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Opinião-Urge uma política de custeio para os Pontos de Cultura

“Cultura é igual a feijão com arroz (…)”

A frase de Gilberto Gil, dita durante sua gestão no Ministério da Cultura, permanece como uma das definições mais precisas sobre o papel dos Pontos de Cultura. Ao apontar a cultura como uma necessidade básica, a fala do músico e ex-ministro reafirma a urgência de fazer valer pleno direito e respeito. ..

Quando a opinião vale mais que a ciência, por Heloísa de Oliveira Barbosa

Em maio de 2026, após uma fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificar irregularidades no processo de fabricação de produtos da Ypê e determinar a suspensão de alguns lotes da marca, um episódio chamou minha atenção: diversos internautas publicaram vídeos e fotos consumindo detergentes da marca em forma de protesto.

Ao me deparar com essas imagens, não consegui deixar de me perguntar até que ponto a desinformação e a negação do conhecimento científico têm influenciado o comportamento das pessoas? Para entender esse fenômeno, é preciso compreender o que é o negacionismo científico.

De modo geral, trata-se da rejeição de evidências e conhecimentos produzidos pela ciência, muitas vezes substituídos por crenças pessoais, valores ideológicos ou, como no caso da Ypê, discursos políticos. No Brasil, essa pauta ganhou grande visibilidade durante a pandemia da COVID-19, quando parte da população passou a questionar a gravidade da doença, a eficácia da vacina e até mesmo a defender tratamentos sem comprovação científica. O que mais me preocupa é perceber que esse cenário não ficou restrito à pandemia. A facilidade com que informações falsas circulam nas redes sociais continua alimentando a desconfiança em instituições científicas e incentivando atitudes que colocam em risco não apenas quem as pratica, mas toda a sociedade. Quando as opiniões passam a valer mais que evidências, o conhecimento perde espaço para a desinformação. Diante disso, fica o questionamento: por que tantas pessoas passaram a desconfiar da ciência? E qual o papel das redes sociais nesse processo? Parte dessa conduta pode ser explicada através de uma análise do efeito Dunning-Kruger, um viés cognitivo que leva indivíduos com pouco conhecimento sobre determinado assunto a superestimarem sua própria capacidade intelectual. Ao acreditarem que dominam temas complexos, essas pessoas passam a rejeitar e desacreditar especialistas e as instituições científicas. Entretanto, o problema vai muito além disso. A velocidade das redes sociais, a circulação de informações sem verificação e a falta de hábito de checar fontes contribuem para a formação de opiniões superficiais apresentadas como verdades absolutas...

A defesa do meio ambiente não pode ser um adereço de campanha eleitoral, diz jornalista

A cada eleição, milhares de brasileiros que se preocupam com a proteção da natureza se veem diante do mesmo dilema.

De um lado, candidatos que defendem abertamente a flexibilização das leis ambientais, a redução de áreas protegidas e a subordinação dos interesses ecológicos aos interesses econômicos imediatos...

Opinião Privada: Maurício homenageia em vídeo o aniversariante do dia, João Gilberto

O poeta Maurício Dias, em postagem nas suas redesmsociais celebrou a data de anversário do Conterrâneeo e inpsirador da sua carreira musical, João Gilberto:

Confita o texto e o vídeo:..

Confira opinião de juazeirenses e petrolinenses sobre a confiança da Seleção de Futebol no Mundial 2026

Através de artigo, o jornalista, Danilo Duarte, publicado aqui na REDEGN, avaliou que "a convocação finalmente aconteceu. E bastou Carlo Ancelotti pronunciar o nome de Neymar para que o país futebolístico reagisse quase como em um gol. Nas redes sociais, nos grupos de mensagens, nas redações esportivas, nos bares e nas esquinas onde ainda se discute futebol como se fosse assunto de Estado, houve comemoração. 

Uma comemoração barulhenta, apaixonada e, em muitos casos, até aliviada. Porque, no fundo, boa parte do Brasil queria ouvir aquele nome. A convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 talvez tenha sido a mais discutida, tensionada e politizada da história recente da Seleção Brasileira". ..

"Sou contra eleições de dois em dois anos", afirma prefeito Andrei Gonçalves

O Prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves participou na segunda-feira (18)  do Programa Geraldo José, transmitido na Rádio Juazeiro Am. No programa o prefeito declarou que é contra eleições de dois em dois anos. "É uma opinião pessoal. Avalio que atrapalha muito. Saimos de uma eleição para eleger prefeito e já estamos novamente discutindo eleições".

No Senado Federal, existe uma proposta de emenda à Constituição (PEC 12/2022), que acaba com as votações de dois em dois anos. A proposta tem como objetivo consolidar em uma única lei a legislação eleitoral brasileira. A PEC unifica as eleições nacionais e municipais para que que aconteçam de cinco em cinco anos. Além disso, a matéria veda a possibilidade de reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República...

Qual a sua opinião: Roberto Carlos será atração inédita no São João de Caruaru 2026

O cantor romântico Roberto Carlos fará um show inédito na programação do São João de Caruaru 2026. A informação foi anunciada pelo prefeito, Rodrigo Pinheiro. 

O artista se apresenta no Pátio de Eventos, principal palco da festa, no dia 12 de junho, Dia dos Namorados, principal palco da festa. Em vídeo publicado nas suas redes, Rodrigo Pinheiro comemorou a estreia de Roberto Carlos na programação do São João. ..

Opinião Privada: Como um "Eskandalo" antecipou o carnaval de Juazeiro. Assista o vídeo

O Opinião Privada desta semana, produzido pelo cantor e compositor Maurício Dias, vem em clima momesco e resgata histórias do carnaval de Juazeiro.

O poeta revive momentos históricos da maior festa da cidade e conta como um “Eskandalo”, com K mesmo, ainda no governo Joseph Bandeira, encaminhou a possibilidade de antecipar o carnaval de Juazeiro, que se concretizou no governo seguinte, de Misael Aguilar, com participação efetiva de Herbert Café, um dos coordenadores do evento à época...

Artigo - 2025: um ano que colocou à prova a resiliência do setor florestal

Encerramos 2025 com a sensação de que atravessamos um período marcado por contrastes. O ano começou com expectativas de expansão, investimentos e demanda aquecida pelos produtos de base florestal.

Tudo indicava um ciclo promissor: nossas empresas se preparavam para ampliar produção, o comércio internacional apontava para estabilidade e o Brasil fortalecia sua posição como referência global em manejo florestal sustentável. Parecia que estávamos diante de um dos melhores períodos da década...

Opinião Privada: "Se Juazeiro não tiver olhos para o futuro - vai viver contemplando o outro lado"

No dia em que completa 70 anos e projeta um retorno à estada com suas canções, o poeta, cantor e compositor Maurício Dias, nos brindou com um Opinião Privada que aborda temas caros aos Juazeirenses, com um olhar no futuro que vislumbra para sua terra.

Quando você olha muito para o abismo, o abismo olha de volta pra você”, diz em citação do filósofo alemão, Nietsche...

Opinião Privada: Ferida homofóbica ou covardia institucional em Juazeiro?

O poeta e compositor Maurício Dias lembrou, no Opinião Privada desta sexta-feira (5), a efervescência cultural que Juazeiro viveu nos últimos dias, citando como exemplo a Juá Literária, o Festival da Bossa, o Edésio Santos, o Grand Petit Terroir e a reinauguração do Colégio Paulo VI, como sinal de que Juazeiro está avançando nos quesitos ligados a educação e cultura.

Mas, foi só o preâmbulo, pois Maurício Dias, inquieto e preocupado com sua cidade, lembrou a trajetória de figuras lendárias da cidade, como o tio Pedro China e o artista plástico Sanduarte, para cobrar a necessidade de preservação da história e memórias de Juazeiro...

Opinião privada: O poeta Maurício conversa com Cláudia Faissol

O opinião privada desta semana saiu mais cedo, aproveitando o clima do Festival da Bossa, que aconteceu em Juazeiro, de sexta a domingo (30 de novembro) e reuniu grandes nomes da bossa, inlcuindo Lenine, Roberta Sá, Vanessa da Mata e o prórpio Maurício, dentre outros.

O poeta conversa com Cláudia Faissol, jornalista e artista plástica, viúva de João Gilberto, o papa da Bossa Nova...

Opinião Privada: quem arrisca uma vaga de federal no quarto maior colégio eleitoral da Bahia?

O Opinião Privada desta sexta-feira (14), produzido pelo poeta e compositor Maurício Dias, trata a questão em debate neste episódio como “uma areia movediça”, tamanho são os ruídos que o assunto provoca por essas bandas da Bahia.

O poeta lembra que Juazeiro teve deputados federais eleitos antes das “famigeradas” emendas Pix, que atualmente é quase um passaporte para renovação dos mandatos, dificultando a eleição dos que estão fora da agenda milionária e buscam um lugar ao sol no Congresso Nacional...

Opinião Privada: “Não vou quebrar Juazeiro para eleger ninguém”

O Opnião Privada desta sexta-feira (7), uma criação e produção do poeta, cantor e compositor Maurício Dias, repercutiu a última entrevista do prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves, no Café Com Blog da redeGN.

Maurício celebrou as boas notícias anunciadas por Andrei gonçalves, mas grifou uma frase do prefeito, que considerou como a melhor das boas novas:  “Não vou quebrar Juazeiro pare eleger ninguém!"...

Opinião Privada: Cultura no tempo da ditadura

O opinião Privada desta sexta-feira (24) conta episódios que marcaram a censura nos tempos da ditadura militar.

Maurício faz uma viagem na história da música brasileira e fala de episódios que ouviu ou testemunhou nos seus tempos de infância e juventude, quando a censura ainda prevalecia e pressionava os grandes nomes da música brasileira, a tropicália, a MPB e a Bossa...

A efervescência cultural em Juazeiro e um papo com Cláudia Faisol, movimentam o Opinião privada desta sexta (17)

O Opinião Privada desta sexta-feira (17), com produção e apresentação do Poeta e compositor Maurício Dias, aborda, dentre outros temas, a realização dos grandes eventos que estão acontecendo em Juazeiro, na seara ambiental e cultural, com o Congresso Nacional da Agroecologia, que está acontecendo; o Festival da Bossa Nova, que tem data marcada para a próxima semana e traz, além de grandes nomes da música nacional para a terra de João Gilberto, uma imensidão de possibilidades que envolvem a produção literária e promete ser uma marco cultural não visto por aqui há muito tempo. O poeta celebra.

Por falar em bossa, Maurício traz neste episódio, uma conversa interessante com Cláudia Faisol, Jornalista e artista plástica carioca, companheira de João Gilberto e mãe de Luiza Caroline Gilberto, neta do criador da Bossa Nova, que lança em breve seu primeiro trabalho musical em nível mundial, seguindo os passos do avô Juazeirense...

Opinião Privada: Juazeiro respira novo tempo, mas é preciso avançar!

No Opinião Privada desta semana o poeta, cantor e compositor Maurício Dias, articulista, celebra o momento que Juazeiro está vivendo em perspectivas de investimentos, obras, mas deixa um alerta: não baixar a guarda! “É preciso continuar avançando”, cobra.

Maurício lembra do alinhamento do prefeito Andrei Gonçalves (MDB) com o governo estadual e federal, as sucessivas viagens em busca de recursos, alguns já garantidos, mas questiona: “cadê os deputados federais que buscam votos em Juazeiro, por onde andam?”..

Artigo: Só beijos...as nações não têm sentimentos, e, sim, interesses

Há duas sextas-feiras, escrevi nesta coluna sobre o encontro entre o presidente Lula e o presidente Trump. Ambos se conheceram, se abraçaram e trocaram cortesias no encontro de 38 segundos. A declaração dos dois foi de que o encontro gerou uma química entre eles; química esta que se desdobrou nas semanas seguintes em declarações de simpatia e de amizade que desembocaram num telefonema de meia hora em videoconferência, combinando um encontro pessoal. Afirmaram que a excelente conversa abriu caminho para o início de negociações para encontrarem uma solução para o problema das taxas altíssimas aplicadas ao Brasil e o término de uma conduta de relações ásperas entre os dois países.

Ouvi de Gilberto Amado, o bom escritor do livro de memórias Minha mocidade no Recife, quando eu e ele, em 1961, estávamos na 16ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que as nações não têm sentimentos, e, sim, interesses. Assim, risquemos da nossa compreensão amor-ódio-amizade-carinho ou qualquer manifestação de sentimentos abstratos que as pessoas têm, e os países, não. Depois, devido à convivência com muitos diplomatas, descobri que essa conduta não era somente uma frase do Gilberto Amado, mas um ensinamento da diplomacia sobre o relacionamento entre os países, seu objeto maior. 

Assim, não esperemos que somente palavras possam mover montanhas. Estas estão na geopolítica entre Brasil e Estados Unidos, mas não através dos interesses políticos que o presidente americano possa ter manifestado em favor de um candidato à Presidência da República, e, sim, no que considero o mais profundo obstáculo das relações em atrito nestes últimos meses com os americanos: o Brics. Este, sim, uma demonstração concreta de interesses do Brasil contrários aos dos Estados Unidos — e o presidente Lula usou uma retórica contundente ameaçando o Tio Sam de acabar com o dólar nas negociações do bloco. Isso é um tiro no coração. Em seguida, o presidente Trump aplicou a mesma tarifa do Brasil à Índia, o que considero ter o mesmo motivo...

Opinião Privada – Lenda das águas barrentas... uma homenagem ao Rio São Francisco

O Poeta Maurício Dias viaja na poesia, inconfundível, do juazeirense Pedro Raymundo Rego (in memória) para homenagear o rio São Francisco, que neste sábado, 04 de outubro, faz aniversário. 

“O rio cresce. Todo rio cresce com sonho de mar, e sonho de rio vai, sem querer, fazendo geografia..."..

Opinião Privada - Corre um boato que Juazeiro vai respirar poesia no Juá Literária...

O Opinião Privada desta sexta-feira (26), produzido pelo poeta e compositor  maurício Dias, respira poesia e música e antecipa cenas que podem ser resgatadas através do Juá literária, um festival que promete reunir em Juazeiro, nomes locais e nacionais.

O poeta começa cantando Boato Ribeirinho, poesia de Wilson Duarte, que virou música numa parceria com os irmãos Freitas, Wilson e Nilton, para anunciar a boa nova:: vai ter bossa, nossa, e a poesia dos nossos, que inclui Pedro Raimundo Rego, Luiz Galvão, Valter Dourado, Manuca, todos em memória e apresenta os novos, em vida.....