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Observatório Opará da Univasf recebe prêmio da OAB SP por atuação em políticas de equidade racial

O Grupo de Pesquisa e Extensão Observatório das Políticas Afirmativas Raciais (Opará), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), recebeu, na última quarta-feira (19), o Prêmio Benedicto Galvão, honraria concedida pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB SP), na categoria Educação e Pesquisa.

A cerimônia de entrega da 14ª edição da premiação foi realizada na sede da OAB SP, na capital paulista. O evento integrou as comemorações pelo Dia da Consciência Negra e celebrou personalidades e iniciativas que atuam na promoção da igualdade racial e no combate ao racismo...

Observatório Opará lança livro sobre os impactos do racismo institucional na aplicação da Lei de Cotas Raciais em concursos públicos

Mais de uma década após a promulgação da Lei nº 12.990/2014, que instituiu a reserva de vagas para pessoas negras em concursos públicos federais, os resultados de sua aplicação ainda estão aquém do esperado.

A constatação é do Observatório Opará da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), que realizou uma pesquisa aprofundada sobre o tema e lançou o livro “A Mão Invisível do Racismo Institucional e a Sabotagem da Lei de Cotas Raciais (Lei nº 12.990/2014)...

Documentário Opará – Imaginários do São Francisco é destaque em Festival de Cinema

Um projeto de pesquisa que tem, entre seus coordenadores, a professora Tatiana Santos, do Instituto de Formação de Educadores da Universidade Federal do Cariri (IFE/UFCA), venceu em categorias de duas premiações de cinema, realizadas nos estados de Pernambuco e de Sergipe.

O documentário Opará – Imaginários do São Francisco venceu tanto nas categorias “trilha sonora” e “edição” do 18º Curta Taguary, realizado em Taquaritinga do Norte (PE), quanto na categoria melhor longa-metragem júri popular no 23º Curta-se – Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe.  ..

“NÃO DEIXE O RIO MORRER”: Fonte de renda e vida, Rio São Francisco completa 520 anos e carece de políticas de revitalização

“Não deixe morrer / Não deixe o rio morrer / Se não o que será de mim / Que só tenho esse rio pra viver”. Esse trecho da música “Boato Ribeirinho”, de Wilson Duarte, Nilton Freitas e Wilson Freitas, lançada há quase 20 anos, parafraseia uma dura realidade do nosso Velho Chico, que celebra seus 520 anos neste dia 4 de outubro. A derrubada de sua mata ciliar, o assoreamento e os esgotos que deságuam todos os dias no rio, preocupam ambientalistas, que atentam para a necessidade, cada vez mais urgente, de políticas de revitalização.

As águas do Rio da integração nacional nascem na Serra da Canastra, que fica no município de São Roque, em Minas Gerais e percorrem a Bahia, o Pernambuco, Alagoas e Sergipe, até desaguar no mar. São cerca de 2,8 mil quilômetros de extensão, sendo fonte de vida para muitas comunidades ribeirinhas. Mas, o Velho Chico sofre com um grave e preocupante problema de degradação, cada vez mais evidente...