MORADOR DA CANTA GALO RECLAMA DO SAAE
Amigo Geraldo,
Este pequeno vazamento de água já está completando 60 dias e até hoje o SAAE não tomou providências, acho que está esperando aumentar...
Amigo Geraldo,
Este pequeno vazamento de água já está completando 60 dias e até hoje o SAAE não tomou providências, acho que está esperando aumentar...
A canção “A feira de Caruaru”, composta por Onildo Almeida e interpretada pelo imortal Rei do Baião, além de ser um clássico da música popular brasileira, é também uma bela e justa homenagem a uma das mais autênticas manifestações da cultura do Nordeste: a feira livre. Tomando como referência a Caruaru dos grandes são joões e do Mestre Vitalino, a moda em destaque mostra o quão é rica e diversa a feira livre do Nordeste.
A feira é, por excelência, o lugar da diversidade. Nela se vende, se compra, se troca. Em cima de esteiras, de caixotes, ou expostos em pequenas bancas cobertas de lona, são ali oferecidos os mais diferentes gêneros e produtos, desde alimentos, vestuários, até utensílios de cozinha e ferramentas de trabalho; a feira possui sua culinária, seu modo de vestir, sua linguagem; na feira se come, se bebe, se embriaga, se cai, se levanta; na feira se canta, se dança, se contam histórias, se rememoram fatos; na feira se celebra o encontro, o ajuntamento, a roda de amigos em torno da boa “cana; na feira, arranjam-se namoros, encontram-se amantes, terminam-se casamentos; a feira é celebração, é acontecimento, é festa (a própria etimologia já o indica: “dia de festa”); é a quebra da rotina e da “mesmice” que marcam o cotidiano.
A feira é também lugar de comunicação. Por ali circulam de boca em boca informações a respeito de quase tudo: a chuva que caiu alhures; a vaca do amigo que deu boa cria; a comadre fulana que partiu dessa pra melhor; a filha do sicrano que fugiu com um marmanjo há pouco chegado de São Paulo; a mulher que chifrou o marido com o filho do vizinho; a guerra que estourou longe dali; o deputado que roubou lá pras bandas da capital; o prefeito que fraudou as urnas a fim de ganhar a eleição; o padre que deu em cima da catequista da paróquia.
É na feira que os artesãos expõem seus produtos e os artistas populares mostram a força do seu talento. Quando eu era adolescente, não me cansava de parar para ouvir os cantadores de ABC, poetas populares que percorriam as feiras do Nordeste comercializando seus folhetos de cordel. Aliás, veio daí minha paixão por esse gênero de poesia. Sempre admirei as feiras livres, em especial a de Monte Santo, meu torrão de origem. Achava bonito o desfilar dos caminhões paus-de-arara, que dos quatro cantos chegavam apinhados de pessoas a conduzirem suas mercadorias. Encantava-me com os vendedores de pomadas e cascas de pau, a divertirem o público com seus ousados ventríloquos, que falavam e contavam piadas como se fossem gente. Adorava os bolos, manuês e arroz doce servidos quentinhos, ainda fumaçando. Para mim, a feira era sempre uma festa, sendo rara a semana que não a frequentava. Chegava de manhã, no começo, e saía à tardinha, já no final.
A feira quebra barreira, estreita laços, estabelece convivência. Ali cada um é tratado pelo nome (Zé, Maria, João, Zefinha), como se fora um ambiente familiar. Ao freguês, é facultado experimentar o produto, sem que isso gere qualquer compromisso. Sem a rigidez das leis do Mercado, os preços ali são flexíveis e estão sempre sujeitos à pechincha do consumidor. Dependendo da lábia e do choro do comprador, uma dúzia deixa de ser doze para ser quinze unidades. O lucro é importante, mas “agradar” o freguês torna-se mais importante ainda.
Muitas cidades operam o tempo todo quase que em função da feira, dela recebendo todas as influências possíveis. O intercâmbio com pessoas de outras procedências, algo inevitável, acaba sempre acrescentando elementos novos à vida local. Aliás, a troca de experiências entre pessoas e grupos diferentes será sempre um traço marcante quando o assunto for feira livre. Assim surgiram e se desenvolveram muitas das feiras do Nordeste – região historicamente cortada por peregrinos, mercadores e viajantes. É sabido que antigos pousos de tropeiros transformaram-se em feiras livres e, estas por sua vez, deram origem a muitos dos atuais centros populacionais. Outros grupos sociais também tiveram participação na construção desse patrimônio da cultura brasileira. Dentre eles, há de se mencionar negros, índios, retirantes, beatos, cangaceiros, adivinhos, feiticeiros, poetas, prostitutas, mendigos, cachaceiros... cada um emprestando sua concepção acerca do mundo, das coisas e das pessoas.
Importante fator de geração de renda, o que já é bastante significativo, haja vista as condições sociais e econômicas da maioria das cidades nordestinas, a feira representa também a ocupação do espaço urbano como lugar de encontro. No momento em que os modernos meios de comunicação, caso das redes sociais, ou a adoção de determinadas medidas de segurança, tendem a afastar as pessoas do convívio social, a rua é reclamada como espaço de socialização, de confraternização e de troca de experiências. E a feira livre desempenha esse papel.
A feira livre resistiu a todas as transformações por que passou o mundo ao longo dos séculos, chegando aos nossos dias com toda a força simbólica que lhe é característica – não obstante o advento dos novos expedientes comerciais, a exemplo dos quilométricos hipermercados e das agilíssimas compras virtuais. Como sabiamente salientou alguém, “a feira livre é como uma filha rebelde da modernidade que insiste em desafiá-la”.
É necessário, porém, que haja uma sólida política de preservação da feira livre. Há de se empreender amplo trabalho de conscientização da sociedade acerca do papel da feira enquanto expressão das culturas locais, não permitindo que novos modelos desfigurem seu formato original. Formato que vai desde o dia e horário do evento, até a espontaneidade com que os feirantes expõem seus produtos, não tendo de se submeterem aos “padronismos” das modernas formas de comércio.
José Gonçalves do Nascimento
Poeta e cronista..
Avenida cheia pra curtir o sábado de carnaval. Bel Marques, uma das grandes atrações do dia já passou levando a pipoca, bem como silas frança e as três escolas de samba da cidade. A programação que iniciou às 17 horas, ainda terá muitas atrações e promete trazer mais foliões, enchendo a avenida Adolfo Viana.
Bel Marques..
Na manhã deste Sábado, 23, o governo municipal se reuniu mais uma vez com as policias Militar, Civil e Rodoviária Federal, Guarda Municipal e agentes de Trânsito para uma avaliação da segunda noite de carnaval em Juazeiro.
O comandante da Policia Militar, Coronel Alfredo Nascimento, fez uma avaliação positiva da segunda noite "Tivemos no circuito nesta sexta-feira 82 patrulhas, com quase trezentos policiais e ainda contamos com a presença da cavalaria que deu apoio nos pontos de dispersão do circuito. Podemos afirmar que foi mais uma noite tranquila e vamos trabalhar para que continuemos assim até domingo", concluiu. O Coronel ainda confirmou a presença hoje do Comandante Geral da Policia Militar Anselmo Alves Brandão...
Com público ainda chegando na avenida, os blocos Tô a Tôa eNa Bruxa com Rubinho já passaram pela avenida do Carnaval. Daqui a pouco, é a vez do ex- chicleteiro Bell Marques que neste momento já está passando o som em cima do seu trio:
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A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), de segue intensificando as ações emergenciais para reparar os danos causados pelas chuvas que atingem o município nos últimos dias. Neste sábado (23), equipes trabalham na abertura de um dreno alternativo na estrada às margens do canal que conduz as águas da Barragem do São Geraldo para o Rio São Francisco.
O objetivo dos serviços que estão sendo executados com o auxilio de uma retroescavadeira hidráulica é aumentar o escoamento das águas pluviais que se acumularam nos bairros Tabuleiro e Itaberaba, e não conseguiram ser drenadas suficientemente pelo Riacho do Mulungu...
A Prefeitura de Sobradinho publica Edital 03/2016 que prorroga o prazo de interposição de recursos aos resultados publicados no Edital 02/2016 REDA Sobradinho. O Edital 04/2016 Promove RETIFICAÇÃO ao Edital 02/2016.
Confira a seguir o Edital de Retificação:
Prepostos da prefeitura de Jequié impediram o Ministério Público Federal do município de fiscalizar o departamento de materiais e suprimentos do órgão. A denúncia foi feita pelos vereadores Pé Roxo, Soldado Gilvan, Dorival Junior, José Simões, Tinho, Joaquim Caires, Chico de Alfredo, Ivan do Leite e Deyvison, membros do G9. Na manhã desta sexta-feira (22), o grupo visitou o departamento e encontrou ambiente insalubre e impróprio para armazenamento, grandes quantidades de medicamentos perdidos com prazo de validade vencidos. As paredes do depósito também estavam com infiltração no teto e paredes. Entre os produtos prontos para descarte estavam: cinco bombonas de 500 litros, centenas de milhares de medicamentos para hipertensão e diabetes, e materiais farmacêuticos de uso em postos da rede básica. Ao Bahia Notícias, os vereadores afirmaram que recenetemente o município recebeu do Governo Federal mais de R$ 3 milhões, por meio do Investimento Fundo a Fundo e a Secretaria de Saúde não realizou qualquer compra com os recursos. "O sistema municipal de sáude de Jequié é bastante criticado pela população, sendo apontadas diariamente falhas que vão desde a falta de medicamentos e materiais para pequenos curativos até a ausência de médicos e enfermeiros nas unidades de saúde, postos fechados e indisponibilidade para realização de cirurgias eletivas", diz o grupo de vereadores, por meio de nota. Apesar de não ter conseguido apurar in loco a denúncia protocolada pelos vereadores, o MP, por meio do procurador Flávio Mathias, afirmou que serão tomadas as providências para instaurar a Ação Civil para responsabilizar os envolvidos. ..
Não consigo aceitar e entender a prepotência e a incompetência administrativa da Gestão Publica de Juazeiro. No auge de uma crise sem precedentes, reservamos milhões para fazer carnaval em Juazeiro, que falta de consciência e arrogância do nosso Prefeito Isaac. A cidade vive em calamidade pública, uma infraestrutura que pede socorro há anos, os bairros sem acesso e agora ainda mais prejudicados, grande parte da população vivendo na lama, e insistimos em gastar um horror em carnaval, para encher os bolsos de donos de trios e bandas. Em quatro dias de festa, são gastos valores absurdos, que dariam para amenizar boa parte das dificuldades que estamos vivendo por conta das chuvas, fazendo avenidas, calçando ruas e tapando buracos, mas em razão da falta de sensibilidade e da concretização de um projeto de se manter eternamente no poder, não pode deixar de FAZER CARNAVAL!! VIVA A POLITICA DO PÃO E CIRCO!!
Venho falar em nome de uma parte da população que clama por um Governo mais humano, sério, de uma vida com mais dignidade, que seja realmente voltado para o povo, VAMOS ACORDAR E EXIGIR UM GOVERNO SÉRIO, SEM EMPREGUISMO, onde o interesse seja realmente governar para todos!!..
Com certeza o Carnaval de Juazeiro deve receber neste sábado (23), o maior público do Reinado de Momo este ano. A programação começa mais cedo, por volta das 15 horas com os blocos Tôa Tôa, Na Bruxa com Rubinho e Som & e Fantasia com Silas França.
Na sequência tem Bell Marques, New Bis, Bloco Tequila, Bloco Buscapé, Escolas de Samba, Bloco Pinico com Xexeu, Filhos de Zaze, Banda Mametto, Armandinho, Luiz Caldas, Psirico, Ney Alves e encerrando na madrugada Bloco Amigos & Cia com Robyssão...
Quem viu a chuva cair na cidade nesta sexta-feira, 22, não acreditava que fosse acontecer o segundo dia do Carnaval de Juazeiro. Mas a chuva passou e o folião estava na rua, com a alegria típica do povo Juazeirense. Às 20h as bandas Voa –Voa e Alan Cléber davam os primeiros acordes na avenida, avisando ao povo que a festa só estava começando. Uma das atrações mais esperadas que animou o folião, foi a cantora Daniela Mercury. Um fã inveterado da musa, Maciel do Nascimento, estava na expectativa para vê-la na avenida. Quando Daniela começou a cantar, ele era a alegria em pessoa, dançava os passos coreografados de cada música cantada.
Durante a apresentação de Daniela, o Prefeito Isaac Carvalho lhe entregou, em cima do trio, uma placa homenageando-a como Diva da Diversidade de Juazeiro. "Eu amo fazer o carnaval de Juazeiro, é um dos poucos que abro exceção e venho. Receber essa homenagem é uma honra. Eu sempre fui uma mulher dos direitos humanos, da diversidade, independente de estar casada hoje com outra mulher. Eu estou feliz do prefeito ter tomado uma atitude importante, chamar atenção para uma campanha como essa. Eu já sou a própria campanha, desde pequenininha as minhas posturas de autonomia, de liberdade de pensamento e de respeito absoluto a todas as pessoas já me deixavam uma pessoa da diversidade", ressaltou Daniela...
O vereador Anderson da Iluminação (PP), líder do prefeito Isaac Carvalho na Câmara de Juazeiro, diante da nota veiculada por este blog – "Sem Iluminação, Praça do bairro Centenário gera insegurança para moradores", alerta Márcio Jandir -, assinada pela assessoria do ex-candidato a prefeito, Márcio Jandir (DEM), sente-se no dever de prestar esclarecimentos aos seus leitores:
O ex-candidato Márcio Jandir, na ânsia de aparecer, assina nota onde "alerta" para a insegurança gerada pela falta de iluminação na Praça Américo Tanury, no bairro Centenário. A iluminação que ele cobra foi integralmente reposta a mais de 10 dias. Ou a sua nota saiu com atraso ou, o mais provável, é que ele tenha ouvido falar da falta de algumas lâmpadas na praça e, com a rapidez que lhe é peculiar, elaborado o "alerta"...
Geraldo,
Pelo que está acontecendo neste momento em Juazeiro em razão das chuvas, confirma-se o quanto Chaves está coberto de razões quando afirma que Juazeiro necessita de um sistema de MACRODRENAGEM PARA AS AGUAS PLUVIAIS o mais rapidamente possível...
O cantor Saulo Fernandes foi o responsável pela maior pipoca do Carnaval de Juazeiro. Saulo consiguiu levar consigo a maior número de pessoas vistas até agora no carnaval. Veja o registro abaixo:
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Daniela Mercury acaba de passar pela avenida Adolfo Vianna. A rainha do axé mostrou a que veio e arrastou uma multidão atrás de seu trio. Já passaram pela avenida, Voa Voa e Alan Cleber. ..
De tanto ser alimentado, inclusive, pelos cidadãos comuns, o Sistema Político – o Modelo de Organização Social, com práticas políticas sociais e institucionais viciadas e ilegais, apresenta sintomas negativos, prejudiciais à vida atual e com poder de atrapalhar, inevitavelmente, ao futuro municipal!... Esse é o custo lamentável, por a Prefeitura não ter sido vista, historicamente, como uma Empresa Pública, criada para prestar serviços à Sociedade Municipal!
Ao longo dos tempos, a população, foi exercitada a não entender de direitos, nem de deveres, muito menos da sua importância e poder individual como agentes da construção da sua realidade de vida!... O CLIENTELISMO, o PATERNALISMO, estimulou o individualismo e ao egoísmo, na busca de “vantagem pessoal”, de qualquer forma e jeito - estimulando o desvio das funções do dinheiro público, das instituições e dos cargos Eletivos de Prefeito/a Vereador/a - num universo de relações políticas e sociais, muito deturpadas, e que, empobrece, adoece, mutila, desmoraliza, apequena e até mata criaturas humanas!..
O prefeito Julio Lossio recebeu em seu gabinete, quarta-feira (21), o radialista Gabriel Menezes e o presidente da Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos do Sertão do São Francisco, Rafael Sene, que apresentaram, para o gestor municipal, o programa Plantadores de Palma. Segundo Sene, o foco da proposta é o incentivo a produção de Palmas na região do São Francisco. O prefeito Lossio abraçou a causa e pretende implantar o programa na área de Sequeiro. Lossio acredita que a região é adequada para o desenvolvimento da espécie, por suas condições climáticas propícias para o cultivo e o baixo custo de manutenção, beneficiando os pequenos produtores daquela área, que poderão utilizar a planta na alimentação de animais, especialmente. ..
Diante do volume de chuvas caídas sobre Juazeiro, em especial no bairro Alto do Cruzeiro, é que á Associação de Moradores do bairro supracitado na pessoa do Sr. José Humberto - Presidente e diretoria vem atráves deste veículo de comunicação, solicitar da Comissão de Defesa Civil providências, haja vista, que as residências situadas às margens do canal foram inundadas, como também várias ruas próximas, quando há várias famílias desabrigadas e tem pessoas que perderam seus móveis e nosso maior medo é que volte a chover e faça vítimas. O problema é que o canal que corta o bairro Alto do Cruzeiro e adjacência funciona como uma bacia receptora de água e com as chuvas fica pior a situação dos moradores daquela área. Porquanto, necessitamos da Defesa Civil uma atenção especial, vez que até o presente momento ninguém nos procurou, como também não apareceu ninguém pra ajudar a nossa comunidade.
Cordialmente,..
Um importante passo para a implantação dos Consórcios de Saúde do Estado da Bahia foi dado nesta sexta-feira (22), com o lançamento do edital para construção das duas primeiras policlínicas, em Jequié e Teixeira de Freitas, conforme anunciou o governador Rui Costa por meio de seu perfil oficial no Twitter (@costa_rui). "A saúde precisa ser pensada regionalmente, porque um município sozinho não tem condições de bancar todos os custos. Trabalho conjunto é a solução", registrou o governador na rede social.
Os editais foram lançados pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), que prevê um prazo de 10 meses para a construção de cada um desses equipamentos, a partir do início das obras. As policlínicas são unidades de cuidado especializado, integrados à rede de atenção à saúde, vão atuar como elo da rede de assistência, se constituindo como um ponto de atenção de média complexidade, ligando a atenção primária aos serviços de maiores complexidades.
Os Consórcios de Saúde, que tem nas policlínicas um dos mais importantes equipamentos, são voltados para a ampliação e descentralização de serviços de saúde e o reequilíbrio financeiro dos municípios. No modelo proposta pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), os consórcios envolvem os municípios, que terão a participação do Estado, passando a ficar responsáveis pela gestão regionalizada de serviços, como unidades de pronto atendimento, laboratórios regionais, e eventualmente, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) e hospitais municipais.
"Os consórcios se constituem na união de entes federativos. Neste caso, Estado e municípios se consorciam para o desenvolvimento de ações conjuntas e regionalizadas de saúde", explica o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, acrescentando que "os consórcios são instrumentos que possibilitam uma nova perspectiva de gestão pública, sobretudo, em um cenário de subfinanciamento da saúde, onde a cooperação interfederativa é uma necessidade".
Policlínicas..
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