
Querida banca,
Nas esquinas quente de Juazeiro, onde o sol parece conversar com o chão, ergueu-se a banca.
Não apenas de cimento e ferragens, más de histórias. Monumento da cidade, ela já viu o tempo passar em páginas amareladas e sorrisos apressados.
Hoje, ela desbanca o passado. Não por desprezo, mas por coragem. Revela os lados antes escondidos, os rostos que não saíam na capa de cada lado da banca, os murmúrios que não viravam manchete de cada pessoa desolada, embaixo das suas asas, querida banca. A banca virou palco, virou voz. E quem passava por ela, não apenas lembrará do passado más contemplara o futuro que desbancou a banca.
Autor: Frankson Iderlandio da Silva Alves
Foto Ascom PMJ



2 comentários
23 de Sep / 2025 às 07h56
Texto cheio de barbarismos.
23 de Sep / 2025 às 10h06
Além dos possíveis barbarismos, talvez desconsidera a história, desrespeita os contemporâneos da Banca etc. Pouca noção ou sem noção, talvez. SMJ