APÓS MOBILIZAÇÃO DO SINDSEMP, PREFEITURA SE COMPROMETE A PAGAR REAJUSTE NESTA QUARTA-FEIRA, 31
A sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Petrolina nesta terça-feira, 30, teve os servidores públicos municipais como maioria presente no plenário. A participação maciça da categoria se deu por conta da paralisação puxada pelo sindicato como forma de pressionar o governo a cumprir o acordo feito e pagar a segunda parcela do reajuste.
Mobilizados, os servidores ouviram do secretário de Gestão e Planejamento, Geraldo Julio, que o pagamento dos 5.67% , segunda parte do acordo de reajuste, será feito ainda nesta quarta-feira, 31, dentro da folha de agosto. “Vamos cumprir a legislação”, comprometeu-se. Sobre o retroativo referente ao mês de julho, o secretário garantiu pagar na folha do mês de setembro.
Para Walber Lins, presidente da entidade, o compromisso do secretário é fruto da mobilização dos servidores e da pressão do sindicato. Sobre a assembleia ordinária do próximo dia 16 de setembro está mantida. “A plenária está confirmada. A decisão da assembleia é suprema. Vamos manter as pautas e definir com a categoria, mas já temos mais um avanço em nossa luta”, pontuou.
Aldeny Souza, Auxiliar em Saúde Bucal, participou da mobilização e parabenizou o protagonismo do sindicato. “Estamos felizes. Vale a pena lutar, e mostrar a nossa união junto ao sindicato. Só assim vemos o resultado, pois se não fosse nossa luta nem o próprio secretário estaria aqui dando uma satisfação, por conta de saber que estávamos prestes a entrar em greve por conta do não cumprimento por parte do Executivo, mas reafirmo que é um avanço muito grande da nossa luta”, comentou.
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O Tribunal de Contas dos Municípios, nesta quarta-feira (20/07), multou em R$3 mil o prefeito de Cícero Dantas, Helânio Calazans Oliveira, e determinou a restituição aos cofres municipais da quantia de R$310.248,75, com recurso pessoais, por irregularidades nos gastos com combustíveis no exercício de 2013. A denúncia foi formulada por vereadores que apontaram superfaturamento e ilegalidades nos procedimentos licitatórios realizados para a aquisição de combustíveis e divergência nos pagamentos, com preços acima dos praticados no mercado. Ao analisar o processo, o relator, conselheiro José Alfredo Dias, afirmou que o próprio gestor reconheceu muitas das irregularidades cometidas, a exemplo da ausência de pesquisa prévia de preço, inconsistência de informações lançadas no SIGA e falta de identificação dos veículos a serviço da Prefeitura. O prefeito não conseguiu comprovar, ainda, que os gastos realizados, no total de R$ 200.193,71 seriam referentes ao abastecimento de veículos da frota do município ou que estavam a seu serviço, nem justificar o pagamento de R$23.554,07, acima do valor contratado. Também não foram apresentadas notas fiscais na quantia de R$10.647,51. Cabe recurso da decisão.
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