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DEFINIDOS OS CONFRONTOS DAS QUARTAS DE FINAL DO BAIANÃO 2016

Em uma rodada com 19 ols, foram definidos neste domingo (13) os confrontos das quartas de final do Baianão 2016., Bahia, Vitória, Galícia, Jacobina, Juazeirense, Fluminense, Flamengo de Guanambi e Bahia de Feira  seguem na disputa, agora por quatro vagas na semifinal. O Bahia, líder da primeira fase com 15, perdeu a invencibilidade para o arquirrival no primeiro clássico do ano, realizado na Arena Fonte Nova.  Após 2x0, e gols de Vander e Tiago  Real,  os rubro-negros ficaram na segunda colocação geral.
 
A terceira colocação ficou Galícia, que  emplacou uma goleada pra cima do Feirense por 4x1, fora de casa. Já a quarta colocação, está com o Jacobina, que venceu os rubro-negros de Guanambí, por 1x0. A equipe do sudoeste baiano ficou com a 7ª colocação. A 5ª colocação, por sua vez, ficou com o Juazeirense, após confronto forte e triunfo por 2x0 diante do laterna, Jacuipense. A 6ª colocação do Flu de Feira veio após empate por 2x2 com o oitavo colocado, Bahia de Feira.
 
Quartas de final - Com os resultados desta rodada os confrontos das quartas de final ficaram assim definidos:  Bahia x Bahia de Feira, Vitória x Flamengo, Galícia x Fluminense e Jacobina x Juazeirense. Vale ressaltar que os confrontos serão já nos dois próximos domingos. E na parte de cima da tabela,  os quatro primeiros colocados, tem a vantagem de jogar a partida decisiva dentro de casa.
 
A Federação Bahiana de Futebol (FBF) divulgará nesta segunda-feira a tabela completa com locais, horários e datas dos jogos.

Confira a formação das quartas de final:

Bahia x Bahia de Feira
Vitória x Flamengo
Galícia x Fluminense
Jacobina x Juazeirense

 
Clique aqui e confira os resultados e a classificação final da 1ª fase..

ANALISTAS PREVEEM CONFRONTOS NAS RUAS E ESCALADA DA CRISE POLÍTICA

A Operação Alethéia, 24ª fase da Lava Jato, que conduziu coercivamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor em São Paulo, deve aprofundar a crise política e acirrar os confrontos entre governistas e oposicionistas, inclusive com episódios de violência nas ruas. Essa é a hipótese a que chegaram, por caminhos diferentes. "A tendência à violência de rua é muito forte porque existem elementos que podem justificar o discurso de Lula e do PT de que eles são perseguidos", avalia o cientista político Aldo Fornazieri.

"Se, pela via institucional não se vê saída, os conflitos passam a ser resolvidos na rua, o que é muito grave para um país. Mais grave ainda quando o Judiciário é arrastado para dentro do processo de radicalização política", diz. Para ele, isso se deve a questionamentos feitos à Lava-Jato, como vazamentos supostamente seletivos. "As autoridades têm de ter muita serenidade para evitar a radicalização do processo político no país".

O filósofo Roberto Romano diz que “se não se assumir uma prudência muito grande, a coisa pode degringolar, o que plantará uma situação ainda mais difícil para a falta de governabilidade que o país já enfrenta atualmente."

Segundo ele, nenhum dos poderes funciona normalmente no momento. "A presidente não consegue governar e está ameaçada de impeachment. O presidente da Câmara virou réu da Lava-Jato. O do Senado pode virar a qualquer momento. E o Ministério Público tem trabalhado a toque de caixa, em ritmo de urgência." (As informações são da Folha de São Paulo) ..