Se estivesse vivo, Humberto Teixeira, o "Doutor do Baião" completaria 111 anos em 5 de janeiro de 2026

Se estivesse vivo, Humberto Teixeira, o "Doutor do Baião"  um dos grandes mestres do cancioneiro nordestino, completaria 111 anos em 5 de janeiro de 2026.

Humberto Teixeira foi uma figura central na popularização do baião, notavelmente através de suas parcerias com Luiz Gonzaga, que resultaram em clássicos como "Asa Branca", "Baião", "Juazeiro" e "No Meu Pé de Serra". 

Ele não apenas compôs músicas icônicas, mas também desempenhou um papel importante na indústria musical e na política cultural do Brasil, sendo inclusive advogado e deputado federal. 
Sua obra permanece uma parte vital da música popular brasileira, celebrando a cultura e as tradições do Nordeste brasileiro. 

Humberto Teixeira nasceu em Iguatu, Ceará.

A coleção Humberto Teixeira, hoje sob a guarda do Museu da Imagem e do Som do Ceará, foi adquirida pela Secretaria de Cultura do Ceará em dezembro de 2015. Formado em Direito e tendo sido um dos principais parceiros de Luiz Gonzaga, o “doutor do baião” também atuou como político. Eleito deputado federal, lutou pela lei do direito autoral e viabilizou, com a Lei Humberto Teixeira, a realização de caravanas de artistas para divulgar a música brasileira no exterior. 

A coleção, cujos itens são vestígios de aspectos de sua vida pessoal e sua trajetória na música e na política, é composta por livros, revistas, fotografias, discos, álbuns de recortes, projetos de leis, partituras, documentos e objetos pessoais do compositor cearense.