Otelo e o ciúme que leva à tragédia: "Mulheres precisam ser encorajadas a identificar sinais de abuso e a romper o silêncio"
O ciúme é um algoz silencioso e destrutivo. Ele pode levar a ações desmedidas. Há séculos William Shakespeare escreveu sobre isso no drama Otelo, revelando como uma suspeita pode crescer até se transformar em ruína.
Sob a ótica psicanalítica, o ciúme doentio não nasce do amor equilibrado, mas da insegurança profunda e do medo de perder. Quando alguém não suporta suas próprias fragilidades, projeta no outro aquilo que não consegue resolver dentro de si...
