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Na Câmara, Flávio Bolsonaro se diz vítima de perseguição

Filho mais velho do presidente da República, Jair Bolsonaro, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) voltou a afirmar que é vítima de perseguição em relação às investigações envolvendo seu nome e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, que aparece com movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em relatório do Coaf. "É preciso esperar o Supremo se pronunciar. Está todo mundo vendo que eu sou vítima de perseguição", disse. 

Ao ser questionado sobre quando iria ao Ministério Público prestar esclarecimentos, ele não respondeu. "Já falei o que eu tinha de falar, não tenho novidade nenhuma", acrescentou. Ele esteve na manhã desta quarta-feira (30/1), na Câmara dos Deputados para fazer o registro biométrico para o Senado. Ele toma posse como senador na sexta-feira, 1º de fevereiro. ..

Flávio Bolsonaro descarta deixar mandato de senador

Filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o senador eleito Flávio Bolsonaro descartou, em entrevista ao SBT, a hipótese de se afastar do mandato que começará na próxima semana. "É mentira. Não sei nem de onde surgiu essa história. Eu nem tomei posse ainda. Vou tomar posse e vou trabalhar muito", afirmou. 

O ainda deputado estadual do Rio de Janeiro é citado por movimentações financeiras suspeitas em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), além de ter lotado em seu gabinete o ex-assessor Fabrício Queiroz, alvo de investigações por movimentar R$ 7 milhões em um período de três anos, e também a mãe e a esposa do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, tido pelo Ministério Público do Rio como o homem-forte do Escritório do Crime...

Moro afirma que o governo federal não intervirá na investigação das transações financeiras suspeitas envolvendo Flávio Bolsonaro (PSL)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou que o governo federal não intervirá na investigação das transações financeiras suspeitas envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) e seus assessores. Em entrevista para a Agência Reuters em Davos, na Suíça, Moro disse que a investigação é preliminar e está nas mãos dos promotores estaduais.

"Eles estão fazendo seu trabalho de maneira normal. O governo nunca vai interferir no trabalho dos investigadores ou no trabalho com promotores", disse o ministro, que está na comitiva brasileira que participa do Fórum Econômico Mundial. Na entrevista para a Reuters, Moro ainda defendeu o decreto que flexibilizou a posse de armas de fogo, assinado no dia 15 de janeiro pelo presidente Jair Bolsonaro...

Flavio Bolsonaro empregou mãe e esposa de alvo em operação contra milícias

O gabinete do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro empregou a mãe de um dos denunciados na operação contra milicianos, deflagrava nesta terça-feira (22/1). Raimunda Veras Magalhães, mãe do ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, ainda procurado pela polícia, aparece em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) como uma das remetentes de depósitos suspeitos do ex-motorista de Flávio, Fabrício Queiroz.

Segundo a Coaf, Raimunda depositou R$ 4,6 mil na conta de Queiroz. Na folha de pagamento da Alerj, ela recebia o salário de R$ 5.142,63 e aparece como funcionaria desde 2 de março de 2015, quando foi nomeada assessora da liderança do PP, partido do qual Flávio era filiado. Assim que o deputado deixou a sigla e migrou para o PSC, Raimunda deixou a Alerj em 31 de março de 2016. Logo depois, em 29 de junho do mesmo ano, foi lotada no gabinete do deputado estadual e senador eleito. Foi exonerada em 13 de novembro do ano passado...

MP do Rio afirma não ter quebrado sigilos de Flávio Bolsonaro

Em entrevista coletiva concedida na tarde desta segunda-feira (21), o procurador-geral do Rio de Janeiro, José Eduardo Gussem, afirmou que o o Ministério Público fluminense não quebrou qualquer sigilo do senador Flávio Bolsonaro durante o trabalho que investiga movimentações suspeitas do ex-assessor Fabricio Queiroz.

"Houve quebra de sigilo de deputados? É claro que não. O Coaf pode requerer essas informações aos órgãos de informações públicas, São informações cadastrais e financeiras de pessoas envolvidas em atividades suspeitas. Isso não significa que sejam atividades ilícitas. Se alguém cometeu alguma quebra de sigilo aqui, definitivamente, não foi o MPRJ. E sim o Coaf, que encaminhou ao MPRJ essa documentação espontaneamente", explicou, segundo o Uol...

Janaina Paschoal defende quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro

A deputada eleita Janaina Paschoal (PSL-SP), apoiadora do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e cotada para o cargo de vice na chapa com o militar durante campanha eleitoral, defendeu a quebra do sigilo na investigação de movimentações bancárias atípicas do e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

“Não temos acesso à íntegra das investigações, seja com relação ao deputado/senador Flávio, seja com relação aos demais deputados estaduais do Rio. Defendo que seja derrubado sigilo, para que possamos compreender a totalidade”, disse Janaina ao blog do Paulo Sampaio, do 'Universa'...

Fux explica decisão sobre caso Flávio Bolsonaro: ‘Se eu não o fizesse…’

O ministro Luiz Fux explicou na noite desta quinta-feira (17) a decisão de suspender a investigação sobre a movimentação financeira suspeita de Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). 
 
Em entrevista ao Blog da Andréia Sadi, do G1, Fux disse que, se não interrompesse a apuração, conforme solicitação do deputado estadual e senador eleito, as provas coletadas na primeira instância envolvendo o filho do presidente Jair Bolsonaro poderiam ser anuladas na investigação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) por violação da prerrogativa de foro privilegiado. "Não suspendi o caso. Enviei para o relator (o ministro Marco Aurélio Mello). Se eu não o fizesse, a investigação toda poderia ser prejudicada. Todo mundo sabe que não tenho hábito de suspender investigação", afirmou Fux, responsável pelo plantão do Judiciário.

Além disso, o ministro destacou que considerou ainda dois fatores antes de tomar a decisão: as provas coletadas que citam Flavio deveriam ter sido encaminhadas ao Tribunal de Justiça, o que não aconteceu, e que se Marco Aurélio Mello aceitar a reclamação do filho de Bolsonaro, "todos os atos na sindicância serão considerados nulos". "A investigação não foi anulada. A paralisação por poucos dias, quem vai decidir sobre isso é o ministro Marco Aurélio”, acrescentou Fux. Marco Aurélio Mello, que está de férias, também conversou com o Blog da Andréia Sadi e disse que só vai decidir sobre o caso "quando voltar de férias"...

Flávio Bolsonaro não responde a convite do MP para prestar depoimento

Apesar de ter afirmado que está “à disposição das autoridades” para contribuir com a investigação sobre o ex-assessor Fabrício Queiroz, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) ainda não respondeu ao convite do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ) para prestar depoimento na quinta-feira. Por ser parlamentar, Flávio Bolsonaro pode indicar a data em que deseja ser ouvido, o que também não fez, segundo o MP-RJ informou domingo.

A solicitação foi encaminhada em 21 de dezembro, quando Queiroz faltou pela segunda vez à oitiva marcada pelo MP-RJ, alegando razões de saúde. Dias depois, o ex-assessor disse em entrevista ao SBT ser um “homem de negócios”, o que explicaria a movimentação em sua conta, classificada pelo Coaf de “atípica”...

Flávio Bolsonaro pode virar alvo de CPI

Deputados que formarão oposição ao governo de Jair Bolsonaro, de partidos como PT, PSOL e PCdoB, movimentam-se nos bastidores para a criação de uma CPI que investigue o senador Flávio Bolsonaro (PSL) pelas movimentações financeiras de um de seus ex-assessores, o policial Fabrício de Queiroz, consideradas "atípicas" pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Segundo a revista Veja, a ideia ainda não saiu do papel, mas deve ganhar corpo a partir de hoje (11), com a chegada de parlamentares a Brasília...

Flavio Bolsonaro diz que pai foi eleito “para colocar militar lá dentro”

O senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) disse ontem segunda-feira, 3, em entrevista à GloboNews, que seu pai, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), foi eleito para colocar militares nos ministérios do futuro governo. “Jair foi eleito para colocar militar lá dentro. Para colocar ladrão, votava no PT”, defendeu.

O filho do presidente eleito ainda afirmou que “ninguém aguentava mais sindicalista ou pessoas que não tinham a ver com os ministérios que ocupavam” na composição da equipe. Para ele, “se Lula e Dilma foram presidentes, Jair Bolsonaro vai dar banho neles fácil”...