
Em ofício encaminhado o Ministério de Minas e Energia (MME) cobrou atuação rigorosa dos órgãos de fiscalização, após identificar aumento indevido no preço da gasolina em Minas Gerais e no Distrito Federal. A pasta aponta que, mesmo com a redução de R$ 0,17 por litro anunciada pela Petrobras, o valor menor não foi repassado aos consumidores, pelo contrário. Os preços teriam subido sem motivo razoável.
“Não aceitaremos distorções injustificadas que penalizam o povo brasileiro. Esperamos que os órgãos competentes apurem os fatos e atuem com firmeza para garantir um mercado de combustíveis mais justo, transparente e equilibrado”, diz o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
No início do mês a REDEGN destacou Preço da gasolina em Juazeiro e Petrolina dispara: "É um absurdo. Uma das mais caras do Brasil" . Os consumidores chamam a atenção do Procon. "Existe o preço litro ainda mais caro para a opção pagar a prazo".
Um leitor da REDEGN disse "que viu a informação que o preço da gasolina havia baixado nas refinarias e imaginei que nas bombas baixaria também. Engano total".
O MME acionou formalmente a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon), o Procon-MG e o Procon-DF para que analisem os casos e adotem as providências cabíveis.
O órgão ressalta que os possíveis argumentos levantados por representantes do setor, como a alta no preço do etanol anidro ou a manutenção temporária em dutos de abastecimento, não justificam os aumentos observados nas bombas.
“A manutenção, por exemplo, já estava programada e contou com formação prévia de estoques, com manutenção das entregas planejadas e sem impacto ao abastecimento ou aos preços”, indicou o Ministério de Minas e Energia.



1 comentário
09 de Jul / 2025 às 15h35
Não vai adiantar, o CARTEL é seu e sempre foi do PT . Comunismo sempre foi e sempre será o Retrocesso de qualquer uma História