Foram encontrados 800 registros para a palavra: Luiz

Légua Tirana: a infância de Luiz Gonzaga em últimas exibições nos cinemas em Juazeiro e Petrolina. Assista e se emocione

Em cartaz desde a última quinta-feira em 297 salas de cinema do país, incluindo o River Shopping (Petrolina-PE) e o Juá Garden Shopping (Juazeiro-BA), o longa Légua Tirana apresenta um retrato poético da infância de Luiz Gonzaga, o eterno Rei do Baião.

Mais do que uma cinebiografia, o filme conduz o espectador a uma imersão em memórias, sons, cores e paisagens que moldaram a sensibilidade do menino Gonzaga, transformando-o no artista que revolucionou a música popular brasileira. Cada cena é um convite ao olhar contemplativo: a fotografia, a música, os ritmos e até a própria natureza se entrelaçam como versos de um poema.
A construção de um destino musical...

Carta Aberta a Cláudia Ohana, Marcos Carvalho, Diogo Fontes, Tairone Feitosa: Eu vi o filme Luiz Gonzaga Légua Tirana

Meninas e Meninos eu Vi...nesta quinta-feira (21) de agosto eu assisti o filme Luiz Gonzaga-Légua Tirana. O longa metragem emociona em cada luz da fotografia, harmonia, ritmo e melodia e é um Belo Poema, Reflexões, Filosofia em forma de cinema e frases de músicos, rezadeiras, romeiros, cegos de feira, retirantes e com a própria natureza.

De cada um desses mestres, conta a história que a criaça e o adolescente Luiz Gonzaga recolheu o essencial para construir a matriz sonora da sua revolução musical: "escute a música da vida Luiz. Escute a voz do vento...a natureza canta".  "Comecei a ver o mundo como um espetáculo, toquei nas ruas na zona, virei cantor de rádio sem deixar de ser matuto. "Queria cantar meu povo. Fui chamado de Rei e trouxe o sertão pro litoral" A vida oferece caminhos. "Caminhei cada passo da minha légua tirana..."Luiz Gonzaga, o mundo é de quem tem coragem"...

Estação República do Metrô de São Paulo recebe exposição sobre Luiz Gonzaga

O cantor e compositor Luiz Gonzaga é homenageado pelo Projeto Centenários em uma exposição interativa na Estação República, da Linha 4-Amarela. A partir desta quarta-feira (20). Quem passar por lá verá o espaço transformado em uma celebração da brasilidade em sua essência e riqueza da diversidade cultural do nosso país.

A mostra é regada a música e elementos da cultura nordestina que valoriza e celebra a trajetória e a influência do coroado Rei do Baião com uma trilha da trajetória e da influência de um dos maiores nomes da música popular brasileira...

A Luta pela Memória de Luiz Galvão: Viúva Retoma Obras Esgotadas com Apoio Parlamentar e Enfrenta Batalha Judicial contra Baby do Brasil"

Em contato com a Rede GN Janete Galvão, viúva do renomado escritor e compositor Luiz Galvão, informa que as obras, mesmo com todas as edições esgotadas, foram negligenciadas pelas editoras que falharam na prestação de contas e deixaram os livros desaparecerem dos catálogos.

Hoje, essas obras são vendidas como "raridades" em sebos, a preços exorbitantes, enquanto a herança literária de Galvão corre o risco de se perder. ..

Arco-íris duplo: dois advogados e dois cantores registram fenômeno raro que colore o céu de Exu, Terra de Luiz Gonzaga

O céu de Exu Pernambuco, Terra de Luiz Gonzaga ganhou cores diferentes no fim da tarde deste sábado (16). Um arco-íris duplo foi flagrado na localidade do Sítio Milho Verde, Chácara Lica Fontes e encantou aqueles que puderam ver o fenômeno raro. 

Diante da beleza da natureza, assim que viram o arco-íris duplo, os Advogados Anunciado Saraiva, Junior Parente e o cantor Tacyo Carvalho, não hesitaram em fazer imagens e fotografar. O video foi enviado com exclusividade para a REDEGN. No centro urbano o cantor e sanfoneiro Joquinha Gonzaga, sobrinho de Luiz Gonzaga também gravou o cenário com o arco iris duplo encantando o céu exueense...

Prefeitura de Casa Nova suspende abertura dos Jogos Escolares em respeito ao falecimento de estudante

A Prefeitura de Casa Nova, através da Secretaria de Educação, lamenta profundamente o falecimento de Damião Luiz dos Santos Filho, estudante do 8º ano D da escola municipal Senhora Santana, nesta sexta-feira (15).

Em respeito e solidariedade aos familiares e amigos, a prefeitura suspendeu a abertura dos Jogos Escolares anteriormente agendada para este sábado (16)...

Cantores e sanfoneiros festejam a pré-estreia do longa-metragem 'Luiz Gonzaga – Légua Tirana'

Emoção. Assim foi definida na quinta-feira (14), a pré estreia do Filme Legua Tirana. Jornalistas, músicos, artistas e convidados tiveram a oportunidade de assistir a pré-estreia do longa-metragem 'Luiz Gonzaga – Légua Tirana', no UCI Orient Shopping da Bahia.

O evento reuniou os atores Cláudia Ohana, Chambinho do Acordeon e Kayro Oliveira, além dos diretores Diogo Fontes e Marcos Carvalho...

Exu, Terra de Luiz Gonzaga: Lula o presidente que conhece o Parque Asa Branca

Luiz Inácio Lula da Silva é um presidente que conhece o Parque Asa Branca-Museu Gonzagão em Exu. Em 2017 Usando um chapéu de couro e uma camisa com a imagem do músico, o líder petista exaltou a figura de Luiz Gonzaga durante a visita a Exu Pernambuco.

Lula na época comentou a lei que instituiu o Dia Nacional do Forró sancionada em 2005, durante seu mandato, a partir de um projeto de lei de 2001 da deputada federal Luiza Erundina. Lula foi recebido pelo sobrinho de Luiz Gonzaga, o sanfoneiro Joquinha Gonzaga. Lula ainda destacou que seu Ministro da Cultura na época foi o cantor Gilberto Gil, que lhe confidenciava todo o respeito que tinha pela história de Luiz Gonzaga...

Exu celebra 36 anos de saudades de Luiz Gonzaga no domingo (03)

O Brasil celebra no sábado, 02 de agosto, os trinta e seis anos de "saudades" do cantor e compositor Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

Para valorizar a memória do filho mais ilustre, será realizada no domingo (03), a MISSA DA SAUDADE, a partir das 11hs, Em Exu, Pernambuco, no Parque Aza Branca. (Asa com Z na grafia usada por Luiz Gonzaga)...

Artigo: Luiz Gonzaga, Forró e Vida

“Após a morte de Luíz Gonzaga, as sanfonas do Nordeste tocam em funeral. Onde estão os sanfoneiros? E as sanfonas dos 8 baixos? Estas, então, estão a caminho da extinção, sem que o poder público dê trânsito a salvaguardas necessárias e urgentes.

” Ninguém mais do que Luiz Lua Gonzaga do Nascimento contribuiu, através da música, para o conhecimento do Nordeste brasileiro. Telúrico, contou e cantou a saga nordestina, inovando com sua sanfona os ritmos, tal e qual fez com o forró e o baião, o xote e o xaxado. Uma sanfona que ele juntou ao triângulo e à zabumba, fazendo o esqueleto do Brasil remexer.  ..

Presidente Lula recebe ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para um jantar

O encontro foi marcado para demonstrar apoio ao ministro Alexandre de Moraes e à Corte um dia após o governo dos Estados Unidos anunciar sanções financeiras contra Moraes, com base na Lei Magnitsky, norma norte-americana que prevê a aplicação de restrições para quem é considerado violador de direitos humanos.

Todos os 11 membros do STF foram convidados. Até o momento, já chegaram para o jantar o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, e os ministros Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, além de Moraes. ..

AMMPLA alerta sobre interdição total na Avenida Luiz de Souza na noite desta quarta-feira

A Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), informa aos condutores que haverá interdição total do tráfego de veículos na Avenida Luiz de Souza, no trecho localizado em frente à empresa Quy Sorwetto, no Distrito Industrial, nesta quarta-feira (30), das 23h às 6h da manhã dessa quinta-feira (31).

A interdição será necessária para viabilizar a execução de uma obra de instalação de gasoduto, sob responsabilidade da Copergás. Durante esse período, o fluxo de veículos será desviado temporariamente pelo estacionamento da empresa Quy Sorwetto, garantindo o mínimo impacto possível na mobilidade local...

Histórias 36 anos de saudades de Luiz Gonzaga: ex prefeito do Crato Zé Adega queria que o corpo fosse para a prefeitura

O Brasil celebra os trinta e seis anos de saudades do Rei do Baião, desde que Luiz Gonzaga "viajou para o Sertão da Eternidade", no dia 02 de agosto de 1989.

A Festa da Saudade de Luiz Gonzaga 2025 é um evento cultural que celebra a memória e a obra do Rei do Baião, com foco em suas músicas e legado no forró e na cultura brasileira e será realizada no Parque Asa Branca, em Exu Pernambuco. ..

Artigo - Permita-me, Herbert, ponderar: quem julga personagens públicos é a história, não os amigos.

Em resposta a um artigo de minha autoria neste blog, intitulado Juazeiro e o mito da ‘certidão de nascimento’: o bairrismo como obstáculo ao futuro, Herbert Caffé publicou um texto enaltecendo o currículo de Jorge Khoury, mas apontando confusão e deslealdade em meu texto.

Reconheço em Herbert um gesto admirável: o de ser leal a um amigo. Contudo, como alertava o velho Maquiavel, a política não se faz apenas de lealdades; exige também análises cruas, quase cirúrgicas, da realidade juazeirense...

Juazeiro e o mito da “certidão de nascimento”:  O bairrismo, como obstáculo ao futuro

Afinal, quem pode administrar e representar Juazeiro? 
Juazeiro não nasceu como cidade no sentido clássico; foi, antes, uma contingência geográfica, uma solução logística que ligou a menor distância da parte navegável do Rio São Francisco ao porto de Salvador, então capital da Colônia: 87 léguas. Era, portanto, a porta fluvial mais próxima entre o coração do semiárido e a então capital da Colônia, Salvador, o que a transformou, desde cedo, em entreposto natural entre interior e litoral, sertão e império. Juazeiro.
Em 1833 Juazeiro foi elevada à categoria de Vila, e era conhecida como o pomar do São Francisco. Petrolina, pelo menos até 1840, sequer era habitada.
Contudo, Juazeiro não se fez apenas de águas e caminhos. Tornou-se, também, território de convergência étnica e cultural. Não apenas os flagelados das secas nordestinas aqui aportaram. Vieram também povos distantes, tragados pelas convulsões geopolíticas do século XX. Após o colapso do Império Otomano, ao final da Primeira Guerra Mundial, quando tratados foram firmados entre tapeçarias mouriscas e minaretes em ruínas, exilados do Oriente, sírios, libaneses e judeus lançaram-se ao mundo. E, como se seguissem constelações invisíveis, encontraram no sertão baiano uma improvável Jerusalém do comércio e da resistência.
Ainda assim, por algum mecanismo inexplicado da psique coletiva, o juazeirense passou a desenvolver uma espécie de xenofobia política. Criou-se a ideia, quase dogmática, de que apenas os filhos da terra poderiam legitimamente governá-la ou representá-la, prefeitos e deputados deviam nascer sob o mesmo sol que seca nossas caatingas. Uma fidelidade geográfica que, paradoxalmente, ignorou a história de seus maiores benfeitores.
Manoel Novaes, por exemplo, não nasceu em Juazeiro: era pernambucano de Floresta, e, no entanto, foi o deputado federal com maior legado na história da cidade. Desde seu primeiro mandato em 1933 até 1987, defendeu com vigor os interesses da região. Foi por suas mãos que se sustentou a construção da Ponte Presidente Dutra, mesmo quando ameaçada de paralisação (1). A ele se deve também o imenso prédio dos Correios, e a atuação decisiva na Comissão do Vale, embrião da atual Codevasf, além dos projetos experimentais de irrigação que transformaram paisagens e destinos.
Na outra ponta, temos Jorge Khoury, juazeirense de nascimento e ex-prefeito. Foi deputado federal entre 1991 e 2011. No entanto, ao consultar sua biografia oficial na Câmara dos Deputados, observamos um curioso padrão: sucessivas licenças para exercer cargos no executivo estadual (2):
“Licenças:
Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 1991-1995, para exercer o cargo de Secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1995. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 1995-1999, para exercer o cargo de Secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, de 3 de fevereiro de 1995 a 3 de abril de 1998. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 1999-2003, para exercer o cargo de Secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia de 2 a 31 de janeiro de 2003. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 2003-2007, para exercer o cargo de Secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia, de 4 de fevereiro de 2003 a 14 de fevereiro de 2006 e a partir de 21 de fevereiro de 2006. Licenciou-se do mandato de Deputado Federal, na Legislatura 2007-2011, para tratamento de saúde, por 30 dias, a partir de 8 de novembro de 2010, e de 8 de novembro a 8 dezembro de 2010.”
É possível que alguém refute meu exemplo com Jorge Khoury e sustente que ele contribuiu significativamente para com Juazeiro por meio dos cargos que ocupou nas secretarias do Governo do Estado. Contudo, quem reconhece esse mérito provavelmente também concordará que Juazeiro carrega uma contradição peculiar, um veredeiro paradoxo: cobra, com veemência, que seu representante na Câmara Federal possua certidão de nascimento juazeirense, como se o vínculo geográfico fosse mais importante que o compromisso efetivo com a cidade.
No fundo, sabemos, racionalmente, que o essencial é o comprometimento com os interesses de Juazeiro. Apenas isso. O padrão-ouro do investimento público deveria ser, e em outros tempos foi o das obras estruturantes: universidades, polos de irrigação, instituições de ciência e tecnologia. Nesse campo, destaca-se Osvaldo Coelho, também juazeirense, ao propor a criação da Universidade Federal de Petrolina. E mais: não hesitou em apoiar a transformação do projeto em Universidade do Vale do São Francisco, garantindo que Juazeiro fosse incluída no campus multicampi, o que angariou o apoio da bancada baiana no Congresso. 
Pera aí. Osvaldo Coelho, deputado federal juazeirense? 
Pelos nossos padrões políticos paradoxais, sim. Nasceu aqui, embora tenha feito carreira política em Pernambuco. (e fez muito mais do que outros também nascidos aqui. Juazeiro deve uma homenagem a Osvaldo Coelho).
Bruno Reis, ex-deputado estadual na Bahia, prefeito reeleito da cidade do Salvador, nunca foi atacado por ser um pernambucano, nascido em Petrolina.
Precisamos abrir a mente e aceitar que não temos um juazeirense viável ou mesmo tempo hábil para encampar uma candidatura para deputado federal. Não é problema de nomes, que temos. Mas de conseguir romper a estrutura vigente de emendas parlamentares que sequestrou o orçamento da União, transformando deputados e senadores com mandatos e naturais reeleitos.
 Nesse cenário asfixiante, Juazeiro precisa refletir sobre sua identidade política. O bairrismo, que outrora pareceu virtude, tornou-se um obstáculo à expansão do horizonte cívico. É hora de repensar a representação parlamentar não com base na certidão de nascimento, mas na capacidade concreta de transformar a cidade com ideias, projetos e coragem política.
Precisamos estabelecer diálogos viáveis com quem, juazeirense ou não, possa trazer recursos para o Município.
Porque Juazeiro, que nasceu do rio, dos caminhos e dos encontros improváveis, não pode se permitir morrer afogada em suas próprias fronteiras imaginárias.
(1) ((https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=170109)
(2) (https://www.camara.leg.br/deputados/74552/biografia)

Professor  Dr. Luiz Antonio Costa de Santana Doutor em Direito (UNLZ) Doutor em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental (UNEB) Mestre em Dinâmicas do Desenvolvimento do Semiárido (Univasf) Professor da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf) Professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Presidente da Comissão de Direito Constitucional da OAB/Petrolina...

Expocrato: Luiz Fidelis o ritmo, melodia, harmonia no coração e Alma do povo brasileiro

"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana", essa reflexão de Carl Jung é o exemplo seguido pelo poeta, cantor e compositor Luiz Fidelis. Tocar a alma humana, fazer dançar, balançar o corpo e também provocar consciência musical, ecológica, justiça social e espiritual.

De norte a sul do Brasil quem já não cantarolou: Eu sou a flor do mamulengo. Me apaixonei por um boneco. E ele neco de se apaixonar. Neco de se apaixonar. E ele neco de se apaixonar. Essa música é composição de Luiz Fidelis Lopes-Natural de Juazeiro do Norte, Ceará, um músico unanimidade entre os forrozeiros de bandas de sanfona, triangulo, sanfona e aos nomes mais renomados qual Elba Ramalho, Xand Avião e Wesley Safadão...

Juazeiro na História: Preta, Pretinha, clássico da música brasileira, começou a ser escrita na cidade. Confira o vídeo

O poeta e compositor Maurício Dias, na véspera do aniversário de 147 anos de Juazeiro, faz um resgate da história de um dos clássicos mais tocados no Brasil em todos os tempos: Preta, pretinha, composição do Juazeirense Luiz Galvão, em parceria com Moraes Moreira, à epoca parceiro dele nos Novos Baianos.

Maurício revela que tudo começou com uma paixão de Luiz Galvão por uma bela juazeirense, que ele chamava carinhosamente de "Só", diminitivo de Socorro...

PARABÉNS CAFÉ COM BLOG! PARABÉNS JUAZEIRO PELOS SEUS 147 ANOS!

Hoje (doming )  me "enfeitei" para retornar à academia que funciona até o  meio dia. Achei de dar uma olhada na entrevista de Luis Antônio Costa ao Café com Blog pelo YouTube, que até então, não havia assistido.

Resultado, não consegui parar e fui até o final, a academia ficou para o velho se houver amanhã...

Artigo - Ilha do Fogo: de quem é o chão onde arde a história?

1. Entre as inúmeras ilhotas que pontilham o leito vigoroso do rio São Francisco, poucas reúnem, com tamanha densidade simbólica e material, os traços geológicos, históricos e sociais que convergem na Ilha do Fogo. Não se trata apenas de um acidente geográfico. Composta, segundo levantamento publicado na Revista Estudos Geológicos (Potencial geoturístico das ilhas fluviais do Submédio São Francisco1), por afloramentos de fósforo e cianito, uma singularidade mineralógica na vastidão fluvial do Nordeste, a ilha representa um entrecruzamento notável entre natureza e história, ciência e política, memória e conflito.

2. Situada no coração urbano que une Juazeiro e Petrolina, a Ilha do Fogo ostenta a condição única de praia fluvial urbana dotada de condições ideais para o usufruto coletivo pelas populações das duas cidades, aspecto fundamental contido da ação popular a que dei ingresso em 2012, em face do fechamento da ilha pelo Exército, que perdurou entre 2012 e 2015...

Passagem de Lula pela Bahia reforça campanha “pobres contra ricos” e 2 de Julho vira data nacional

A passagem do Presidente Lula pela Bahia, que incluiu entrevista ao vivo na TV Bahia e participação no desfile do 2 de julho, data da Independência da Bahia, segue repercutindo na imprensa nacional e ganhou força nas redes sociais, somando-se a uma campanha iniciada pelo PT, com peças publicitárias que defendem a cobrança de mais impostos para os chamados, “mais ricos”.

Durante no desfile de 2 de julho em Salvador, em carro aberto, uma imagem de Lula com uma placa com os dizeres “Taxação dos Super ricos”, ganhou as redes sociais e ganhou forte repercussão na imprensa e nos bastidores políticos em Brasília...