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O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou em uma declaração que o país vai mobilizar todos os meios para resistir ao ataque dos EUA que, segundo Donald Trump, culminaram na captura do presidente Nicolás Maduro, neste sábado (3/1).
No pronunciamento, ele afirmou que o governo instaurou um 'decreto de comoção externa' e disse que "esta invasão representa o maior ultraje que o país já sofreu, respondendo à insaciável cobiça por nossos recursos estratégicos. Muito longe de uma suposta luta contra o narcoterrorismo, esta ação deplorável busca forçar definitivamente uma mudança de regime e nos submeter aos desígnios espúrios do imperialismo norte-americano, pisoteando o direito inalienável à autodeterminação pelo qual nossos libertadores lutaram e que hoje somos chamados a defender com a mesma dignidade".
"Por isso, nesta hora infausta, invoco a coragem que herdamos dos libertadores, que nos ensinaram que a dignidade não se negocia e que a pátria é um valor supremo. Atacaram-nos. Mas não nos dobrarão. Unidos, soldados e povo, formaremos um muro de resistência indestrutível", completou.
Padrino López convocou também a "prontidão operacional completa através do destacamento massivo de todos os meios terrestres, aéreos, navais, fluviais e de mísseis".



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