
Olá Geraldo!
Gostaria que publicasse este meu pedido em seu blog, se se possivel entrasse em contato com o departamento responsavel pelo transito municipal pra eles analisarem esta opinião que estou encaminhando, tendo em vista que esta muito, mas muito complicado o transito nas imediações dos pontilhões da AABB e da coelba, por conta do fechamento da ponte.
Estou enviando um mini croqui de como seria minha sugestão em anexo.
O primeiro ponto seria inverter o fluxo de trafego de ida e vinda para o centro, onde hoje a ida esta pela avenida Armando Ferreira, entrando na Rua são vicente em frente ao cemitério, é ali que o caos se instala. Sendo a volta do centro via avenida Raul Alves / São João.
Minha sugestão é que o seja feito o inverso, onde os veiculos que vem dos bairros para o centro venham pela avenida são joão, e já encontrem o pontilhão da coelba, evitando aquele conflito de veiculos ali na AABB.
Os veiculos que vão para os bairros, volte pegando a rua são vicente e a rua ao lado do condominio santo antonio para chegarem até a avenida Arnaldo Ferreira, sendo que após a esquina do condominio santo antonio passaria a ser contramão para chegar até o pontilhão da coelba, onde quem vier da avenida raul alves e entra na rua são vicente ou rua ao lado do condominio para ir aos bairros ou voltar para o pontilhão entrando na Rua Anisio José, a rua que passa ao lado da coelba (rua do antigo ponto de atendimento da coelba).
Desta forma o fluxo andaria de forma mais leve, tendo em vista que o volume de veiculos aumentou na Raul Alves proximo a AABB e é onde encontra todo trafego.
Fica minha sugestão.
Esiquiel Felipe



2 comentários
30 de Sep / 2025 às 14h53
Ezequiel e demais, a bagunça no transito de Juazeiro não vê quem nao quer ...(motoristas pouco educados, fiscalização deficiente, vias com quase nenhuma sinalização etc). Mas...me arrisco a citar que, talvez, a incompetência que "habita" a AMTT manterá o CAOS; até quando? Sabe DEUS.
30 de Sep / 2025 às 16h18
Esta obra precisa ser executada em TURNOS ININTERRUPTOS, se continuar neste ritmo, levará mais de um ano para ser concluída.