Você também pode ajudar o IMIP através da Fundação Alice Figueira
A Fundação Alice Figueira de Apoio ao IMIP (FAF) atua diretamente na sociedade, com o objetivo constante de sensibilizá-la para as necessidades do IMIP - Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - IMIP, entidade filantrópica, que atua nas áreas de assistência médico-social, ensino, pesquisa e extensão comunitária. Voltado para o atendimento da população carente pernambucana, o Complexo Hospitalar do IMIP é reconhecido como uma das estruturas hospitalares mais importantes do País, sendo centro de referência assistencial em diversas especialidades médicas. A FAF atua também nas ações de marketing social e trabalho voluntário dentro do IMIP.
Entre os valores da Fundação Alice Figueira estão a sintonia com os interesses e objetivos do IMIP, transparência e confiabilidade, respeito aos preceitos éticos, técnicos e às determinações legais na captação de recursos, estabelecimento de vínculos sólidos e duradouros junto aos seus mantenedores, valorização do trabalho voluntário, valorização dos funcionários e estímulo ao compromisso com a causa do IMIP.
Desde 1987, a FAF vem executando um importante papel na captação de recursos financeiros, materiais e humanos. Superando grandes desafios, conquistando espaços, construindo futuros. É assim que a FAF colabora para que o IMIP dê continuidade às suas ações...

O Tribunal de Contas dos Municípios, nesta quarta-feira (20/07), multou em R$3 mil o prefeito de Cícero Dantas, Helânio Calazans Oliveira, e determinou a restituição aos cofres municipais da quantia de R$310.248,75, com recurso pessoais, por irregularidades nos gastos com combustíveis no exercício de 2013. A denúncia foi formulada por vereadores que apontaram superfaturamento e ilegalidades nos procedimentos licitatórios realizados para a aquisição de combustíveis e divergência nos pagamentos, com preços acima dos praticados no mercado. Ao analisar o processo, o relator, conselheiro José Alfredo Dias, afirmou que o próprio gestor reconheceu muitas das irregularidades cometidas, a exemplo da ausência de pesquisa prévia de preço, inconsistência de informações lançadas no SIGA e falta de identificação dos veículos a serviço da Prefeitura. O prefeito não conseguiu comprovar, ainda, que os gastos realizados, no total de R$ 200.193,71 seriam referentes ao abastecimento de veículos da frota do município ou que estavam a seu serviço, nem justificar o pagamento de R$23.554,07, acima do valor contratado. Também não foram apresentadas notas fiscais na quantia de R$10.647,51. Cabe recurso da decisão.
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