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Operação do ICMBio retira 72 ararinhas-azuis de criadouro em Curaçá

Uma operação realizada pelo ICMBio, em conjunto com a Polícia Federal, retirou nesta quarta-feira (27) 72 aves do criadouro da Ararinha-Azul, em Curaçá.

Segundo o ICMBio ao Curaçá Oficial, as aves removidas testaram negativo para o circovírus e a medida foi adotada de forma preventiva e sanitária...

Policia Federal combate organização criminosa de tráfico de animais silvestres. Grupo teria planejado a captura de ararinhas-azuis

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (12), a Operação Extinção Zero, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa transnacional especializada no tráfico de animais silvestres ameaçados de extinção.

Estão sendo cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, de Pernambuco, do Piauí, do Maranhão e do Pará, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Bahia...

Curaçá: Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão para investigar vírus letal em ararinhas-azuis 

A Polícia Federal cumpre, nesta quarta-feira (3), cinco mandados de busca e apreensão em Curaçá, no norte da Bahia, e em Brasília, no Distrito Federal, referentes a investigação sobre o vírus letal que atinge as ararinhas-azuis. De acordo com as investigações, empresas que fazem a reintrodução dos animais à natureza em na Bahia teriam descumprido protocolos sanitários.

O assunto veio à tona em 27 de novembro, quando o Instituto Chico Mendes (ICMBio) divulgou que todas ararinhas-azuis que estavam em vida livre na Bahia - o total de 11 animais - testaram positivo para o circovírus...

Criadouro baiano nega acusações de negligência e diz que mantém 98 ararinhas-azuis saudáveis; entenda

O Criadouro Ararinha-azul, em Curaçá (BA), negou as acusações do ICMBio de não cumprir protocolos básicos de biossegurança.

O Instituto tinha indicado anteriormente que foram identificados problemas nas instalações e comedouros sujos e sem desinfecção adequada, além de acúmulo de fezes ressecadas e funcionários realizando manejo com chinelos, bermuda e camiseta, sem EPIs obrigatórios...

Crise: Todas as ararinhas-azuis soltas em Curaçá estão infectadas com vírus letal, diz Ministério do Meio Ambiente

A notícia não poderia ser mais desoladora. Mas infelizmente Todas as últimas 11 ararinhas-azuis que estavam na natureza estão contaminadas com um vírus letal, confirmou nesta quarta-feira (26) o MMA (Ministério do Meio Ambiente) após testes realizados nos espécimes, recapturados em novembro. Com isso, o programa de reintrodução da ave, endêmica da caatinga brasileira e uma das mais raras do mundo, enfrenta seu retrocesso mais grave até aqui.

O ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), órgão da pasta ambiental, disse ainda à Folha de S.Paulo que aplicou uma multa de R$ 1,2 milhão à empresa BlueSky, responsável pelo criadouro da ararinha-azul na zona rural de Curaçá (BA), por “descumprimento de medidas de biossegurança”...

Curaçá: Nas redes sociais, criadouro de ararinhas-azuis escancara crise com ICMBio

Conforme a REDEGN destacou qu as Ararinhas-azuis poderão ser retiradas da natureza em Curaçá para conter vírus, a polêmica continua e ganha destaque na imprensa nacional.

Através das redes sociais, criadouro de ararinhas-azuis escancara crise com ICMBio e diz que aves foram infectadas no Brasil...

Ararinhas-azuis poderão ser retiradas da natureza em Curaçá para conter vírus

O Curaçá Oficial acompanha nesta semana a polêmica envolvendo a espécie ararinha-azul, em processo de reintrodução à natureza de Curaçá desde 2022.

Nesta quarta-feira (10), o diretor da ACTP (Association for the Conservation of Threatened Parrots), Cromwell Purchase, publicou em suas redes sociais um vídeo relatando a chegada de uma equipe do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ao centro de reprodução da ararinha-azul, localizado no município...

Agência Eco Nordeste destaca que Reintrodução de ararinhas-azuis reacende esperanças

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), endêmica do bioma Caatinga e um dos símbolos da luta pela preservação da biodiversidade brasileira, deu um passo importante rumo à reintrodução em seu habitat natural neste começo de 2025.

Chegaram a Curaçá (BA) 41 exemplares da espécie nascidos em cativeiro e destinados à reintrodução numa ação histórica para a conservação desta ave que havia sido dada como extinta na natureza no ano 2000 como resultado de décadas de captura ilegal e degradação do habitat...

Ararinhas-azuis trazidas da Alemanha encerram quarentena e são transferidas para Curaçá, BA

Após décadas de extinção na natureza, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) está mais próxima de retornar ao seu lugar. Um novo grupo de 41 indivíduos, trazidos da Alemanha no final de janeiro de 2025, concluiu a quarentena sanitária e foi transferido para o Centro Científico para Fins Conservacionistas do Projeto Reintrodução, em Curaçá (BA).

O processo representa mais um avanço na luta pela conservação da espécie, considerada símbolo do combate à extinção. A ararinha-azul desapareceu da natureza no ano 2000 devido à caça ilegal e à destruição de seu habitat...

Zoológico de São Paulo abre novo espaço dedicado às ararinhas-azuis

As ararinhas-azuis, aves ameaçadas de extinção de acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), têm desde o início desta semana um novo espaço na área de visitação no Zoo de São Paulo.

O novo habitat possui cerca de 200 metros quadrados e foi inspirado na Caatinga Baiana, região onde o último ninho natural foi avistado em uma Caraibeira, espécie de ipê, no riacho da Melancia, em Curaçá...

Urgente: Mais de 20 ONGs internacionais pedem que Brasil investigue criador alemão responsável por programa das ararinhas-azuis

Em carta enviada à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, 24 organizações do mundo todo, incluindo algumas do Brasil, alertam o governo sobre a transferência e o comércio de espécies de aves endêmicas brasileiras, sobretudo, as ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii), e pedem que seja aberta uma investigação sobre as ações da Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP), criadouro alemão e parceiro no programa de reintrodução da espécie na Bahia.

A reportagem é do site conexaoplaneta.com.br,  assinada Suzana Camargo, publicada dia 20. Suzana é jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante 6 anos. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Depois de dois anos e meio em Londres, vive agora em Washington D.C...

Urgente: Comércio de ararinhas-azuis pode ser liberado em reunião da entidade que regula o comércio de espécies ameaçadas. Órgãos federais são contra

O comércio de ararinhas-azuis e de araras-azuis-de-lear pode ser liberado em reunião da entidade que regula o comércio de espécies ameaçadas, em Genebra (Suíça).

Órgãos federais, entidades civis e cientistas são contra, pois a medida pode estimular crimes e não ajudaria a conservar as aves...

Curaçá: Onze de 20 ararinhas-azuis soltas estão em vida livre na natureza

Das 52 Ararinhas azuis que vivem Area de Preservação Ambiental, em Curaçá, Bahia, 20 foram soltas para iniciar a vida em liberdade junto a natureza da caatinga. A REDEGN obteve a informação que tem 2 Ararinhas Azuis desaparecidas e seis morreram. Onze estão vida livre, soltas na natureza.

A semana iniciou com a notícia de que mais dois filhotes de Ararinhas Azuis nasceram em vida livre. "Um dos soltos (Bizé e sua parceira, nomeado em homenagem ao falecido Bizé já está com a família formada. Dois curaçaenses azulzinhos em vida livre", comemora ICMBIO...

Primeiras ararinhas-azuis nascidas no Brasil são transferidas para o norte da Bahia

Oito ararinhas-azuis, as primeiras nascidas no Brasil, foram transferidas de um Centro de Reprodução, em Minas Gerais para a cidade de Curaçá, no norte da Bahia, na noite de quinta-feira (18).

Uma aeronave da companhia aérea Azul foi especialmente adaptada para essa operação e decolou do Aeroporto Internacional de Confins, às 15h06, chegando ao Aeroporto de Petrolina às 18h04...

Três ararinhas-azuis soltas em Curaçá foram mortas por predadores. O gavião-pernilongo é um dos predadores

As ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) voltaram a cortar os céus da caatinga baiana este ano, depois de duas décadas extintas na natureza. Foram anos de planejamento até que o projeto de reintrodução da espécie finalmente conseguisse trazer para o Brasil, em 2020, mais de 50 animais que viviam em cativeiro na Europa. 

Em junho, foram soltas oito aves. Em dezembro, foram introduzidos na natureza mais 12. Nem tudo, no entanto, é motivo para comemorar. Das 20 ararinhas já libertadas, três foram mortas por aves de rapina da região...

Meio Ambiente: Curaçá deve receber mais ararinhas-azuis em 2023

O Brasil deve receber mais uma leva de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) em 2023. Entre 30 e 50 aves devem chegar ao país, vindas da Alemanha, como parte do projeto de reintrodução da espécie na caatinga brasileira, duas décadas depois de ser considerada extinta na natureza.

Segundo Camile Lugarini, coordenadora executiva do Plano de Ação Nacional (PAN) da Ararinha-Azul, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a ideia é que os animais cheguem ao Brasil já no próximo mês...

Com a participação de adolescentes, 12 ararinhas-azuis são inseridas na natureza em Curaçá-BA

As equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da organização não-governamental alemã Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP) estão em festa.

12 ararinhas-azuis foram introduzidas em seu habitat natural, Curaçá, região norte da Bahia. Foi a segunda e a maior soltura do Plano Nacional da Ararinha-azul, desde março de 2020, quando 52 aves voltaram ao local de origem vindas da Alemanha depois da ararinha spix ter sido considerada extinta na natureza. Com as ações do último sábado (10), 20 ararinhas já voltaram aos céus sertanejos. ..

Funbio seleciona consultor pessoa física para monitoramento de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) e maracanãs (Primolius maracana)

O Projeto GEF Terrestre – Estratégias de conservação, restauração e manejo para a biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal é um projeto do governo brasileiro, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), tendo como Agência implementadora o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID e como agência executora o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – FUNBIO.  Será executado por meio de unidades operativas situadas no MMA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Unidades de Conservação (UCs) e órgãos estaduais.

A ararinha-azul (Cyanopsita spixii) é uma espécie de ave exclusiva da Caatinga brasileira, considerada um símbolo da necessidade de conservação da biodiversidade. A estratégia do governo federal brasileiro, coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), foi capaz de integrar ações de diversas instituições brasileiras e internacionais, públicas e privadas, gerando resultados significativos para a recuperação da espécie. Como forma de aumentar a população cativa, recuperar e conservar o habitat de ocorrência histórica da espécie, o Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação da Ararinha-azul foi publicado em 2012 pelo ICMBio, sendo o manejo populacional ex situ o seu carro chefe nos primeiros cinco anos...

 Um mês após reintrodução no sertão baiano, especialistas falam sobre volta das ararinhas-azuis

Um mês depois das ararinhas-azuis voltarem ao céu de Curaçá, a reintrodução desses animais à natureza é considerada bem-sucedida pelos especialistas que acompanham de perto essa adaptação. A ave rara e endêmica da região ficou há mais de duas décadas extintas da natureza.

No Alto dos Morros, no meio da Caatinga, pesquisadores e brigadistas do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (Icmbio) estão de olho em oito ararinhas-azuis spixii que foram soltas em 11 de junho deste ano, no sertão baiano. Trabalho que resultou de uma parceria com uma ONG alemã...

Projeto do Nema, da Univasf, irá recuperar habitat das ararinhas-azuis na Caatinga

Ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) estão voando livremente pela primeira vez na Caatinga, após mais de 20 anos sendo consideradas extintas na natureza. No último sábado (11), oito aves foram soltas no interior do Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Ararinha-azul, em Curaçá (BA), após dois anos sendo preparadas em recintos para reintrodução ao seu habitat natural. Esse marco foi possível graças ao esforço de diversas instituições, entre elas o Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). É o projeto RE-Habitar Ararinha-azul, executado pelo Nema em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento (Fade) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), responsável por recuperar as áreas destinadas para a soltura das aves.

Para que as ararinhas-azuis possam se adaptar livremente à vida na natureza é necessário que a área repovoada pela espécie possua condições de recebê-las. Com esse objetivo, o projeto RE-Habitar irá recuperar 200 hectares de vegetação da Caatinga, sendo 100 hectares vinculados às margens de rios intermitentes ou temporários e 100 hectares em regiões mais secas. Toda essa área se concentra nas unidades de conservação Refúgio de Vida Silvestre (RVS) e Área de Proteção Ambiental (APA) Ararinha-azul, em Curaçá (BA), habitat prioritário das ararinhas...