( 2023) e o romance Laurus(2020). Todos os livros se identificam pela realização de uma prosa poética, representativa da Literatura Feminina...

Artigo: Impunidade parlamentar e a luta pela ética na política brasileira

As grandes manifestações cívicas em todo o País repudiaram veementemente a lamentável decisão da Câmara dos Deputados sobre a PEC da Blindagem dos parlamentares. Na tentativa de burlar o que reza a Constituição, nada menos que 344 deputados, na calada da noite, votaram e aprovaram corporativamente a esdrúxula lei contrária ao interesse público, objetivando proteção legal para realizar toda sorte de falcatruas e crimes que alguns deles pretendem praticar.

Basta ver, por exemplo, nos principais jornais e noticiários televisivos do País, que há com certa frequência o nome de um parlamentar sendo acusado de corrupção ou algum outro ato ilícito semelhante. Isto é rotina no Brasil e não há como negar...

Jornal da Usp

Artigo: Recuperação judicial não é a vilã da economia

A declaração do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que há um "abusozinho" no uso da recuperação judicial em determinados setores, reacende um debate que precisa ser feito com equilíbrio e responsabilidade.

O aumento dos pedidos de recuperação judicial, especialmente no agronegócio, é um reflexo direto de fatores econômicos e climáticos adversos, e não necessariamente de má-fé ou uso indevido do instrumento...

Juazeiro: Moradora cobra limpeza pública no bairro Castelo Branco

A leitora da REDEGN, Elizangela Araujo, moradora do bairro Castelo Branco, em nome da comunidade relata a sua  indignação com a falta de compromisso e respeito pela população  por parte da sesp secretaria de serviços públicos da prefeitura de Juazeiro Bahia.

"Em relação aos serviços de limpeza do nosso bairro que encontra-se tomado de lixo, mato e folhas espalhados em todas as avenidas e quadras da comunidade. Pedimos solução para o problema urgente as chuvas estão chegando no final do ano e todo o lixo vai ser carregado para as bocas de lobo entupindo as mesmas e consequentemente a água da chuva vai invadir as residências", finaliza Elizangela Araújo ..

Espaço Leitor

Luís Roberto Barroso: Reafirmo, por fim, minha crença na educação, inclusive e sobretudo na educação pública para quem precisa

O ministro Luís Roberto Barroso anunciou nesta quinta-feira a aposentadoria do Supremo Tribunal Federal. O discurso de despedida é uma aula para a vida. Confira:
Excelentíssimo Senhor Presidente, querido amigo, prezados colegas:

Por doze anos e pouco mais de três meses ocupei o cargo de ministro deste Supremo Tribunal Federal, tendo sido presidente nos últimos dois anos. Foram tempos de imensa dedicação à causa da Justiça, da Constituição e da Democracia...

Espaço Leitor

Beneficiários do Bolsa Família Cras do João Paulo II estão sem visita dos assistentes sociais. É justo?, questiona morador

Leitor da REDEGN, Murilo Ricardo Rocha Silva, morador do bairro João Paulo II denuncia que os moradores estão preocupados "visto que os mesmos precisam atualizar os seus cadastros junto ao CRAS DO JOÃO PAULO II para continuarem a receber o benefício do BOLSA FAMÍLIA, mas estão enfrentando dificuldades já que em alguns casos os cadastros só poderão ser atualizados depois de uma visita técnica de um assistente social".

De acordocom Murilo, "existe solicitação do mês de julho que até o momento ainda não foi atendida já que o número de assistentes sociais é pequeno diante a demanda, contudo as pessoas temem perder seus benefícios já que o prazo para a conclusão das atualizações se aproxima e o município não está conseguindo atender a demanda"...

Espaço Leitor

Artigo: 68 anos da execução do Che: "Ninguém morre enquanto é lembrado"

Capturado no dia 08; no dia 09 de outubro de 1967, ironicamente em uma sala de aula de uma pequena cidade perdida nos vales bolivianos, La Higuera; tiros, disparados "abaixo do pescoço para mostrar que houve  resistência e enfrentamento", deram fim à vida do mais emblemático líder guerrilheiro do século XX.
Ferido, em péssimas condições físicas, subnutrido e com ataques repetidos da asma que o acompanhou pela vida inteira, Ernesto Guevara, o Che, recebeu o Sargento do Exército Boliviano, Mário Teran, sentando a um canto, amarrado.

De acordo com as próprias declarações do executor, que cumpria ordens do agente da CIA Felix Ismael Rodriguez, dadas ao comandante boliviano, o Coronel Perez; Che levantou-se e, mais que uma pergunta, afirmou:
"Você veio para me matar", com uma voz firme que parecia ecoar nas paredes da sala. Terán olhou para o chão sem responder. "O que os outros disseram?", perguntou Che, referindo-se ao restante de seus companheiros de guerrilha que tinham sido capturados e mortos nos dias anteriores. "Nada", respondeu Terán. O Che não pôde deixar de sorrir. "Eles foram corajosos!", exclamou.
Ele me disse: "Fique calmo e mire bem, você vai matar um homem!", contou o então suboficial à revista Paris Match em uma longa reportagem sobre o episódio. 
Encerrava-se ali a vida do guerrilheiro e crescia o mito, as lendas e a aura que beira o misticismo. Até hoje, centenas de pessoas,  peregrinam todos os anos para o local onde ele foi executado e em Cuba, milhares se reúnem para relembrar seus feitos na Revolução de 1958.
Após 68 anos, nós os sobreviventes daqueles fatídicos anos da segunda metade do século XX, que em algum momento da vida, fomos tocados pela urgente necessidade de mudar o Mundo, compreendemos porque o Che nos emociona, nos direciona, nos deu coragem e desassombro para sonhar a Utopia: Antes de ser o comunista, ele era um humanista. Entendia que a Revolução tem de mudar não apenas as relações de produção, mas modificar, por inteiro o Homem.
Esse Humanismo, essa entrega total à tarefa de cooperação social como forma de desenvolvimento, impulsionou Che e plantou raízes no mundo inteiro.
Hoje, quando pairam nuvens escuras sobre o futuro e fascistas mostram abertamente a cara; quando "líderes" patrocinam genocídios e são aplaudidos por ignorantes, quando a "informação" é manipulada por IA e a bússola da ação das massas é o Whatsapp e o Instagram, é impossível não lembrar Che.
Ainda há quem se sacrifique, ainda há quem renuncie ao conforto e a segurança (aqui uma lembrança, registro e admiração à Deputada Federal Luizianne Lins), ainda há humanidade entre mulheres e homens. E quero crer, ainda há coragem e determinação, para continuarmos na jornada para a mudança do Mundo.
Che vive!
Manoel Leão-Um velho sobrevivente..

Espaço Leitor Foto ilustrativa

Artigo: A comunidade alternativa de Canudos

No dia de 5 de outubro de 1897, deu-se o desfecho de um dos episódios mais marcantes da história do Brasil.

Tudo começa quando o governo republicano, com o apoio de setores da elite brasileira, decide destruir a comunidade de Canudos, resultando numa das maiores carnificinas já registradas em solo brasileiro. ..