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Artigo - Pós-pandemia: A vida não melhorou!

As mais remotas histórias da humanidade são terríveis. Não vou citar aqui para não causar aos leitores, náuseas e outros tipos de mal-estar, ou mesmo embrulhar seus estômagos.

A pandemia recém passada que me reservo o direito de nunca ter citado o tal nome, e que assolou o mundo, não foi a primeira nem será a última não sou eu quem está dizendo, mas, os mais sábios que eu.....

Artigo: Eleições 2026 e a necessidade de um Deputado Federal " nativo" para a nossa cidade de Juazeiro

Sempre votamos em Deputados " Copa do Mundo" ,alguns mais presente.

Anos (70) um grupo político votava em Prisco Viana o outro em Leur Lomanto. Em 1979 - Elegemos Etelvir Dantas...

Artigo - Devemos cuidar de nossa casa - O todo ambiente!?

Como eu moro em meu corpo e este mora em algum local do planeta terra, logo sou umas das infindáveis vidas que só existem porque todos os dias o sol transmite energia. Portanto, só existimos por conta da energia solar. Entretanto, se a referida energia for demasiada – como de algumas décadas até hoje – então nossa casa (a terra) passa a ter consequências climáticas deterioráveis. 

Como a natureza é interconectada em seu ecossistema (terra, água doce e oceanos) e sua biodiversidade, como são os casos dos crustáceos, peixes, algas, entre outros, que alimentam inúmeras pessoas pelo planeta inteiro – que dependem da riqueza marítima demonstra o quanto a natureza – também marítima – é importante em ser conservada. ..

Artigo: A crise generalizada na Venezuela, um país em desconstrução social

A Venezuela atravessa uma crise profunda e prolongada que atinge de maneira severa sua economia, suas instituições e a estrutura social que antes sustentava o país.

A deterioração dos serviços públicos, a inflação descontrolada, a escassez de alimentos e remédios e o colapso do sistema educacional e de saúde criaram um ambiente de vulnerabilidade extrema...

Artigo - Autor fantasma: Entenda o termo que gera polêmica no meio acadêmico

À primeira vista, a lista de autores de um estudo científico parece uma formalidade bastante simples: escreveu, assinou. Mas por trás de cada publicação científica há um mundo muito mais complexo que isso onde onde as questões éticas da autoria ainda enfrentam distorções e injustiças.

O termo “autor fantasma” tem ganhado notoriedade nos bastidores da ciência. Ele se refere àquela pessoa que participou significativamente de uma pesquisa mas que, ao final, tem seu nome omitido da autoria do trabalho...

Artigo - O Perigo da Gastança Pré-Eleitoral

A saúde fiscal do Brasil encontra-se sob intensa pressão. Nesta breve análise, revelo, mais uma vez, meu ceticismo crescente em relação às metas fiscais do governo e ao futuro de pesadas heranças para o próximo ciclo presidencial (2027-2030).

Minha primeira grande crítica reside no paradoxo das contas públicas...

Artigo - “Os Invisíveis”

A muito tempo que este autor desejava discorrer sobre esta temática e aqui está. Este texto estará com elementos geopolíticos, filosóficos, econômicos, antropológicos, cultural e sociológicos.

A foto anexada neste texto, que foi tirada por este autor, é de uma pessoa desabrigada, dormindo em frente ao local de trabalho da pessoa que aqui lhes escreve, e serve como uma demonstração dos inúmeros “invisíveis” espalhados por este planeta...

Artigo: Xico Nóbrega no Reino de Gonzagão: a música e o mundo do Nordeste

Acompanhei atentamente a trajetória de preparação, concepção e agora lançamento da obra O Reino do Baião, personagens, obras e o Nordeste, do jornalista cultural Xico Nóbrega, com orgulho, meu irmão, e hoje colaborador da Procult. Uma parceria da EDUEPB com RG Editora, sob o patrocínio do selo UNIMED Cultural, a obra é concebida com um rigor meticuloso de um pesquisador-autoridade, conhecedor irretocável, criterioso e cuidadoso, qualidade rara no mundo das letras quando o assunto é cultura musical, especificamente sobre o Rei do Baião, o imortal Luiz Gonzaga. 

Esta obra reúne dezenas de artigos temáticos sobre Luiz Gonzaga, o Rei do Baião: a sua longa carreira artística, o solista de sanfona (Quem não vibra e se mexe com Remelexo?), as músicas em homenagem aos seus familiares, os seus maiores compositores e e seguidores, as curiosas histórias da Asa Branca, do Baião Paraíba, e da Triste Partida, a sua relação com a Jovem Guarda, e a presença de sete estados do Nordeste, nos seus baiões.  ..

Artigo - Sua Black Friday vai gerar lucro ou só barulho?

A Black Friday deixou de ser um dia de descontos e se transformou em uma temporada de oportunidades. O consumidor brasileiro aprendeu a comparar, planejar e comprar com antecedência.

Ele pesquisa durante todo o mês, e é por isso que quem espera o dia 29 de novembro para começar já começa atrasado...

Artigo - Toque Fantasma: O medo invisível nas transações por aproximação

Algo assustador está acontecendo no universo dos pagamentos digitais.

O simples toque por aproximação, que antes era sinônimo de praticidade e segurança, agora virou uma preocupação de arrepiar a espinha: o “toque fantasma”...

Artigo - Endividamento dos brasileiros cresce e expõe o peso do crédito caro na vida das famílias

O brasileiro está voltando a dever mais, e pior, a pagar cada vez mais caro por isso. Dados do Banco Central mostram que, em julho de 2025, o endividamento das famílias alcançou 48,6% da renda anual, um patamar considerado alto por economistas.

Quando se exclui o crédito imobiliário, esse percentual ainda chega a 30,4%, revelando a dependência crescente de linhas de crédito de curto prazo...

Artigo - A renegociação da dívida do crédito rural

Iniciemos com uma pergunta: a renegociação da dívida do crédito rural será para todos os produtores?

Caros leitores, o produtor rural brasileiro enfrenta hoje um dos momentos mais críticos de sua história recente...

Artigo: O silêncio dos Cem Mil

A fotografia de Evandro Teixeira, em minha parede, não é apenas um registro da Passeata dos Cem Mil. É uma presença.

Ela me observa, mais do que eu a observo. De algum modo, ela insiste em me perguntar coisas: o que você vê agora, aos 73 anos, que não podia ver aos 15, quando era apenas um moleque atravessado pela esperança e pelo medo?..

Artigo - Juazeiro volta a respirar cultura e se reconhecer grandiosa!

Há cidades que nascem com alma. Juazeiro é uma delas, aqui o vento sopra poesia sobre as águas do Velho Chico e a música parece brotar naturalmente das ruas, dos becos, dos mercados, das praças. 

É uma cidade que sempre respirou cultura, mas que, por algum tempo, viu essa respiração ficar curta, quase silenciosa. Agora, Juazeiro volta a respirar fundo e o que se vê é um novo fôlego, cheio de cor, arte e esperança...

Artigo - O agronegócio sob fogo cruzado

O atual governo é muito bom em eleger inimigos e fazer demagogia, jogando o povo contra determinados alvos, como, por exemplo, pobres contra ricos e empregados contra patrões. Nesse rol de adversários, elegeu também o agronegócio como um de seus inimigos.

A razão dessa hostilidade reside no fato de que os produtores do agro não compactuam com as suas narrativas político-ideológicas, suas fake news e seus programas sociais eleitoreiros que apenas mascaram o desemprego.

O setor também se opõe à má administração do dinheiro público, ao gigante déficit estatal e à pregação da ideologia comunista que divide os brasileiros.

O governo elegeu o agro como vilão, independentemente de sua capacidade de colocar comida na mesa do brasileiro e de sua importância na segurança alimentar global, que é crucial. Essa oposição ignora todos os dados positivos e a relevância estratégica do setor, um dos pilares da economia brasileira.

Mas a resistência persiste, porque o nosso agronegócio é corajoso, muito bom e eficiente, contando com excelentes produtores que investem maciçamente em suas terras e em tecnologia. Apesar das dificuldades impostas pelo governo, o segmento luta e prossegue.

É uma força produtiva que “apanha, cai e sempre se levanta”. Obviamente, não existe um setor que seja eternamente incólume a tantos desmandos e pressões políticas e econômicas. Uma hora, o agronegócio sentirá os efeitos de forma mais acentuada. Aliás, já está sentindo, e o pior pode estar por vir com a reforma tributária que se aproxima, trazendo mais incerteza e insegurança.

Já passou da hora de o país ter um governo que esteja alinhado com o agronegócio.

Por ter alta tecnologia e manter a produtividade elevada, o agronegócio ainda consegue absorver a maioria dos impactos adversos. Até quando isso será possível, não sabemos. Existe o risco real de que, em algum momento, o setor do agronegócio entre em colapso.

Vimos nos últimos anos que os resultados para o agro não foram bons, registrando-se um aumento alarmante da inadimplência. Observamos, também, um aumento em percentuais nunca vistos nas recuperações judiciais do agronegócio, com várias empresas tradicionais do setor entrando em dificuldade.


Isso é uma demonstração e um indicativo claro de que o setor não está passando incólume a todos esses desmandos do governo.

A insistência em confrontos com um setor fundamental para a economia e para a imagem do país no cenário internacional demonstra uma grave falha de articulação e de senso de prioridade estratégica.

Em virtude da grande simpatia do atual governo e de integrantes do Judiciário brasileiro por ideologias de matriz comunista, é crucial trazer aqui um pouco da história mundial recente.

A expropriação de terras em Cuba, liderada por Fidel Castro após a Revolução de 1959, foi realizada principalmente por meio de leis e atos diretos do governo. A Revolução Cubana estabeleceu um Estado socialista onde o Poder Executivo (liderado por Fidel Castro e o Conselho de Estado/Ministros) e o Poder Legislativo (Assembleia Nacional) detinham o poder principal.

A primeira Lei da Reforma Agrária em Cuba foi assinada em maio de 1959, apenas cinco meses após a queda de Fulgêncio Batista. Essa lei radical limitou o tamanho das propriedades rurais e nacionalizou grandes latifúndios (inclusive de estrangeiros), visando redistribuir terras e criar fazendas estatais. A expropriação foi possível porque o novo governo revolucionário detinha o controle político e a força total para impor a medida.

No Brasil, o cenário ainda é outro; apesar das várias tentativas de ONGs, do próprio governo e de uma parcela do Judiciário de prejudicar os produtores, há alguma resistência nesse sentido.

A desapropriação só é constitucionalmente permitida em casos estritos: 1) Reforma Agrária (Desapropriação-Sanção), para imóveis rurais que comprovadamente não cumpram a função social (Art. 184 da CF); 2) Utilidade Pública ou Interesse Social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro (Art. 5º, XXIV da CF); 3) Expropriação sem Indenização (Confisco), unicamente para terras com cultivo ilegal de plantas psicotrópicas ou exploração de trabalho escravo (Art. 243 da CF).

O agronegócio é o setor responsável por garantir que o “milagre da multiplicação dos pães” continue acontecendo entre nós, por meio de muito trabalho, alta produtividade e tecnologia, alimentando o Brasil e o mundo. Nesse contexto, a defesa da propriedade privada e da livre iniciativa é essencial; portanto, Deus nos livre dos comunistas e do comunismo!
 
Eduardo Berbigier é advogado tributarista, especialista em Agronegócio, membro dos Comitês Juridico e Tributário da Sociedade Rural Brasileira e CEO do Berbigier Sociedade de Advogados...

Artigo - Decisão do STF que pode custar bilhões às gigantes do streaming transforma a Netflix no novo ‘plot twist’ tributário do Brasil

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) colocou o Brasil de volta no radar das grandes multinacionais do entretenimento, e não exatamente por causa de sua produção cultural. O julgamento do Tema 914, concluído em agosto e publicado em outubro de 2025, validou a ampliação da CIDE-Tecnologia, uma contribuição de 10% sobre remessas ao exterior relacionadas a royalties, licenças e serviços técnicos.

O impacto foi imediato. A Netflix, ao divulgar seu balanço global, revelou um ajuste contábil de US$ 619 milhões (cerca de R$ 3,3 bilhões) diretamente ligado à decisão do STF. O anúncio sacudiu o mercado, derrubou as ações da companhia em Nova York e reacendeu o debate sobre o já conhecido “Custo Brasil”...

Artigo - O sertão: Na seca ou na invernada sua magia é inconteste

O sertão é meu mundo, lugar onde nasci, onde costumo recarregar as energias para continuar caminhando por essa longa estrada da vida. Na seca ou na invernada sua magia é inconteste. Há algo nesse encantado pedaço de terra que cativa e faz homens e mulheres serem fortes, destemidos, prestativos e hospitaleiros*.

*Costumo dizer que quando desço a serra de Santa Luzia e avisto o imenso sertão, a minha alma se renova, sequer me lembro da existência do mar, pois no sertão me banho nas águas doces do meu rio, sob a sombra de oiticicas e ingazeiras. De câmara de ar deslizo sobre a sua correnteza, atravesso cachoeiras e redemoinhos até chegar à ponte do areal...

Artigo: Agroecologia: o novo mundo em gestação

Chega ser emocionante ver pessoas do povo nos avisando qual será o futuro da humanidade. Melhor, a ancestralidade, que é o futuro, já está presente.

Estive em uma mesa que debatia os Sistemas Alimentares diante das Mudanças Climáticas durante o 13º Congresso Nacional de Agroecologia, em Juazeiro da Bahia. Embora alguns expositores tenham feito de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, vozes ancestrais como Raquel Tupinambá nos falaram da sabedoria dos povos...

Artigo: Eleições 2026. Não se assuste. Não estou lançando candidatura, nem venho pedir o seu voto

Não se assuste. Não estou lançando candidatura, nem venho pedir o seu voto.

Estou passando por aqui, apenas para registrar que, à véspera de cada eleição, vejo gente querendo se candidatar em Juazeiro (BA). Parece filme repetido do Cine São Francisco, nas sextas-feiras, nas sessões duplas de antigamente...

Artigo - Envelhecer é uma arte: a neurociência e o cérebro idoso

Envelhecer é uma arte é uma canção marcante lançada em 1976, quando Adoniran Barbosa tinha mais de 60 anos. Com sábias palavras, o compositor e sambista canta sobre o envelhecimento com muito bom humor e orgulho, encarando o tema sem lamento e com muita leveza — “Eu não perco a estribeira… levo na brincadeira”.

Ele afirma que a verdadeira velhice está na atitude de quem julga e não daquele que é julgado — “Sou velho e sou feliz… mas velho é quem me diz”. Nessa canção, Adoniran valoriza a sabedoria do rir de si próprio e ensina que envelhecer pode ser motivo de alegria e comemoração da vida — “Saber envelhecer é uma arte… Isso eu sei, modéstia à parte”...