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Câmara aprova lei da Blindagem, que protege deputados contra crimes. Veja como votaram os baianos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16), em dois turnos, o texto-base de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que aumenta a blindagem judicial para deputados e senadores. 

Chamada de PEC da blindagem e até de PEC da bandidagem por parlamentares governistas, o texto promove uma série de alterações em temas como medidas cautelares, foro privilegiado e no andamento de ações penais contra deputados e senadores. ..

Galvão Bueno recebe livro Luiz Gonzaga 110 anos do nascimento. "É extraordinário"

A trajetória épica de um dos maiores ícones da cultura brasileira amplia ainda desde que aconteceu o lançamento em 2022, do livro Luiz Gonzaga: 110 anos do nascimento, do autor paraibano Paulo Vanderley. O livro é um sucesso e chegou até as mãos do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva.O livro teve dedicatória do autor Paulo Vanderley.  Lula agradeceu o presente.

Recentemente em Fortaleza, Ceará, o livro chegou nas mãos do apresentador Galvão Bueno, ex TV Globo e atualmente na TV Bandeirantes...

Ex-vereador Bertolino Nascimento faz críticas a organização da festa do Colono de Maniçoba

Com mensagem encaminhada ao blog o ex-vereador Bertolino Nascimento tece críticas a organização da Festa do Colono de Maniçoba deste ano.

Confira: Sou Bertolino Alves Nascimento, cidadão juazeirense, ribeirinho de Conchas, sou Itamotinga...

Artigo: Certidão de nascimento? Sim!  

                            

Será que não temos um conterrâneo capaz de nos representar, no Congresso Nacional?..

Deputado Elmar Nascimento nega ter emenda parlamentar sob investigação em nova fase de operação da Polícia Federal

O deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil) afirmou que nenhuma de suas emendas parlamentares está sob investigação na nova fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal, nesta quinta-feira (17). O posicionamento foi repassado por ele em mensagem de texto enviada à equipe de produção da TV Bahia.

A PF investiga o desvio de recursos de emendas parlamentares em municípios da Bahia. Conforme apurou o blog de Camila Bonfim, o foco desta quinta fase da operação é o uso irregular de emendas parlamentares repassadas pelo deputado federal...

Juazeiro e o mito da “certidão de nascimento”:  O bairrismo, como obstáculo ao futuro

Afinal, quem pode administrar e representar Juazeiro? 
Juazeiro não nasceu como cidade no sentido clássico; foi, antes, uma contingência geográfica, uma solução logística que ligou a menor distância da parte navegável do Rio São Francisco ao porto de Salvador, então capital da Colônia: 87 léguas. Era, portanto, a porta fluvial mais próxima entre o coração do semiárido e a então capital da Colônia, Salvador, o que a transformou, desde cedo, em entreposto natural entre interior e litoral, sertão e império. Juazeiro.
Em 1833 Juazeiro foi elevada à categoria de Vila, e era conhecida como o pomar do São Francisco. Petrolina, pelo menos até 1840, sequer era habitada.
Contudo, Juazeiro não se fez apenas de águas e caminhos. Tornou-se, também, território de convergência étnica e cultural. Não apenas os flagelados das secas nordestinas aqui aportaram. Vieram também povos distantes, tragados pelas convulsões geopolíticas do século XX. Após o colapso do Império Otomano, ao final da Primeira Guerra Mundial, quando tratados foram firmados entre tapeçarias mouriscas e minaretes em ruínas, exilados do Oriente, sírios, libaneses e judeus lançaram-se ao mundo. E, como se seguissem constelações invisíveis, encontraram no sertão baiano uma improvável Jerusalém do comércio e da resistência.
Ainda assim, por algum mecanismo inexplicado da psique coletiva, o juazeirense passou a desenvolver uma espécie de xenofobia política. Criou-se a ideia, quase dogmática, de que apenas os filhos da terra poderiam legitimamente governá-la ou representá-la, prefeitos e deputados deviam nascer sob o mesmo sol que seca nossas caatingas. Uma fidelidade geográfica que, paradoxalmente, ignorou a história de seus maiores benfeitores.
Manoel Novaes, por exemplo, não nasceu em Juazeiro: era pernambucano de Floresta, e, no entanto, foi o deputado federal com maior legado na história da cidade. Desde seu primeiro mandato em 1933 até 1987, defendeu com vigor os interesses da região. Foi por suas mãos que se sustentou a construção da Ponte Presidente Dutra, mesmo quando ameaçada de paralisação (1). A ele se deve também o imenso prédio dos Correios, e a atuação decisiva na Comissão do Vale, embrião da atual Codevasf, além dos projetos experimentais de irrigação que transformaram paisagens e destinos.
Na outra ponta, temos Jorge Khoury, juazeirense de nascimento e ex-prefeito. Foi deputado federal entre 1991 e 2011. No entanto, ao consultar sua biografia oficial na Câmara dos Deputados, observamos um curioso padrão: sucessivas licenças para exercer cargos no executivo estadual (2):
“Licenças:
Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 1991-1995, para exercer o cargo de Secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1995. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 1995-1999, para exercer o cargo de Secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, de 3 de fevereiro de 1995 a 3 de abril de 1998. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 1999-2003, para exercer o cargo de Secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia de 2 a 31 de janeiro de 2003. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 2003-2007, para exercer o cargo de Secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia, de 4 de fevereiro de 2003 a 14 de fevereiro de 2006 e a partir de 21 de fevereiro de 2006. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 2007-2011, para tratamento de saúde, por 30 dias, a partir de 8 de novembro de 2010, e de 8 de novembro a 8 dezembro de 2010.”
É possível que alguém refute meu exemplo com Jorge Khoury e sustente que ele contribuiu significativamente para com Juazeiro por meio dos cargos que ocupou nas secretarias do Governo do Estado. Contudo, quem reconhece esse mérito provavelmente também concordará que Juazeiro carrega uma contradição peculiar, um veredeiro paradoxo: cobra, com veemência, que seu representante na Câmara Federal possua certidão de nascimento juazeirense, como se o vínculo geográfico fosse mais importante que o compromisso efetivo com a cidade.
No fundo, sabemos, racionalmente, que o essencial é o comprometimento com os interesses de Juazeiro. Apenas isso. O padrão-ouro do investimento público deveria ser, e em outros tempos foi o das obras estruturantes: universidades, polos de irrigação, instituições de ciência e tecnologia. Nesse campo, destaca-se Osvaldo Coelho, também juazeirense, ao propor a criação da Universidade Federal de Petrolina. E mais: não hesitou em apoiar a transformação do projeto em Universidade do Vale do São Francisco, garantindo que Juazeiro fosse incluída no campus multicampi, o que angariou o apoio da bancada baiana no Congresso. 
Pera aí. Osvaldo Coelho, deputado federal juazeirense? 
Pelos nossos padrões políticos paradoxais, sim. Nasceu aqui, embora tenha feito carreira política em Pernambuco. (e fez muito mais do que outros também nascidos aqui. Juazeiro deve uma homenagem a Osvaldo Coelho).
Bruno Reis, ex-deputado estadual na Bahia, prefeito reeleito da cidade do Salvador, nunca foi atacado por ser um pernambucano, nascido em Petrolina.
Precisamos abrir a mente e aceitar que não temos um juazeirense viável ou mesmo tempo hábil para encampar uma candidatura para deputado federal. Não é problema de nomes, que temos. Mas de conseguir romper a estrutura vigente de emendas parlamentares que sequestrou o orçamento da União, transformando deputados e senadores com mandatos e naturais reeleitos.
 Nesse cenário asfixiante, Juazeiro precisa refletir sobre sua identidade política. O bairrismo, que outrora pareceu virtude, tornou-se um obstáculo à expansão do horizonte cívico. É hora de repensar a representação parlamentar não com base na certidão de nascimento, mas na capacidade concreta de transformar a cidade com ideias, projetos e coragem política.
Precisamos estabelecer diálogos viáveis com quem, juazeirense ou não, possa trazer recursos para o Município.
Porque Juazeiro, que nasceu do rio, dos caminhos e dos encontros improváveis, não pode se permitir morrer afogada em suas próprias fronteiras imaginárias.
(1) ((https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=170109)
(2) (https://www.camara.leg.br/deputados/74552/biografia)

Professor  Dr. Luiz Antonio Costa de Santana Doutor em Direito (UNLZ) Doutor em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental (UNEB) Mestre em Dinâmicas do Desenvolvimento do Semiárido (Univasf) Professor da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) Professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Presidente da Comissão de Direito Constitucional da OAB/Petrolina...

Operação Overclean: Polícia Federal encontra Dinheiro dentro de sapato do primo do deputado Elmar Nascimento, líder do Centrão

Diversas cédulas de R$ 20 foram encontradas dentro do sapato de Francisco Manoel do Nascimento Neto, vereador baiano e um dos investigados na quinta fase da Operação Overclean, que foi deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (17). São cumpridos 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, no Distrito Federal e em Pernambuco.

Francisco Manoel do Nascimento Neto já havia sido alvo de buscas em outra fase da mesma operação. Na ocasião, ele foi flagrado ao jogar sacola de dinheiro pela janela...

Opinião: Silenciar a arte é apagar a identidade

Juazeiro, no norte da Bahia, é um território rico em cultura, mas segue cometendo um erro grave: não dar o devido valor aos seus artistas. O caso mais recente é o de Ledo Ivo, escultor que, após anos de trabalho significativo, teve suas obras retiradas dos espaços públicos por falta de alvará, o que gerou revolta na população.

A ação foi interpretada por muitos como mais um exemplo de descaso com a cultura local. As obras de Ledo, sempre foram mais que objetos, são símbolos de pertencimento...

Evento marca os 128 anos do nascimento de Lampião

Começa nesta sexta-feira (4), o Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço, em Serra Talhada (PE).

O evento marca os 128 anos do nascimento de Lampião — o mais famoso chefe do Cangaço — e celebra os 30 anos do grupo de xaxado Cabras de Lampião...

Serra Talhada: evento vai lembrar os 128 anos do nascimento de Lampião

Para lembrar os 128 anos do nascimento de Lampião — o mais famoso chefe do Cangaço — e celebrar os 30 anos do grupo de xaxado Cabras de Lampião, a Fundação Cultural Cabras de Lampião e a Agência de Criação e Produção promovem mais uma edição do Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço, em Serra Talhada (PE), entre os dias 4 e 6 de julho.

A programação contará com mais de 300 brincantes do Sertão, reafirmando a beleza e a força de manifestações como o xaxado, maracatu, coco, capoeira e dança de São Gonçalo...

IBGE: 6 em cada 10 municípios baianos tiveram redução no número de nascimentos entre 2022 e 2023

Além da capital baiana, outros 236 municípios baianos também registraram queda no número de nascimentos e registros entre 2022 e 2023. O número equivale a 6 em cada 10 (56,8%) cidades do estado.

Os números são das Estatísticas do Registro Civil 2023, divulgadas pelo IBGE nesta sexta-feira (16)...

Câmara de Vereadores de Juazeiro lamenta morte do ex-vereador José Inaldo do Nascimento

A Câmara Municipal de Vereadores de Juazeiro manifesta profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador José Inaldo do Nascimento, 61 anos, nesta terça-feira, 13 de maio.

Inaldo estava tentando se recuperar de um câncer de rim após longo e sacrificante tratamento...

Morre em Juazeiro (BA) o ex-vereador José Inaldo do Nascimento

Faleceu na manhã  desta terça-feira 13/05 em Juazeiro (BA) o ex-vereador José Inaldo do nascimento, 61 anos.

Nos últimos meses Inaldo tentava de recuperar de um câncer de rim após longo e sacrificante tratamento...

Sanfoneiro e cantor Joquinha Gonzaga completa 73 anos de nascimento e 50 de profissão

Joquinha Gonzaga completa nesta terça-feira (01) de abril, 73 anos  de nascimento. Ele é neto de Januário e sobrinho de Luiz Gonzaga, Rei do Baião. João Januário Maciel, o Joquinha Gonzaga é hoje um dos poucos descendentes vivos da família.

Dos nove filhos de Santana e Januário, todos eles, ja "partiram para o Sertão da Eternidade"...

Portela faz homenagem a Milton Nascimento

O final da terceira noite de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro foi emocionante. Antes mesmo de começar o seu desfile, já no esquenta, o intérprete da Portela, Gilsinho, começou a cantar Maria, Maria, uma das mais representativas músicas de Milton Nascimento, e foi acompanhado por todo o público presente no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

O enredo da Portela neste carnaval foi Cantar será buscar o caminho que vai dar no Sol. Uma homenagem a Milton Nascimento, o cantor e compositor que entrou na avenida na última alegoria. Durante a travessia na madrugada desta quarta-feira (5), foi saudado pelo público que lotava o Sambódromo. O desfile terminou perto das 5h da manhã...

Justiça bloqueia ordem de Trump que restringe cidadania por nascimento nos EUA

Um juiz federal suspendeu temporariamente uma das ordens assinadas por Donald Trump logo após sua posse, na segunda-feira (20), que acaba com o direito à cidadania americana de filhos de imigrantes nascidos nos Estados Unidos.

O magistrado John C. Coughenour, de Seattle, tomou a decisão após os estados de Arizona, Illinois, Oregon e Washinhgton questionarem o ato de Trump, argumentando que ele fere a Constituição e a jurisprudência da Suprema Corte do país...

Se vivo fosse Humberto Teixeira completaria neste domingo (05) 110 anos de nascimento

O Brasil e suas autoridades não valorizam as reais riquezas culturais. Neste domingo se vivo fosse Humberto Teixeira completaria 110 anos de seu nascimento. Humberto Teixeira um dos mais inspirados compositores, parceiros de Luiz Gonzaga escreveu a música Asa Branca.

 Asa Branca, é um dos mais belos versos da MPB, aquele que fala: “Quando o verde dos teus olhos/Se espalhar na plantação/Eu te asseguro não chore não, viu?/Que eu voltarei, viu?/Meu coração. “Humberto, junto com Gonzaga, concretizou a música nordestina. O baião é criação dos dois”, resume o cantor Lenine...

Berçário natural: Nascimento de tartarugas marinhas e soltura dos filhotes para o mar mobiliza moradores e comunidade em Busca Vida

Filhotes de tartarugas marinhas / Foto: Marcelo Dourado

A temporada de reprodução das tartarugas marinhas segue intensamente e os nascimentos de filhotes já estão acontecendo naturalmente na praia de Busca Vida, localizada em Camaçari, no litoral norte baiano...

Gonzagueanos festejam os 112 anos de nascimento do Rei do Baião

Luiz Gonzaga vive na alma do povo brasileiro. Para além de um artista nordestino, Luiz Gonzaga foi cantador de todo um País, e como sanfoneiro permanece trinta e cinco anos depois de sua morte. Nesta sexta-feira, 13 de dezembro, se vivo estivesse, completaria 112 anos, e não por acaso, a data celebra, também, o Dia Nacional do Forró, instituído para celebrar o seu nascimento.

Para a REDEGN o neto de Gonzagão e filho de Gonzaguinha, o cantor Daniel Gonzaga, ressalta que Luiz Gonzaga conseguiu mostrar o Brasil para o Brasil através de uma escolha maravilhosa de parceiros incríveis, tais como Zé Dantas, Humberto Teixeira, Zé Marcolino, Onildo Almeida, João Silva. Quem estuda suas canções viajando pelo Nordeste, percebe a riqueza cultural das suas canções. As represas, as estradas, a fauna, a flora, as cidades, elas revelam um sertão ainda pouco conhecido para o Nordestino e totalmente desconhecido para o Sudestino, que vê no e que Gonzagão conseguiu enxergar isso em 1947. Por isso, eu considero ele o maior artista brasileiro"...

Cais do Sertão realiza comemoração dos 112 anos de nascimento de Luiz Gonzaga

O Cais do Sertão, equipamento vinculado ao Governo de Pernambuco por meio da Empresa Pernambucana de Turismo, Empetur, realiza, na sexta-feira (13), a “Festa para Seu Luiz”, uma celebração pelos 112 anos de Luiz Gonzaga do Nascimento, o Rei do Baião.

“Este ano o Cais do Sertão completou 10 anos. Um espaço que conta a história do sertão cantado por Luiz Gonzaga. É mais um equipamento do Governo, gerido pela Empetur, que passa por um processo de requalificação, valorizando a cultura e o legado dos pernambucanos”, disse Eduardo Loyo, presidente da Empetur. ..