No Opinião Privada desta sexta-feira (5), o Poeta, cantor e compositor Maurício Dias, faz um relato sobre a força de Petrolina, que faz aniversário neste mês de setembro e prospera, pela sua grandiosidade, vocação para metrópole, sem deixar de colocar uma pitada de provocação, fazendo alusão a uma reportagem do Correiro Brasiliense, publicada recentemente, que coloca Petrolina como a capital do vinho, a grande produtora de vinhos no Vale do São Francisco, sem produzir uma garrafa sequer, já que os vinhos embarcados no Aeroporto de Petrolina, são oriundos de Casa Nova (BA); Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, em Pernambuco.
"Juazeiro, nem te lembras desta tarde.. Petrolina, nem chegaste a perceber...", após os versos de Caetano, o poeta faz alusão ao Festival Literário de Juazeiro, em vias de acontecer e encerra saudando Petrolina, cantando o Hino do Centenário, de sua autoria, pra não dizer que restou, "ciume"...