Vigilantes e porteiros cobram salários atrasados. Categoria paralisa atividades em Petrolina

Um impasse envolvendo repasses financeiros da Secretaria de Educação de Pernambuco e a empresa B1 vem gerando preocupação em Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada e diversos outros municípios do estado, afetando diretamente as categorias dos vigilantes e porteiros que atuam na rede estadual de ensino.

A Secretaria de Educação do Estado afirma que os recursos foram devidamente repassados. A informação é respaldada por dados do Portal da Transparência, que, segundo o sindicato da categoria, indicam que o governo estadual cumpriu com os pagamentos previstos.

Em contrapartida, a empresa B1 nega ter recebido os valores, o que teria provocado atrasos salariais e gerado insegurança entre os trabalhadores. Diante da situação, vigilantes chegaram a paralisar as atividades, comprometendo o funcionamento de unidades escolares em várias regiões.

Diante das versões conflitantes, uma reunião está acontecendo neste momento na Gerência Regional de Educação (GRE), com a participação de representantes envolvidos, com o objetivo de esclarecer os fatos, confrontar os dados oficiais e buscar uma solução imediata para o impasse.

A expectativa é que, ao final do encontro, haja um posicionamento claro sobre a responsabilidade pelos atrasos e medidas concretas para garantir os direitos dos trabalhadores e a normalidade dos serviços nas escolas estaduais.

A REDEGN conversou com representantes do Sindicato que confirmou paralisação em Petrolina. "A paralisação continua. Começamos nesta terça-feira 23. Os vigilantes estão com suas atividades paradas, por motivo de atraso de salário de novembro, vale alimentação, férias de outubro e retroativo de salário" nas escolas de salário", relatou o presidente do Sindicato Laércio Vasconcelos.

redegn Foto redes sociais