Foram encontrados 34 registros para a palavra: Ararinhas-azuis

Ararinhas-azuis serão soltas na Caatinga neste sábado (11)

Após mais de duas décadas, o céu da Caatinga receberá de volta os tons azulados da espécie cyanopsitta spixii, a famosa ararinha-azul, considerada extinta da natureza.

Esse cenário está prestes a ser alterado a partir da soltura de oito aves neste dia 11 de junho, em Curaçá (Bahia), no interior do Refúgio de Vida Silvestre, unidade de conservação federal do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) criada especialmente para as reintroduções das ararinhas-azuis no Brasil...

Cientistas iniciam contagem regressiva para soltura das ararinhas-azuis

Pela primeira vez na história,  um animal extinto da natureza será reintroduzido ao seu ambiente de origem. Os olhos do mundo estarão voltados para as ararinhas-azuis no dia 11 de junho deste ano:  a espécie Cyanopsitta spixii, que foi vista pela última vez nos anos 2000 na cidade de Curaçá, no Norte da Bahia, foi vítima da caça ilegal, e desde então desapareceu da natureza.

Decididos em fazer o pássaro retornar ao meio ambiente, cientistas do mundo inteiro uniram esforços por meio de uma Cooperação Técnica entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e a ONG alemã Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP). Juntos, uma gama de pesquisadores e grupos de ambientalistas trabalham desde 2009 para a reintrodução que acontecerá nos próximos dias...

Projeto refloresta prepara áreas de Caatinga para receber ararinhas-azuis

Dia 11 de junho de 2022. Este é o dia que o primeiro grupo das Ararinhas Azuis vão voltar a voar no céu dos sertões de Curaçá, Bahia. A REDEGN obteve com exclusividade informação, oficialmente,  da data da soltura, um sábado, 11 de junho.

A soltura das Ararinhas é um momento de grande expectativa para a região Norte da Bahia, Vale do São Francisco e Nordeste, Brasil, em especial, devido o enorme sentimento de riqueza ambiental que representa o retorno da Ararinha Azul aos céus do sertões...

Projeto executado pelo Nema, da Univasf, irá recuperar vegetação da Caatinga antecedendo o retorno das ararinhas-azuis à natureza

Após mais de 20 anos sem ser vista na natureza, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) em breve terá condições de voltar a voar livremente na Caatinga. O projeto RE-Habitar Ararinha Azul, executado pelo Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), vai recuperar áreas degradadas da Caatinga.

Concomitantemente, o Instituto Chico Mendes (ICMBio) e a Associação para a Conservação dos Psitacídeos Ameaçados (ACTP) cuidam das aves que foram repatriadas e ainda estão no Centro de Reprodução em uma propriedade privada nas Unidades de Conservação da ararinha-azul, em Curaçá (BA). As atividades do Nema já iniciaram e a previsão é recuperar cerca de 100 hectares de mata ciliar e 100 hectares de savana estépica em menos de três anos...

Projeto executado pelo NEMA irá recuperar vegetação da Caatinga antecedendo o retorno das ararinhas-azuis à natureza

Após mais de 20 anos sem ser vista na natureza, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) em breve terá condições de voltar a voar livremente na Caatinga.

O projeto RE-Habitar Ararinha Azul, executado pelo Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (NEMA) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), vai recuperar áreas degradadas da Caatinga...

Filhotes de ararinhas-azuis nascem no Brasil após 20 anos de extinção

Três filhotes de ararinhas-azuis nasceram na região da Caatinga baiana 20 anos após espécie ser declarada extinta no país. Eles são fruto de um casal que veio entre 52 exemplares repatriados da Alemanha no ano passado.   

O primeiro filhote de ararinha-azul nasceu em 13 de abril, os irmãos nasceram em 6 e 9 de junho. De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a ararinha-azul é considerada extinta no Brasil desde os anos 2000. De lá para cá, são registradas cerca de 160 ararinhas em cativeiros privados...

Curaçá: A última gaiola das ararinhas-azuis, 2021 será o ano da liberdade

O dia 3 de março deste ano (2020) foi um dia histórico para o município de Curaçá, Bahia. Neste dia, cinquenta e dois exemplaresde ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) retornaram ao seu lar: a caatinga baiana. A redação da REDEGN vem acompanhando o Projeto do retorno da Ararinha Azul novamente para a natureza.

As aves vieram da Alemanha, por meio da organização não-governamental alemã Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP) que, em parceria com o Governo Federal (representado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e Ministério do Meio Ambiente), repatriou as aves para o Brasil...

Meio Ambiente: primeiro semestre de 2021 é a expectativa para que ararinhas-azuis sejam soltas na natureza

Neste sábado, dia 03 de outubro é a data que se comemora sete meses do retorno da Ararinha Azul para os sertões de Curaçá. Bahia. É na cidade de Curaçá que estão as 52 ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) vindas da ACTP, da Alemanha para o Brasil, em março deste ano.

As ararinhas estão no Centro de Reprodução e Reintrodução mantido pela ACTP. As aves, as Ararinhas Azuis são endêmicas da região de Curaçá do semiárido, estão se ambientando ao clima seco e quente...

Ararinhas-azuis retornam ao Brasil e são escoltadas pela PRF de Petrolina para a Bahia

Cinquenta ararinhas-azuis que vieram da Alemanha desembarcaram no Brasil nesta terça-feira (03), e foram escoltadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, até um centro de reprodução construído na cidade de Curaçá, na Bahia.

As aves estavam extintas no país e retornaram graças a um acordo firmado no ano passado, entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Organização Não Governamental alemã Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP)...

Ararinhas-azuis de volta à Caatinga

O início da jornada que trará as ararinhas-azuis de volta ao coração da Caatinga já tem data para acontecer. No dia 3 de março (terça-feira), cinquenta aves vindas da Alemanha desembarcarão no Aeroporto de Petrolina / Senador Nilo Coelho (PE) e seguirão para a cidade de Curaçá (BA), onde um centro de reprodução foi construído para que as aves sejam soltas na natureza.

A data, 3 de março, foi escolhida por ser o Dia Internacional da Vida Selvagem, cujo objetivo é celebrar a fauna e a flora do planeta, assim como alertar para os perigos do tráfico de espécies animais selvagens no mundo. As ararinhas-azuis são consideradas extintas na natureza desde o ano 2000, devido às ações de caçadores e traficantes de animais...

Exclusivo: Conheça o lugar onde as Ararinhas-azuis estão de volta à Caatinga, raras elas vão viver no interior de Curaçá e Juazeiro 

O retorno das Ararinhas Azuis para à caatinga é um dos assuntos mais importantes dos últimos dias no Brasil e exterior. Rara, a espécie vivia originalmente numa pequena região do interior de Juazeiro e Curaçá, no norte da Bahia. O assunto é tratado como um marco na história da ecologia.

Com exclusividade a redação da redeGN, mostra ao leitor fotos do Refúgio de Vida Silvestres da Ararinha Azul e a Área de Proteção Ambiental. Estes são os locais destinados à reintrodução Ambiental e conservação do bioma da caatinga, localizado na Fazenda Caraíbas. ..

Extintas na natureza, aves que estavam na Alemanha chegam ao Brasil para iniciar processo de reintrodução. Ararinhas-azuis de volta à Caatinga

O início da jornada que trará as ararinhas-azuis de volta ao coração da Caatinga já tem data para acontecer. No dia 3 de março (terça-feira), cinquenta aves vindas da Alemanha desembarcarão no Aeroporto de Petrolina / Senador Nilo Coelho (PE) e seguirão para a cidade de Curaçá (BA), onde um centro de reprodução foi construído para que as aves sejam soltas na natureza.

A data, 3 de março, foi escolhida por ser o Dia Internacional da Vida Selvagem, cujo objetivo é celebrar a fauna e a flora do planeta, assim como alertar para os perigos do tráfico de espécies animais selvagens no mundo. As ararinhas-azuis são consideradas extintas na natureza desde o ano 2000, devido às ações de caçadores e traficantes de animais...

Especial: Ararinhas-Azuis estão a um passo de voltar ao sertão baiano


A Ararinha-Azul, ave considerada como uma das mais raras do mundo, vai voltar ao seu habitat natural, no sertão baiano, mais precisamente a áreas de caatinga, em Juazeiro e Curaçá. A ave, descoberta a cerca de 200 anos, foi considerada extinta em 2000 quando a última espécie, que vinha sendo monitorada, desapareceu misteriosamente para nunca mais ser vista.

Organizações internacionais, com bases na Europa, em países como Bélgica e Alemanha, a partir de umas poucas aves criadas em cativeiro, conseguiram reproduzir a espécie, que em breves dias estarão voltando a habitar o sertão baiano. O Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, que por coincidência foi um dos ambientalistas que defendiam a espécie quando ainda era vista no sertão, está na Alemanha formalizando as parcerias e logísticas que permitirão devolver as Ararinhas-Azuis ao seu habitat natural...

Ministro Edson Duarte assina, na Bélgica, acordo que garante reintrodução da ararinha-azul em Curaçá e Juazeiro

Ministro Edson Duarte assina, na Bélgica, acordo que garante reintrodução da ararinha-azul no sertão baiano.

O ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, assinou, neste domingo (24), em Bruxelas, na Bélgica, memorando de entendimento com organizações conservacionistas da Bélgica (Pairi Daiza Foundation) e da Alemanha (Association for the Conservation of Threatened Parrots) para trazer ao Brasil 50 ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii), espécie que só ocorre no país. A previsão é que os animais estejam em território nacional no primeiro trimestre de 2019. “A assinatura desse documento é um marco histórico da luta pela preservação das espécies”, afirmou Duarte.  

A cerimônia aconteceu durante a inauguração de espaço para preservação do animal, no zoológico belga Pairi Daiza. “Eu nasci exatamente na mesma região onde existia a ararinha. Eu vi a última em liberdade, e estar aqui, e ver, tantos anos depois, uma ararinha é uma emoção especial. Por obra do destino, me transformei em ministro do Meio Ambiente do Brasil e estou aqui para realizar o sonho de ambientalistas, não só do Brasil, mas do mundo: trabalhar na reintrodução do animal no seu habitat natural e permitir que ele volte a voar em casa”, disse o ministro. 

Para a ministra de Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Bélgica, Marie Christine Marghem, o encontro possibilitou uma compreensão de que existe uma relação próxima do povo brasileiro com a biodiversidade. “Tivemos uma troca muito rica, e isso foi importante para iniciarmos uma relação mais estreita com o Brasil, tanto na proteção da biodiversidade, como em outros setores”, avaliou Marghem.  ..