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O hino do Nordeste, Asa Branca, que imortalizou Luiz Gonzaga, completa 70 anos

Amantes da música de Luiz Gonzaga celebram nesta sexta-feira (03/03) os 70 anos da gravação da música "Asa Branca", que imortalizou o cantor e seu parceiro em composições, o advogado Humberto Teixeira. Entre os apaixonados pelo forró do Rei do Baião está o Juiz Sanfoneiro, Dr. Ednaldo Fonsêca, que falou sobre a importância musical do hino do Nordeste. "Asa Branca, não é apenas uma música, uma melodia, uma canção, ou um poema. É um verdadeiro Hino que retrata a vida real de um povo sofrido que depende de chuva para poder sobreviver", expôs com a sabedoria de quem acompanhou a trajetória de Gonzaga.

Na sua visão de nordestino, o Juiz Sanfoneiro, afirma que a Asa Branca retratou a vida do nordestino fazendo-a conhecida em todo o país. "O mundo tomou conhecimento do sofrimento de um povo forte, que sabe sobreviver a tudo isso, com sentimento, com dor, mas com amor fiel às suas raízes", comentou, acrescentando que o povo "foge da seca, mas não foge à luta. Foge do sofrimento, mas volta para dar prosseguimento aos momentos alegres, com festejos, casamentos, com muita crença e muita fé"...

Maior superlua em quase 70 anos pode ser observada nesta segunda-feira

Nesta segunda (14), será possível observar a maior superlua em quase 70 anos. Neste dia, a lua se encontrará a 48,2 mil quilômetros mais próxima da Terra do que quando esteve recentemente no seu apogeu - que é o ponto mais distante da órbita. O satélite não chegava tão perto assim desde 1948 e não voltará a fazê-lo até 2034.

A superlua, contudo, não será no momento do perigeu, que ocorrerá às 9h21 (horário de Brasília). O fenômeno por definição ocorre no momento da lua cheia, que será às 11h54 – nesta hora, o satélite estará a 363.338 km da Terra...

ARTIGO - 70 ANOS DA “GEOGRAFIA DA FOME”

O drama da fome está presente em obras importantes da literatura brasileira, em especial aquela produzida por intelectuais nordestinos. Em algumas obras, o tema chegou a inspirar cenas que, por sua força e dramaticidade, tornar-se-iam verdadeiramente antológicas:

Em “O quinze”, de Raquel de Queiroz, o personagem Chico Bento, após esfolar uma cabra que encontra pelo caminho, e estando cego de fome, leva à boca os dedos sujos de sangue, comprazendo-se no “gosto amargo da vida”. No romance “Vidas secas”, de Graciliano Ramos, a cachorra Baleia, há dias esfomeada, sonha com um mundo povoado por muitos e gordos preás. Em “A bagaceira”, de José Américo de Almeida, João Troculho, em diálogo com Lúcio, revela seu maior desejo: “comer até matar a vontade”...

70 ANOS DO COLÉGIO DR. EDSON RIBEIRO

Uma verdadeira viagem no tempo é o que revela documentário sobre os 70 anos de fundação do colégio Dr. Edson Ribeiro com depoimentos da professora Lourdes Duarte, Bebela, Pedro Alcântara, Professor e ex-Prefeito Rivas do ex-aluno Rivadávio Espinola Junior, além da ex-aluna e professora Elaine. A produção e confecção do vídeo é de iniciativa de Virna Sarissa, professora da Prefeitura Municipal de Juazeiro e do próprio Colégio Edson Ribeiro. É importante ressaltar a música de Carlos Maurício (Mauriçola), as mensagens e as fotografias colhidas pela professora Virna Sarissa. Confira:

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