
O senador Flávio Bolsonaro (PL) negou, nesta quarta-feira, 11, qualquer desentendimento com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ou com a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro (PL).
Em entrevista concedida durante a CEO Conference, do BTG Pactual, o parlamentar buscou consolidar a imagem como o nome de consenso da direita para a sucessão presidencial deste ano.
"Da minha parte é desavença zero. Meu nome está colocado e todos pediam que o presidente escolhesse o nome, e ele escolheu. Acho que teve um ruidozinho ali no começo, mas agora a poeira já baixou", declarou o senador.
De acordo com Flávio, a escolha do nome dele por Jair Bolsonaro encerrou as discussões internas sobre a cabeça de chapa.
Alinhamento estratégico
O senador destacou que Tarcísio de Freitas já manifestou apoio público à candidatura e que ambos vão manter uma relação "complementar" durante o pleito. Flávio anunciou que vai ter uma reunião presencial com o governador na próxima quinta-feira para alinhar as estratégias políticas.
"Sou fã dele, acho que faz um baita governo em São Paulo. Estarei com ele na próxima quinta-feira e estaremos mais alinhados que nunca", afirmou, reforçando que o governador sempre esteve "de corpo e alma" junto ao grupo político do ex-presidente.
Papel de Michelle
Questionado sobre a participação de Michelle Bolsonaro na política institucional, o senador demonstrou cautela, mas pregou união. Embora tenha dito ter dúvidas sobre a entrada definitiva da ex-primeira-dama em cargos públicos neste ciclo, Flávio afirmou que pretende conversar com ela em breve.
"Tenho um grande respeito. Assim que tiver oportunidade estarei com ela para pedir que a gente se empenhe neste processo, que não é do Flávio, mas do Brasil", concluiu.
A Tarde/Foto: Lula Marques/Agência Brasil



1 comentário
12 de Feb / 2026 às 11h09
o perfil deste engana? Não tem jeito nem postura para comandar uma nação dividida pelo pai Jair bossonauro?. um radical destes sendo presidente só iria fazer porcarias na administração? Bom lembrar que no congresso ele queria LEIS para privatizar praias? Não valem nada esses familicianos